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Coisas que me inspiram em imagens

>> terça-feira, 6 de agosto de 2013


Ontem me deram um ideia sobre o post das coisas que inspiram, que eu poderia repetir o post com imagens feitas por mim. E eu não adorei a ideia? ♥

Sei que todo owner de blog diz isso com muita certeza, mas o certo é que, os leitores do RQ são uns queridos.

Separando as coisinhas para fazer as fotos, fui revivendo um monte de experiências, de sensações, de lugares, pessoas queridas, fases da minha vida. Sim, eu sou uma pessoa saudosista e não entendo porque isso virou um tabu. Ou vai ver sempre foi e eu nunca me toquei. O certo é que sou muito apegada com as estórias da minha vida, porque tudo isso vem me formando na pessoa que sou, na vida que vivo e ensino os meus filhos a viver.

Como mencionei ontem, cores são muito importantes para a minha vida e sempre foi assim. Uma das primeiras coisas que pedi de presente, segundo o meu pai, foi uma caixa de lápis de cor. E a verdade é que sempre amei cores. Tudo bem que houve uma fase em minha vida que basicamente fui monocromática no meu vestir, basicamente preto. E foram alguns anos. Mas nunca estive em guerra com as cores, elas estavam comigo nas minhas unhas, nos meus desenhos, nos meus filhos.



Amo lápis de cor. Os de cima são Prismacolor que não vende mais no Brasil. O lápis Faber Castell é daquela linha dupla de lápis, bem conhecida. A variedade de cores é maior do que a caixa padrão básica e enquanto desenhista, acho esta linha, que é da linha básica, bem boa mesmo.



Livros pastel da Puffin que é um selo da Penguin Books. Estas edições já apareceram algumas vezes por aqui e eu dificilmente vou parar de exibí-las na Medina, porque são lindaslindaslindas de morrer. E são edições simples, a beleza é a capa dura, as cores e a delicadeza dos detalhes. A edições de Anne of Green Gables com a cestinha e os coisinhas de picnic, The Secret Garden com as plantinhas e a chave, Peter Pan com a fadinha The Wizard of Oz com os sapatinhos de Dorothy ♥. São edições baratinhas, sem nenhum luxo, mas com muita beleza. Fora que são estórias universais.



Mais uma fofura em tons pastel, cofrinho de cupcake que comprei em alguma loja de 1,99, mas não custou 1,99 e sim umas 3 moças da república. tem alguns pela casa.


Fora as cores, falei que Alice, Dorothy e a Little Princess me inspiram para vida, né? Pois é verdade. Estas são as duas edições de cada que tenho de Wizard of Oz e Little Princess (minhas edições de Alice são um caso a parte que quero mostrar depois ;)). Respectivamente, em inglês e em português. As edições em inglês são da Puffin, como já falei na outra imagem, e as outras, Oz da L&PM e a princesinha da Editora 34. 

Tenho uma lista de livros para comprar enooooorme e nesta lista está uma edições d'O Mágico de Oz comentada, muuuito linda.


Os DVDs de algumas das estórias que citei. De baixo para cima: A Alice versão Tim Burton, que eu gosto e o povo odeia; O Mágico de Oz clássico com Judy Garland; Bonequeinha de Luxo e o meu favorito, My Fair Lady e a Princesinha, versão fofinha da estória de Burnett, que é menos "fofinho" que no livro, mas tudo bem.




Meu CD da trilha da Amélie. Pois é, amo este CDzinho. Mas acontece que descobri ontem procurando as coisas para as fotografias que meu DVD da Amélie Poulain foi sequestrado por algum duende malígno. Simplesmente sumiu! Faltam alguns lugares improváveis para procurar, tipo, a caixa de enfeites de natal, brinquedos antigos, mas eu duvido muito. E o pior é que o DVD está esgotado em todo os lugares, fora o ML.



Natal! Este enfeitinho comprei ano passado no Walmart. Fofinho, né? Amo natal, amo comprar coisinhas de natal, amo! Apesar de que prometi que este ano não vou comprar mais nada, mas né, sei lá se vou cumprir rs.




Tim Walker nas minhas paredes. A dada é de um editorial da Vogue Itália e a casa com balloons é de um dos livros do Tim Burton.

Bisous.

Imagens: Feitas por mim com minha T2i. essa aparência meio pastosa é da configuração que usei, sem edições de imagens. Gostei do resultado.

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Julgando livro (e autor) pela capa

>> terça-feira, 16 de julho de 2013



Uma vez em entrevista, Clarice Lispector afirmou que comprou um livro de Katherine Mansfield por conta da capa bonita. A consequência foi que o livro não era apenas uma capa bonita, mas era sim muito bom. E não é julgamento meu (apesar de que concordo), mas julgamento de Clarice. Acontece que a mesma Clarice odiava ser comparada a Katherine Mansfield. Ou Virginia Woolf. Ou pior, James Joyce, autor que ela negou até o fim ter lido alguma coisa, mais ou menos como Lima Barreto em relação a Machado de Assis.

Contudo, a coisa de não julgar o livro pela capa é muito relativa. Já o julgamento pelo autor, quase sempre não. Porque quase sempre? Porque existem casos como o de Jostein Gaarder de O Mundo de Sofia, que escreveu o chatinho Coringa. Tudo é uma questão de perspectiva.

Um fenômeno peculiar que observo nos dias de hoje é o culto ao livro bonito e vistoso para embelezar prateleira. Geralmente são livros gordinhos, volumosos, cheio de outras interessâncias, que não a literária, como fofurices no rodapé da página (ao invés de referências), cores, margem e fontes alternativas (ao invés de conteúdo). E aí nos deparamos com a legião de leitores de escritores escrotos, como Lauren Conrad, que até um dia desses eu não fazia ideia de quem se tratava, até dar de cara com aquele vídeo nefasto em que ela trucida as edições de Desventuras em Série, em teoria, para fazer "arte". Minha gente.

E não, ela jamais poderia ter feito aquilo, por uma questão de ética, porque afinal ela é escritora, mesmo que seja uma escritorazinha de meia pataca. E antes, uma leitora, porque afinal, se espera que leitores amem livros e amar não é destroçar algo, isso é psicopatia. Um livro para um verdadeiro leitor não é um objeto, mas sim um amigo, e a gente não arranca pedaços dos amigos, não joga tinta, não mancha, não esquece. Por isso, vocês que se dizem amantes da literatura e usam as páginas de livros antigos para decorar seja lá o que for ou ainda, desenhar e vender como ilustração por 100 George Washingtons no Etsy, você tem problemas, pessoinha.

Rabiscar um livro com anotações, sublinhar, isso é dialogar com a estória que ali é contada, é como conversar com seu amigo. Sem macular a obra, óbvio.

Na imagem alguns dos meus livros anciões, que um monte de gente jamais compraria, tampouco mostraria como "modelos" de livros interessantes. O livrinho que está encostadinho na pilha de livros (Machado de Assis, Eça de Queiroz, Proust, Humberto de Campos) é o livro mais antigo da minha mini biblioteca, é uma terceira edição de Um Homem Rico de Camilo Castelo Branco, de 1889. Comprei num sebo por R$ 1,00. Nem gosto muito de Camilo Castelo Branco, contudo, para mim, este livro é inestimável, porque sim, é um clássico da literatura portuguesa e, uma edição muito muito antiga, já com 124 anos.

Bisous.


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Uma tarde num sebo, faz um tempo...

>> segunda-feira, 15 de julho de 2013


 Eu nunca fui muito feliz com a ideia de aparecer em fotos. Sempre gostei mais da posição por trás das câmeras. Primeiro, me convenceram com força quando eu era uma pirralhinha que fotogenia não era a minha praia, ou seja, eu não era fotogênica, que é um eufemismo para 'você é feia, sua diaba'. Com exceção do meu pai. Pois é, eu cresci cercada por adultos gente boa que me chamavam de monstra. Então eu me traumatizei num grau que vocês não têm noção. Mas sempre amei fotografia. 

E sempre quis câmeras fotográficas. E sempre quis fotografar o mundo que eu via, sentia e vivia. Quando cresci fui atrás disso, já contei a estorinha da minha primeira Kodak. E enchi a vida dos meus filhos de fotos de todos os momentos. Sério, em registros de papel fotográfico já passamos de duas mil fotos. Digitais ainda não impressas, mais umas mil, ao menos. 

Uma tarde num sebo, faz um tempo, fiz uma sessão (tosca e desfocada) de fotos, tiradas por minha amiga Jacinta (Que saudades de você, fia ♥). Quer dizer, as fotos em que meio apareço, porque, como já disse, eu tenho 'póbremas' psicossomáticos em relação a minha imagem em foto.

Mas como as postagens sobre sebos, livros, e coisas afins deixaram vossas mercês, os leitores, assim, ouriçados, resolvi deixar estes ~ registros históricos ~ por aqui.



Amo esta foto, toda errada em termos técnicos, inclusive com a data aparecendo. Eu havia comprado a câmera fazia pouco tempo e era minha primeira câmera digital, ou seja, total falta de traquejo.

Daí a gente aprendeu a tirar a data e ficou tudo mais ou menso certo. Pra quê, foco, né?


O livro no meu colo era sobre Ariano Suassuna. Nunca comprei. A bolsa atrás Kelly herdou.



O livro no meu colo é o Formação da Literatura Brasileira de Antonio Candido e eu comprei. Só não lembro se foi no mesmo dia. A foto está toda impressionista e eu amei, porque pai Van Gogh e iô numa foto impressionista é demais. Arianos juntos, já viu, né?


Estes dois livros no meu colo são Machado de Assis e eu comprei os dois! A pulseira quebrou faz uns dois anos :(.




Foi há sete anos atrás. O que mudou? Hoje eu tenho pós, passei dos 30, perdi estes meus óculos, o cabelo está mais curto e mais vermelho e não tenho um lugar tão amigo como a Arte&Ciência, para me deixar fazer sessão de fotos. Não moro mais em Fortaleza.

Mas ainda tenho o mesmo vestido, que está como novo e ainda fica folgado em mim. Tenho mais livros e sinto muitas saudades.

Bisous.

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Pensamento macabro

>> sexta-feira, 3 de maio de 2013



Passei algum tempo da minha vida me planejando para morar na Inglaterra, por um tempo, para estudar. E, se desse certo, ficar por lá mesmo, confesso. Não, eu não sou ufanista, patriótica, não acho que o Brasil é o melhor lugar do mundo, não morro de amores por arroz e feijão. Mas amo Guaraná Antarctica ;) .

O plano era conseguir passar nos testes específicos para estudantes que pretendem vaga em universidade britânica (no meu caso pós-graduação), essa parte, sem falsa modéstia, era até fácil. 'Difirci' seria juntar "o calção", a quantia estipulada para deixar como segurança, por conta do investimento que o Governo, no caso britânico, faria em você. É assim na Europa toda. Pois é, esse negócio de bolsa de estudos com tudo pago e beijinho na testa é mito, já que o montante é razoável para os padrões brasileiros. Nem todo mundo na terra brasilis poupa ou é ensinado a poupar. Mas deveria. Eu aprendi. 

Pois então, e já me correspondia com um grupo de pesquisa de lá,  gente linda que cita Virgina Woolf como um devoto cita a bíblia. Um sonho. Que se desmanchou quando tudo na minha vida deu uma reviravolta e vim parar aqui no Rio, casadinha e ilustradora da vida.

Mas um dia darei uma passadinha na terra de Lilibeth.

Uma das minhas melhores amigas, citada por vezes por aqui, está morando na Alemanha e sempre que nos falamos é muuito engraçado observar como mudamos um tantinho de opinião. Do nosso grupo, eu era a entusiasta dos ares europeus, aliás, quem plantou a sementinha de estudar na Europa no ♥ de todos fui euzinha. Curioso é reparar que a mais entusiasta, eu, hoje só planeja visitar como turista mesmo. 

Essa minha amiga também era muito afeita ao tema Europa e via tudo com muita boa vontade e bons olhos. Hoje, morando lá faz algum tempo, não é que ela perdeu a boa vontade, talvez um pouco da paciência. Não, ela não sente saudades da comidinha brasileira, do guaraná, ela nem bebe refrigerante e nunca gostou das nossas comidinhas brasileiras, salvo as frutas e algumas guloseimas de festas juninas, mas nada que a mate de vontade. Aliás, neste aspecto ela está super adaptada ao paladar alemão. 

Ela está passando é por Um abuso às 'alemanzices'. Excesso de burocracia, muito mais do que no Brasil. Adendo: refletindo sobre o tema, ouso pensar que nossa burocracia é pinto perto da verdadeira burocracia ipsi literis que se pratica na Europa. Uma certa grosseira, uma certa aversão à cultura (difícil de imaginar?), um certo niilismo de alma. Teimo com esta minha amiga que isso é um mal da humanidade, que se manifesta em diferentes lugares, de diferentes maneiras. Leitores de Milennium, Tons de Cinza, gente que odeia museu e acha Downey Junior o ator (eu me divirto, mas né?), gente que só pensa no próximo carro do ano ou no preço da batata e variações do mesmo tema: o preço da Birkin, por exemplo. Em suma, gente vazia em certa perspectiva. O que não é de todo o mal. Para algumas orientações ocupar a mente com, sei lá, filosofia é motivo para arder no inferno ou num pelotão de fuzilamento, então né.

Talvez conviver com novas versões do cabeça oca esteja testando os limites dessa minha amiga. Variações do mesmo tema. passo por isso em proporções menores (não sei bem se menores, mas vá lá), pois existe o variante cabeça oca cearense e cabeça oca carioca/fluminense. Por vezes os daqui me soam muito piores que os do Ceará. Mensurando, acho que estava mais adaptada a suportá-los, algo assim. A perturbação daqui é nova e me dá ímpetos assassinos. Acho que é isso que minha amiga enfrenta, só que em alemão, comendo rabanetes, ruibarbo e comprando tulipas na esquina de casa. 

Agora me ocorreu um pensamento macabro, fiquei imaginando a figura substituta do funkeiro/pagodeiro/forrozeiro europeu... O horror.

Inté.

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Dica - Casamento e bolhas de sabão

>> sexta-feira, 26 de abril de 2013


Como falei no post louco sobre bolhas de sabão e Lygia Fagundes Telles, comprei caixas e mais caixas de tubos de bolhas de sabão. Tudo muito menininha, de uma marca chamada Magic Bubble; como se todas as bolhas de sabão já não fossem por si só mágicas. 

Pois então, no fundo da loja, em que eu não esperava encontrar nada, encontrei caixas de tubos de bolha de sabão de todos os tipos, de tema infantil, tipo a galinha Pintadinha (eu morro de rir do nome da pobre da galinha, mas tudo bem), tubos cor de rosa pó, rosa pink escãndalo, lilás meninicee e uma coisa fofíssima e completamente inesperada.


Isso mesmo, querida leitora-noiva ou noiva-leitora, é um tubo de bola de sabão em formato de bolo de casamento com ♥. A morte de tão fofo, né mesmo?

Acredito que dê para encontrar fácilfácil em qualquer loja de artigos para festa, já que encontrei numa loja das mais humildes do Centro de Ni City. 

E o tanto que ficaria lindo uma festa de casamento com bolinhas de sabão? Em cada mesa, para marcar o lugar, várias dessas fofurices ou mesmo como lembrancinha. Lindo, fofo e baratinho, menos de duas moças da república ou,  R$ 2,00 cada.

Seguem mais fotinhas meigas com Kelly como modelo, nhoin.


 


Bisous.

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Instagramadas da Semana

>> terça-feira, 23 de abril de 2013


E mais uma semana começando, na correia. Estou quase me acostumando a esta loucura toda. Ontem, por exemplo, acordei às 4 da manhã. Lá para às 7 hs, quando a maioria das pessoas normais estão acordando, eu já havia cuidado dos afazeres domésticos - porque sou europeia e não tenho empregada. pah - e  já havia terminado cinco ilustrações.


Tão lindinhas minhas cabeçudinhas baratinhas, Ddungs. As bonequeiras nem falam delas. Adendo: Meu povo do Ceará, bonequeira é, também, como algumas fofas se chamam, fofas essas que colecionam bonecas, tipo Blythe.  No Ceará bonequeira pode ser isso, mas também é alguém que 'bota boneco', uma pessoa encrenqueira. No caso o termo bonequeira se adeqüa a minha persona em ambas as acepções.



Minhas primeiras agulhas coloridas de tricot. De plástico. Sempre as achei lindas, mas nunca depositei a minha fé (e + 7,00 R$). Mas são tão lindas que resolvi comprar. E para minha alegria, são ótimas. Para quem tricota com agulhas de madeira e de alumínio, just like me, as primeiras carreirinhas entre pontos meia e tricot são estranhas, porque a agulha meio que dobra um pouco. Mas logo passa. São ótimas para tricotar com fios sintéticos.



O começo do primeiro trabalhinho com as agulhas novas. 



O resultado do primeiro trabalhinho. Nhoin, né? É uma touquinha de tuelho coelho que fiz, à priori, para uma certa cabeçuda que virá morar aqui em casa. Passo a passo este semana no bloguito. Mas nada didático.


Atelier La Coloriste cheio de noivas. Adouro ♥.


Terminando uma ilustrações muito especial.


Quermesse de São Jorge. Amo quermesse. Amo São Jorge Guerreiro. Se pudesse brincava em todos os brinquedos, mas não mataria o dragão. Eu teria um dragão. Eu não sou normal, eu sei disso.


Coca-cola na garrafa de vidro é mais gostasa.


A segunda coisa mais legal do Burger King, onion rings. A primeira é poder comprar o brinquedinho do lanche kids separado rs.


Look du jour, mórta: vestido Zara fuefo; cintinho infantil - obrigada senhor, pela cintura fina - anel de noivado, aliança; unha azul Ibiza by Blant (marca que descobri dia desses, amei, depois falo mais sobre ;) ) e case linda, Lucky Case.


A bolsa mais linda, ganhei de presente da querida @linerumoaoaltar ♥.


Um dos cantinhos favoritos da cozinha, minha prateleira de canecas bonitinhas e chás.


Terminando uma bailarina para Cabeça de Noiva.

Bisous.

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Festinha - o que não é tão legal assim

>> quinta-feira, 4 de abril de 2013



A postagem de ontem com dicas sobre lembrancinha de festa de menina rendeu muito e estou muito feliz. Merci merci merci! Rendeu comentários bacanas, risadas, e-mails fofos de gente querida desejando sangue dicas do que não é tão legal assim, do meu ponto de vista - que fique claro - em termos de décor de festa e afins.

Então, como eu sou muito legal e adouro ver o desmantelo, vamos lá.

1. Como citei no post famigerado, acho lembrancinha com foto, tipo a caixa com a foto na tampa, ou um desdobramento mais narcisista, como a caixa toda com a carinha da persona, uma breguicezinha. E quando a lembrancinha é uma foto? Me ajude. Quando a fotinha é para sua vovó, para sua titia, já acho uma coisa assim pois é né, imagine a foto ser o presente da festa, aquela coisa eu sou o motivo, a causa, a razão o tudo. Se ajude. Então, fotinha em lembrancinhas ou foto de presente é uma coisa tosca.

2. Banner com foto do aniversariante ou noivos em todos os lugares da festa. Nossa Senhora do Nó Cego. As vezes tenho a impressão que o excesso de banner é para esconder algum buraco na parede. E são sempre as fotos mais aterradoras. 

Adendo: mas acho lindo um cantinho (ênfase no cantinho) com fotos fofinhas vintage ou de momentos especiais em porta retratos lindos. Um varal também é simpático. Algo assim.

3. Ensaios fotográficos escrotos exibidos como slide em telões com música u-ó.

4. Aliás, cuidado com a fotografia da festa, com o profissional que vocês contratam, porque além do resultado final tipo pesadelo, a criatura humana pode proporcionar uma série de incidentes nefastos durante a festa, tipo, convidado constrangido e esbarrão na mesa do bolo.

5. Decoração com estampa de bicho (para quem é analfabeto, é a tal da animal print) o terror da cachorra louca. Cafona c.a.f.o.n.a, chega a me causar dores. Uma existência que organiza uma festa com décor de bicho deveria dar de lembrancinha uma cartela de analgésicos e anti-ácidos. Um rim novo, talvez.

6. Decoração vermelha é osso. Decoração dourada aussi. Se você não pode contar com um decorador maravilhoso, como os da Martha Stewart, escolha uma paleta clássica, tipo branco, verde e creme, que não tem erro. Quer dizer, tem, mas né, é mais difícil.

7. Quando a roupa da persona combina com a decoração acho meio escroto. Existem nuanças, sabe?

8. Chinelo tipo alpargatas não preciso nem aprofundar o tema, né? Chinelo personalizado? Lindo, o povo pisando na tua cara, nhoin.

9. Bolo artificial (decorativo) é o erro. Já falei disso em algum momento por aqui. É deselegante, é feio, é, como nome já indica, artificial. 

10. Economizar com serviços básicos, tipo comida, bebida, servir qualquer coisa e de qualquer jeito. economize e faça uma viagem que é melhor.

Adendo: odeio cajuzinho.

Inté.

Imagem: Guy Bourdin in 1983.

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Bokeh de mentirinha, lindo do mesmo jeito

>> terça-feira, 6 de março de 2012


Todo mundo que curte fotografia caseira e é assim, afeito a cousas fofinhas, cutecute coisa e tal, já viu reparou, nem que seja de soslaio, em fotinhas com coraçãozinhos, bolhas e um monte de outros efeitinhos em luz. Dai fica se perguntando como pode, como assim, alguém ajude, por favor. 

Quem se informou e foi atrás descobriu que este efeito é um tipo de bokeh, que precisa de uma câmera com lentes grandinhas, ou seja, semi-profissionais ou profissionais, tipo a rebel T2i.  Dai é papel e recorte do formato que se deseja pra se divertir. Tem post super interessante sobre bokeh personalizado no Dicas de Fotografia.

Dai minha filhota Kelly, que super ama fotografia (mal de família) conversando com uma colega (oi Adrielle, vou fazer bolinho arco-íris pr'ocê ♥) deu a dica de um site, o pixlr- o - matic, super bacana, tipo o picplz, que aplica esses efeitos, que funcionam como filtro na verdade. Usando fotos que tenham luzinhas fica super irmão do bokeh personalizado com imagens avulsas. E é tão divertido rs.





Bisous.

Imagens: feitas por mim com uma Sony Cyber-Shot DSC-W530 com efeito do pixlr.

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Foo Fighters e o ♥

>> terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


Uma das coisas mais legais de se escrever um blog é encontrar pessoas bacanas pra discutir e portanto trocar ideias sobre tudo, a vida, a luz do dia, o sabonete cheiroso da Granado, o filme ruim da Streep (que a gente vai assistir só porque é com a Streep) e, música. 

Perto de completar um ano que o blog está com os comentários desabilitados nem se engane, porque mantenho contato direto com os leitores, uns assíduos 'correspondentes' e outros que aparecem aqui e ali. Uma desses leitores, de Sampa, da Vila Mariana, que sempre me escreve, envia imagens, dá um monte des idées (e me conta fofocas da Bienal) é a Manu-Manuella.

Manu-Manuella que me escreveu hoje, toda brava, que como assim eu não assisti o Grammy pra ver o Foo Fighters ganhar um monte de gramofone dourado e ouvir Dave Grohl, aquele lindo, falar que musica é coisa do ♥? 

Pra me redimir, deixo aqui pra todo mundo que ama Foo Fighters que nem Manu, que nem iô, que acompanho a banda desde 96, a música que eles tocaram no danado do Grammy, Walk. Porque com Grammy, sem Grammy, Grohl, de verdade, sempre fala de ♥.


Bisous.

Imagem: do clip de Walk, inspirado no Um Dia de Fúria.

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Caminhando, em dourado, com Priscila Vanzin

>> terça-feira, 19 de julho de 2011

Mais uma fofa dos blogs de moda que valem a leitura, cousa cada vez mais rara (e rara e rara e rara...) por estes dias, na verdade últimos anos, portanto leiam pessoas lindas como Priscila!

Fiquem com Priscila.

In my (golden) shoes: "Amo sapatos dourados. Mesmo no quesito quantidade, ganham dos pretos e marrons. Quase empatam com os azuis (mas essa já é outra história). Minha licença poética para peruice é limitada aos pés. Odeio brilhos, balangandãs e acessórios à lá Porcina. Mas meus queridos sapatos dourados... ah, esses tem lugar cativo no meu coração. Em sentido horário, o mais novo: um peep toe dourado da Arezzo, comprado por pouco mais de 100 reais. Uma pechincha pela lindeza! A estreia aconteceu no casamento da Fê Jaques (minha querida ex-dupla de blog), onde dancei horrores e aguentei no osso, até o fim da festa, sem tirá-los. Já a sandália do meio, essa sim, quase de graça - R$9,90 num outlet -, é da Via Marte e foi muito usada em baladas e para irritar um ex namorado (que achava meio ridículo tanto apreço pelo 'ouro'). O scarpin - da Schutz - comprei especialmente para minha formatura (em 2006, super se usava bico fino, tsá?). As duas sapatilhas são da Melissa e já estão bem gastas. Usei horrores, afinal, dourado é quase básico. Combina com muita coisa. Na minha cabeça, pelo menos. ;p"



Inté.

Imagem: gentilmente cedidas por Priscila Vanzin do Trapo.

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Caminhando com Fernanda Jaques

>> terça-feira, 12 de julho de 2011

Achei a cousa mais linda voltar com o caminhando justamente com imagem de sapatinho de noiva, porque  como já cansei de mencionar, foi assim que este dileto lugar virtual veio à baila.

Ainda mais quando é o sapatinho de noiva duma pessoa que super admiro pela escrita e trabalho como Fernanda Jaques.

Fiquem com ela.



Essa foto foi tirada durante uma das provas do meu vestido de noiva (note que a unha está cinza, incansável né?), pela minha mãe-fotógrafa-de-horas-vagas.

O sapato em si não é o mais lindo que eu tenho, nem o mais caro (aliás comprei pois estava super barato), nem o que eu mais vou usar (branco, oi?) e muito menos o mais confortável (saí da festa com os DOIS pés machucados, tipo assim, faltando pedaços hahahaha). 

Porém, tudo que girou em torno do casamento vai ter sempre uma histórinha, uma lembrança e um lugar especial no meu coração. 

PS: o sapato não tinha detalhe nenhum além de um laço bem sem-gracinha. Comprei dois broches iguais (com brilhos e pérolas) e dei uma melhorada nele. Viva o DIY!

PS2: o casamento foi no dia 28/05 :)

Beijos darling, espero que tenha servido para alguma coisa!

Serviu pra tudo, Fernanda sua linda ♥!

Bisou.

Imagem: gentilmente cedida por Fernanda Jaques.

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Audrey do dia

>> segunda-feira, 27 de junho de 2011


De sombrinha.

Bisou.

Imagem: gentilmente cedida por Juliana Françozo.

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Caminhando com Mars e Carlota

>> terça-feira, 31 de maio de 2011

 A gente encontra com gente de tudo que é tipo e qualidade por esta vida e é muito bom quando podemos encontrar com gente linda de tudo, especialmente de alma bonita. A Mars é dessas pessoas lindas de tudo. Mas é assim, lindalindalinda que nem eu costumo dizer, sabe como? Daquelas que nos fazem parar, pensar, sorrir, chorar de emoção.

Fiquem com minha querida Mars e Carlota.

Eliza,

Quando descobri que seria mãe, eu já havia passado dos trinta (uns sete anos!), foi fascinante. Descobri e imediatamente me tornei.
Aconteceu como um estalo, um click, uma mágica...
Logo nos primeiros dias de maternidade, eu e minha filha já tínhamos a cara e o jeito uma da outra.
E hoje, já caminhamos juntas. Sempre de mãos dadas e corações agarrados.
Somos uma. Uma da outra.



Maristela e Carlota.

O amor, né não?♥
Inté.

Imagem: gentilmente cedidas por Mars.

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Caminhando com Fernanda Taube

>> terça-feira, 24 de maio de 2011

 Fernanda é daquelas pessoas que ativam a sua mente, sabe como? Que te instigam com ideias, que te tiram do lugar comum, muito mais do que substratos de livros, o que já é bom, substratos de vida.

Leiam Fernanda no Pretta e um pouco com  a gente, neste caminhando.



Sapatilhas tipo 'aladin' tem toda essa pompa de ser empinadinha, se achando mais que as outras. Porque quem tem que se adaptar à curvatura é seu pé, ela não se alinha ao chão tão fácil. Soberba, eu diria.
Gosto especialmente dessa porque reflete meu estilo, que é bem básico. E foi difícil achar uma sapatilha preta assim, sem muita firula. Acabei me apegando demais a ela, queria durasse a vida toda.
Beijos grandes,

Fernanda


Fernanda sua linda ♥!

Bisou.

Imagens: gentilmente cedidas por Fernanda Taube.

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Caminhando com Amanda du Balaio

>> terça-feira, 17 de maio de 2011

Pra começar eu adouro o nome do blog de Amanda, Du Balaio. Amo o trabalho da Amanda, conhecem as lindezas? Pra terminar acho Amanda uma pessoa super querida, meiga, um encanto.

Fiquem com Amanda e seu chão de madeira lindo, geladeira retrô amarelo pastel, papel de parede, cadeira Marimekko e um sapato chic ♥ !



O meu sapato favorito. 

Porque ele é chic, dourado, mega confortável e me faz sentir rica!
A foto do look com o vestidinho e a geladeira ficou a cara de um comercial antigo da Brastemp!





Rica!

Inté.

Imagens: gentilmente cedidas por Amanda Monteiro.

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