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Quer emagrecer? Bebe cachaça.

>> quinta-feira, 8 de agosto de 2013



É sério! Nunca conheci cachaceiro gordo. Fora que é uma coisa meio cult, degustar cachaças envelhecidas da Paraíba, custando 500 moças da república a garrafinha.

Mas vamos lá, eu estou meio que de saco cheio dessa volta da moda fitness, que está assim, esgotada, muito por conta das redes sociais, que estão aí, para esgotar os temas até não sobrar mais nada. Acredito que isso dure até nêgo se estapear pelo último pote de proteína sei lá das quantas.

E eu não tenho nada, absolutamente nada, contra a geração saúde, até porque eu sou meio que afilhada. Sempre estive no meu peso ideal (quando não, abaixo), sempre pratiquei exercícios (mas os que me davam prazer, tipo correr no Parque Parreão em Fortaleza... êta saudade), sempre tive barriga negativa, mesmo após ter os meus bebês, comecei na Yoga em 1997, antes de virar, sei lá, status por causa da Madonna. E sempre fui louca por saladinhas verdes, folhas, sucos de fruta sem açúcar e houve época de quase virar vegetariana, não por querer ficar mais magra, mas por dó mesmo dos bichinhos, coisa e tal. Mas essa coisa de vegetarianismo não dá pra mim, porque eu adoro peixe e peixe é peixe, peixe não é vegetal (apesar de que tem fofo que se diz vegetariano comendo peixe, aí né?). Mas eu sempre conheci o meu lugarzinho, de saber que esse posicionamento de vida é uma postura minha, é uma opção particular, e deixar as pessoas comerem picanha em paz. 

Daí o povo pró-fitness, que começa numa bateria de exercícios e alimentação de maratonista olímpico, com suplementos, restrições o-di-a-bo-a-qua-tro, começa campanhas de "parem de comer peito de peru, porque tem nitrato e sódio" ou postam fotinhas com seus corpinhos de ciclista do Tour de France (que a gente sabe, a base de muita substância escrota), "bom dia pra você que está na fila do McDonalds". Ah minha gente, melhore. Pior é que este tipo de gente se acha assim, exemplo a ser seguido. E não, você não é, por mais bacanudo que esteja o seu corpinho. 

Sabe por quê? A tia Eliza explica, porque o peito de frango, criado, literalmente,  na titica nos aviários, que você come grelhado na sua frigideirinha teflon, que solta substâncias cancerígenas quando aquecida, fora isso tudo, está cheio de hormônios. Ou seja. A sua salada está cheia de agrotóxicos, seu adoçante é químico e você não vai querer que eu fale do whey, né? Então deixa as pessoas da fila do McDonalds em paz, porque você não é exemplo de saúde, você, no máximo, é exemplo de um corpo que a nossa geração elegeu como o corpo ideal.

Exemplo para mim é aquele povo que trabalha na roça, na própria terra, que come o que planta e cria, do tipo que ainda combate praga com chá de cravo e cânfora. E todos tomam aquela cachacinha, e todos que eu conheci eram absolutamente magérrimos, lindos e felizes, vivendo suas vidas longas e longas, como é o dia no Sertão.

Inté.

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Ainda sobre blogs/vlogs de livros e chega

>> sexta-feira, 2 de agosto de 2013



Ontem eu desabafei as minhas mágoas literárias (que nada, era só sobre blogs/vlogs de livrinhos) e o povo não entendeu. 

Minha gente, não, eu não quero que todo mundo pense como eu, senão eu escreveria um blog sobre literatura e tão somente literatura. E fechado. Convidaria só os meus amiguinhos de letras coisa e tal. E não, eu não procuro um blog de crítica literária, até porque já existem vários, que se dão ao trabalho de trazer a cada postagem uma resenha, quase aos moldes acadêmicos, crítica, sobre determinado livro coisa e tal. Nem tanto o céu, nem tanto a terra.

Eu apenas queria não encontrar tanto despautério, como por exemplo, gente comparando Meg Cabot a Jane Austen. 

A coisa dos clássicos, o que é um clássico, quem diz o que é clássico, etcetera coisa e tal. Não adianta eu vir aqui e explicar o que é o estudo de literatura ou da ciência sem nome, como chamavam os gregos milênios a/C na Poética Clássica. Não adianta, porque, Vitor Manuel à parte, a academia faz questão de manter o seu conhecimento hermético, gerando essa desassociação com o público em geral, por pura picuinha acadêmica. 

Se o conhecimento que aprendemos na universidade fosse transmitido, sem essas doses homeopáticos, para a escola, eu sinceramente acredito que tudo seria muito diferente. É por isso, também, que via de regra, o intelectual é tão rechaçado e até, ridicularizado, quando na verdade, quem deveria levar uns cascudos é o pseudo intelectual contemporâneo (porque todas as épocas têm sua safra de pseudo-intelectuais, inclusive com títulos), que quer ser legal, descolado e que arrota Backtin e demais russos escrotos. Sim, Backtin é um nome importante, mas de uma visão filosófica do estudo de literatura, e uma leitura filosófica marxista, que muitas vezes, parece fruto de uma experiência extra-corpórea, por mais antagônico que isso pareça. O que eu quero dizer é que, a maioria desse povo de blog/vlog que, quando quer respaldar a sua opinião, cospe o nome do Backtin, é por pura balela. Backtin não é assim não, minha gente. E como afirmei, por mais profundos que sejam os estudos dos filósofos russos como Backtin, é apenas uma maneira de sorver literatura. E existem tantas outras. 

No dia em que mais alguém puxar um papo com o Insgarden, quem sabe aí eu volto a ter esperanças. Até lá, sigo só, escrevendo desse meu jeito dissonante.

Inté.

Imagem: Foucault é outro ótimo exemplo, como Backtin, do respaldo teórico dos incautos. Se todos que citam Foucault e Backtin realmente entendessem dos seus estudos, das duas uma: ou estaríamos vivendo uma primavera intelectual (medo disso) ou a perda total da tampa da chinela (ou chinelo, ambos são dicionarizados e aceitos, conforme a norma. Vão se lascar).

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Aleatórios da semana - vi, provei, ganhei, perdi..

>> quinta-feira, 11 de julho de 2013



Vi

Tem uma canal nova que eu estou assim, encantadinha, o nome é Arte 1, muito legal. Julieta dos Espíritos do Fellini passando assim, às 10:30 da manhã. 

Dia desses assisti aquele documentário Edifício Master (que era tipo, um inferninho em plena Zona Sul carioca, hoje é um prédio mais familiar; deveria ser mais interessante antes, mas tudo bem), e eu achei assim, surpreendente. Conta a história do prédio, que fica em Copacabana, meio que através das estórias individuais dos moradores. É muito melancólico. O documentário tem uns 10 anos e eu fiquei me perguntando sobre aquelas pessoas, o que foi feito delas hoje.

E por falar em documentário, o meu documentarista favorito, Herzog, dia desses, assisti finalmente a versão dele para Nosferatu. Acho que foi no Cine Conhecimento do Futura. Os puristas vão me odiar, mas preferi a versão do Herzog. Mas eu gosto do Nosferatu velhão e mudo, coisa e tal aussi. Contudo, a versão trintona do Herzog é bem boa, porque brinca com a coisa do surrealismo com mais recursos (nem tantos assim), só que ainda com aparência teatralesca. Eu gostei.

Provei

Frapê de coco da Ades, é de longe o melhor produto da marca, é uma delícia, muito bom, gente, sérião. Super recomendo até puro. Por que até puro? Porque usam para bater com berries e banana congelada. Que fica uma loucura de bom, mas puro é delícia também. Aliás eu virei a louca dos sucos, vitaminas e smoothies. Mas sempre fui conhecida por 'coelha comedora de matinhos', inclusive minha filha Vivi sempre comenta "minha mãe e seus matos", se referindo ao meu hábito de comer vegetais, que por sinal foi ensinado a ele, que não curte, mas é forçada a comer ao menos um pouco. Eu como 'mato' e troco refri por suco numa boa, porque eu gosto mesmo. Quando a gente vai num japa, eu sou a única a comer todos os verdinhos e legumes cortadinhos daquele jeito lindo, enquanto o povo come os makimonos fritos coisa e tal. Eu gosto, mesmo e não é modinha fitness.

Ganhei

Meu filho, projeto de engenheiro, achou um sebo no Grogoatá (Niterói) que por 20 moças da república você leva sete livros. O erê precisa de mais traquejo para escolher livros, mas no comboio ele me trouxe duas edições do Ruy Barbosa e achei foi lindo.

Perdi

E por falar em livros: pqp, eu perdi muitos livros. Contabilizando, passou de vinte e eu parei de contar e comecei a chorar de desgosto. Sério, eu chorei mesmo. O último que me dei conta que não mora mais comigo é uma edição fofinha da Editora UFC (eu acho que era...), Lucíola do José de Alencar (estou devendo o post dele, autor injustiçado, aguardem ;)). Era tão bonitinha a edição :(.

Foto

A foto que ilustra este post acho que é de 2006, quando minha amiga e irmã Bel foi para a Alemanha pela primeira vez. Hoje ela mora lá, na terra do querido Goethe. À época ela levou minha câmera analógica e fez um monte de imagens cheias de lirismo e poesia, como esta do moinho. Pois esta minha amiga vai já já começar um segundo mestrado, em tradução! E o orgulho? ♥

Bisous.


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Instagramadas da semana

>> quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Dias corridos, muitas coisas por fazer e decidir (depois conto tudo), então esse meu lado fotografia fica um pouco de lado por agora. Mas alguma coisa tem para se mostrar, né mesmo? Pois então.


Ainda não alardeei para meio mundo (não tardará) que abriu uma Zara Home aqui no Rio, no Village Mall. Achei a loja pequena, mas tipo, um pequeno prazer e um convite à falência. Não pelos preços, que não são lá tão altos assim, mas pela belezice das cousas. E muita fadinha para todos os lados. Essa caneca fuefa é de lá, custou 15 mocinhas da república.




Amo tirar fotos de flores. Essas florzinhas cor de rosa pó, que nem sei o nome, eram duma delicadeza que ai de mim. Não trouxe pra casa porque certeza que não sobreviveriam ao forninho que é minha mini área verde.


Estava batendo uma luz incrível (aliás, a úncia coisa bacana do verão, a luz e os dias de céu escândalo entre rosa, roxo e laranja). A foto não captou toda a beleza, porque a câmera do iPhone tem lá seus problemas existenciais. Mas ficou bonitin'.



Mensagem boba de Valentine's. Tenho mini abuso de quem implica com a gente que é "colonizado" e que curte besteiras como o dia de São Valentim ou o Halloween. Essas pessoas são tão menos colonizadas, né? Nunca tomaram uma Coca-Cola na vida. Por favor, morram ao menos por meia hora.


Um sinal dos tempos novos que virão. Nhoin.


Essa foto não é a do Instagram mesmo, porque a do IG não ficou salva e eu sou iBurra e não sei como que faz pra salvar do IG para outro lugar. Mas então. O nascer do dia estava tão rosa que a luz colorida atravessava a janela.




Essa eu roubei na cara dura do IG @opertivideo. E por que? Repararam nas ilustrações na ponta do lado direito? São La Coloriste. Aliás, meu primeiro trabalhinho La Coloriste, a série Tsurus, meninas e passarinhos. Tão lindo ver minhas filhinhas de papel e tinta vivendo a vida felizes da vida por aí ♥.

Bisous.

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Pride and Prejudice 200 anos de ♥

>> quarta-feira, 30 de janeiro de 2013



Esta semana Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito) de Jane Austen completa 200 anos de vida, vida esta bem vivida e lida - o que é mais importante - passada de geração em geração, ainda com a energia e vitalidade que é característica primeva de um clássico, porque Jane Austen é isso, um clássico.

Pride and Prejudice não foi a primeira história de Jane Austen que veio até mim, este lugar é de Sense and Sensibility, que aliás, é favorito inté hoje. Mas decerto o romance de 1813 é um dos mais queridos. Lembro-me bem quando li, meados da décadas de 1990, edição pocket da Pinguin Popular Classics, na biblioteca do Ibeu (meu curso de inglês da adolescência). Lembro de me divertir lendo todo o vigor pueril de minha chará Elizabeth Bennet ou Lizzy Bennet para os íntimos. 

Jane Austen colocava muito de si em suas mocinhas literárias, que eu carinhosamente chamo de 'mocinha Jane Austen', tanto na cousa da mulherzice, tanto pela cousa da valentia de caráter e de pensamento.

É uma delícia ler Jane Austen, se ainda não leram, se façam este favor ♥.

P.S.: a querida editora L&PM, que nos possibilita encher nossas prateleiras do melhor da literatura mundial a preços módicos, está com uma promoção lindalinda, que envolve criatividade, amor a Jane Austen e fotinhas. Clica aqui para saber ;) .

Bisous.

P.S.: confiram o simpático e fofo blog Jane Austen em Português.

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Impressionismo, Paris e a modernidade

>> quinta-feira, 10 de janeiro de 2013


essa foto é de um espaço para interação, acho que para crianças, quase choro quando vi o tamanho do painel das bailarinas de Degas

Semana passada finalmente consegui conferir a exposição dos Impressionistas (Impressionismo: Paris e a modernidade, direto do Musée d'Orsay) no CCBB, um sonho para alguém que ama as artes, a França e o Impressionismo, como euzinha. E veja bem, se você ainda não foi, acredite, ainda dá tempo. Aliás a exposição está com horários alternativos, terça e sábado das 9 h às 0h e parece que terá algum dia com estacionamento de graça, acho que sábado e domingo agora, dias 12 e 13, quando acaba a exposição, o que é muuuito legal, porque ninguém merece o Cortes Menezes e seus valores insanos, tampouco deixar o carro nas ruas no Centro do Rio. Como?

Mas vamos lá à narrativa dos fatos que, quando se referem a minha persona, sempre são algo de insólito. Uma fila dando volta no prédio lindo do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), que não é necessariamente insólito, porque sim, brasileiro gosta de conferir exposição de arte, especialmente quando é  de graça e algo meio manjado (lindo, eu amo, mas o Impressionismo é manjado, é quase a cara do intelectualóide que aprecia 'azarte'. quero ver nêgo passar quatro horas em fila para conferir instalação de cesto de papel picado no Brésil). O quê mais? Chuviscando, cercados por toda a fauna do Centro do Rio, como vendedores de biscoito Globo, a pipoca mais inflacionada do Hemisfério, travestis surtados (a melhor parte) e gente u-ó na fila. Como Thiago é um santo, ficou guardando lugar e eu fui conferir as exposições do Centro Cultural Correios, vaziovazio, outro prédio lindo, com escadaria de madeira e elevador antiguinho, daqueles abertos e, com coisas lindas se passando por lá, como a exposição da vida de Mário de Andrade e uma exposição de fotos de moda, que até me fez rolar uma lágriminha, nhoinn.

Quando a fila andou metade do quarteirão, voltei, só que mesmo com toda a horinha que fiz, ainda assim foi uma eternidade na bendita da fila. Coitado do Thiago que ficou o tempo todo. No total foram três horas - isso mesmo, minha gente - três horas com toda a fauna descrita e mais outros exemplares, como a criança pirada e mal educada se jogando nas pessoas com nintendo na mão. Adendo: o mesmo fedelho passou a mão em algumas telas - pois é, eu tive ímpetos assassinos, mas como sempre, me controlei, porque né.

Vieram muitas telas, um monte de Renoir (chéri Renoir) e Monet que vocês todos conhecem, para se apreciar e brincar de perto e longe, para conferir o efeito impressionista das telas, procurar o foco de luz (onde tem mais tinta clara), para encontrar o tema do quadro (funciona muito com a tela do Degas - a única que veio, infelizmente). Mas prestem a atenção para a tela Le Bain de Stevens, repare no que está na saboneteira na parede.

Apesar das três horas de fila (leva esse mesmo tempo no d'Orsay?), as criaturas estranhas, dos mal educados, e do roubo dos estacionamentos do Centro do Rio, fora a impossibilidade de se tomar com café na Colombo que estava abarrotada de turistas e locais surtadinhos no ladrilho hidráulico, vale muito a pena.

 o livreto da exposição, que consegui com muito esforço, porque vamos dizer que a distribuição estava uma cousa assim, maçônica.

 Kelly achou esta Tour Eiffel na rua


  eu e minha obsessão por Renoir. a tela escura, minha favorita, não veio, porque está no museu Pushkin em Moscou, daí né


o folhetão da exposição, este é fácilfácil de conseguir

Bisous.

Imagens: T2i

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Instagramadas da semana

>> quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


Minha sogra me disse que minha casa está parecendo casa americana de filme de natal, cercada de luzinhas, estrelas, toda brilhosa. Mas não é a única, o condomínio está lindolindo, quase todas as casas iluminadas. 

E é bom chegar a janela e apreciar as fairy lights (luzinhas de natal).




detalhe da mesa de amigo secreto da festa da minha Kelly.





o novo lugar favorito de Miu.

primeira foto de dezembro :o)


Eu sei, eu sei, é vagabundinho, mas é tão lindo *_*. Os olhos mexem, está decorando o quarto das meninas. Comprei me lembrando do relógio de parede do Gato Félix.

Bisous.

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Uma árvore rosa de natal ♥

>> terça-feira, 27 de novembro de 2012



Vocês que me lêem e que me acompanham em fofuras, em surtinhos e siricuticos felizes sabem o tanto que eu desejava uma arvorezinha de natal cor de rosa, bebê, pó, pálida como tem que ser um tom pastel e bochecha de erê levadinho.

A vontade é antiga, de quando vi pela primeira vez uma árvore rosa, nas Americanas do Centro de Fortaleza. Na verdade era quase pink, aquele rosa mais forte. Mas era tão linda, viva: rosa. Só que aconteceu que não comprei, deixei passar e fiquei com essa coisa da árvore rosa na tête (cabeça). Daí que em 2010 tudo voltou quando li sobre a árvore rosa de Isabela Capeto, que era linda, que era festejada e que havia sido comprada na Saara (Centro popular de compras aqui do Rio) por uma bagatela. Mas óbvio que não encontrei.

Em 2011 vi uma coisinha pirrototinha e cor de rosa clarinhaclarinha que só ela no blog fofura Series of Serendipity. E fiquei louca. Onde, como, quando, como assim? Mas não consegui encontrar de novo a danadinha da árvore rosa e mais um ano se passou. Tudo bem.

Esse ano decidi com força e fé que encontraria a lindinha da minimini-árvore rosa bebê. Consultei daqui, aperreei dali, o que culminou no fatídico dia em que servi de suporte de gps, numa tarde quente, do Wal Mart Sam's Club (aquele treco próximo ao North Shopping) ao Wal Mart Supercenter Tijuca (porque no primeiro não encontrei a árvore rosa, mas sim um mundo da versão roxa e eu queria rosa bebê), já sem esperanças, para enfim dobrar um dos corredores e ouvir minha Vivi dizendo: é essa, mãe? Nhoinn *_*.

Óbvio que dei gritinhos e pulinhos de alegria, porque sim, eu tenho problemas, mas vocês já sabem disso, né? Pois é.

 E seguem fotinhas felizes ♥


A rainha (ilustração) quis dar um oi pr'ocês.


decorei basicamente com bolinhas douradas (também compradas no Wal Mart - menos de 3,00 moças da república) e fitinhas e rendas dessas que a gente compra em armarinho por 0,50 o metro. a borboleta lindalindalinda é Tok&Stok.



os livrinhos lindos são meu presente de natal antecipado, comprados na Amazon, conto tudo depois.


dragées (amêndoas açucaradas) também compradas no Wal Mart por 2,00 o pacotinho vem um punhadinho de delícia candy color.

Agora o serviço.

A árvorezinha é bem arvorezinha mesmo, é pecurruncha ou como prefiro, pirrototinha. Mede uns 50 cm e é toda rosa, até os pesinhos *_*. Vem em um saquinho plástico, fechadinha. Encontrei no Wal Mart.

Não, o Wal Mart não me patrocinou, mas estou aceitando ser paga com um lote mensal de dragées rs.

Bisous.

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Esmaltes Granado ♥

>> sexta-feira, 9 de novembro de 2012


Um dos vícios que cultivo com carinho, zelo e esmero desde que cheguei ao Rio de Janeiro, os produtos da Granado. Que são uma delícia, baratinhos, lindos, com uma carinha retrô que dá vontade de chorar. Fora que, uma vez no Rio, bonito é ir até uma loja da Granado e se encantar, ficar doida nas lojas da marca, com chão de ladrilho hidráulico, vitrinas com gaiolas, máquinas registradoras antigas e frascos gigantes de boticário. Sei que estou me repetindo, que sempre que escrevo sobre a Granado aqui no bloguito é assim, mas não tem jeito, não consigo evitar, porque eu queria morar numa loja da Granado rs. 

E qual não foi a minha surpresa e contentamento quando recebi o e-mail da pré-venda dos esmaltes Pink Granado? E a inspiração?  Musas da Era de Ouro do Cinema. Minha gente, alguém me ajude. Já estou querendo e morrendo muito por Ava, por Greta, por Ginger, por Rita e Liz. Tudo aqui

Não, não é um publieditorial ;) .

Bisous.

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'Instragramadas' da semana

>> terça-feira, 6 de novembro de 2012


Demorou, mas cheguei para a sacro-santa postagem nossa de cada dia. E o cabimento? Mas foram vossas mercês que me deram. .

Como nem todo mundo tem Android, iPhone ou algo que o valha, deixarei aqui e ali, quando eu lembrar (porque né) alguma instagramada (não sejam puristas da língua e chatonildos de plantão ;) ) para mostrar como eu não tenho o que fazer e ao invés de tirar fotos com a T2i, para ver se melhoro, fico fotografando feito doida com o iPhone e usando filtros fofos como se eu tivesse uns 12 anos. Vocês me adouram, né? Pois é.

Não vou prometer nada, mas acho que devo voltar com algum escrito que preste, que muito provavelmente vai deixar alguém aborrecido e me xingando pelas redes sociais de pseudo-intelectual, filha de chocadeira, mal amada e demais desdobramentos das carambolas.

Gosto muito de sair por aí fotografando causos, curiosidades. Já cliquei algumas coisas bem interessantes. Ou inusitadas. Desde que cheguei ao Rio tem sido menos corriqueiro, porque não ando muito, ao menos não como eu fazia em Fortaleza (eu 'friviava' a cidade toda). Aqui não me arrisco e quando saio com Thiago, ele não me deixa tirar a Canon da bolsa. As vezes concordo com ele, as vezes acho que é neurose, porque afinal, existem dezenas de fotógrafos com lentes muito mais caras que a minha câmera toda. Na verdade custam mais que o meu saudável rim no mercado negro. Mais que o de vocês também, não duvidem disso. Sempre que eu posso dar uma fugidinha, pra mode bater perna, sempre clico algo curioso, engraçado, tosco, ou seja, cheio das interessâncias.

  Uma coisa do internetês gringo que a gente adotou, que caiu no desuso, mas continua sendo lol

 Tem uma avenida aqui por trás dos mentes chamada Guadalajara (é avenida?), que a quase ex-prefeita convidou uma galera boa para grafitar e ficou muito bacana. Certeza que não vai durar.

 Gente, isso só tem aqui, expresso de açaí? Eu acho que só tem aqui. Adouro. Minha família paterna todinha é paraense, então sempre tinha açaí lá em casa, e óbvio que eu odiava, porque nada tinha a ver com esse açaí da Bibi Sucos & cia, cheio do açúcar e misturado com banana, muito melhor que qualquer sorvete, pra comer com cereal, granola e caldas, nhammm. Mas o expresso, imagina aí, quase coisa de gênio!

 E eu reclamando que não tinha capinha fofa de iPhone em canto nenhum por aqui, mordi bonito a língua, porque me deparei com estes Rilakkumas do nada. Tudo bem, eles são xing-lings do xing-ling, mas né? 

 Ta-ta-tapioca ta-ta-tapioca. Alguém lembra? Ô forró do meu abuso, mas eu sei a letra toda. Hoje em dia decoro, sem querer, funks cariocas, porque infelizmente essas porcarias grudam na memória. Osso. Mas goma é tudo.

 Gente, eu não curto cajuína, imagine cara assim, mas tinha que registrar por memória afetiva. Amo refrigerante de caju São Geraldo, que fique o registro.*_*.

 Achei encantadora essa plaquinha, quero uma rs.

 Parede nerd total, com algumas capas do HQ do Thor, fica num lugar super bacana em Nova Iguaçu (sim, isso existe), Viking's. Cervejas importadas e comida boa em abundância. Porções generosas, sabe como? Óbvio que se meu cunhado alemão vier comer por aqui vai achar tudo de mentira e americano, mas deixa quieto.

 Pedido do marido, t-bone com batatas gratinadas no molho branco e queijo. Achei mais legal, bem servido, mais do que o similar do Outback

E isso aí, minha gente, é um hamburger de costelinha no pão preto com mel. Vocês não estão entendendo.

E até a próxima.

Bisous.

Imagens: http://instagram.com/elizaleopoldo

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Meme das 11 cousas

>> quinta-feira, 20 de setembro de 2012



Houve um tempo nessa bloguelândia que a gente amava muito memes. Repassava, ficava colega do blogger vizinho, por afinidades ou justamente por falta de afinidades. E como isso pode ser bacana  e inspirador, porque respeitar a opinião alheia é tão precioso, né? Pois é. É difícil, eu sei, ninguém está afirmando o contrário.

Estes dias estou fazendo algumas pequenas modificações no bloguito, como a página de links, com gente nova, mantendo alguns bons endereços e incluindo gente que sei lá porque diabos esqueci de colocar como blog querido, tipo In Wonderland. E foi lá que encontrei um meme, que me lembra o '10 cousas aleatórias sobre mim' (que o povo tanto pede e que já estou com saudades, olha o cabimento) e resolvi deixar por aqui.

 REGRAS 

Write 11 (random) things about yourself on your blog; 
Answer the questions the tagger set for you and create 11 new questions for the people you tag; 
Choose the next 11 people to tag and link them on the post;
Go to their page and tell them you have linked him or her; 
No tag backs; 
You must post these rules. 

 11 coisas aleatórias sobre mim: 

1. tenho um cachorro, o nome dele é Benji, que nem o filme;
2. tenho um gato, o Miu, famoso no Instagram;
3. os dois achei na rua, sendo que Benji foi abandonado pela antiga dona, minha ex-vizinha;
4. apesar do meu amor por Benji, o meu coração é mesmo dos gatos, não posso ver um que amoleço;
5. mas tenho alergia a pelo de animais;
6. tenho compulsão por listas; 
7. eu dormia ouvindo Björk e algumas pessoas atribuem a minha insanidade a isso;
8. mordo cutícula e isso não é legal;
9. tenho abuso de piqui, me dá muito enjôo;
10. tenho loucura por piso de madeira;
11. não sei contar moedas.. 

 As 11 perguntas da Paula

 A primeira coisa que pensou quando acordou hoje foi?
Acaba setembro.

 Há quanto tempo não fala “eu te amo” para alguém? 
Olha ai, que disso não morro, porque falo todos os dias eu te amo para os meus erês, para Thiago, para Miu, Benji, para minhas flores, minha árvore da felicidade, eu sou brega.

Doce ou salgado?
Doce.

 Prefere caminhar ou correr quando começa a chover? 
Caminhar, não sou feita de açúcar.

Coleciona alguma coisa? O que? 
Adouro coleções! Coleciono câmeras fotográficas, bules e porcelana antiga e/ou fofa, clips abandonados, fora as coleções que quero começar, tipo a de frasquinhos antigos da Avon.

Acha datas importantes? 
Super.

Tem alguma ‘só sua’? 
equinócios de primavera e outono, são dias muito especiais para mim.

Bicicleta, carro ou moto?
Tenho pavor de moto, acho bicicleta lindo, mas não sei andar (e já derrubei quem tentou me levar de carona). Por mim, iria a pé para todos os lugares, mas né. Então vou de carro com ar condicionado.

Qual a maior besteira que já fez na sua vida? 
Confiar em pessoas que eu sabia que não poderia confiar.

Quando era pequeno já tentou fugir de casa? 
Não.

Um sonho de consumo. 
Viajar.

Qual a parte do corpo preferida? 
Mãos.

As minhas 11 perguntas

1. Você sabe os números dos seus documentos de cor?
2. Já passou vergonha em público? Conte!
3. Já discutiu com alguma "figura de autoridade" e saiu por cima? Relate!
4. Sabe cozinhar? Se sabe, o que mais gosta de cozinhar?
5. Qual é a melhor lembrança da sua infância?
6. Atualmente, qual perfume você mais gosta?
7. Qual a lembrança mais engraçada de festas de família? Descorra sobre.
8. Dia de chuva ou dia de sol?
9. Qual produtinho de beauté foi 'a roda' na sua vida? 
10. Qual o seu sapato favorito? Mostre!
11. Cite algumas músicas importantes na sua vida e explique a importância com causos e afins.

Os 11 indicados: quem quiser ;) .

Bisous.

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Na estrada e para onde mais

>> quinta-feira, 26 de julho de 2012


Nunca fui profundíssima admiradora do beatnik, movimento artístico-sócio-cultural americano, mas óbvio que reconheço o seu valor e a sua importância. Devo confessar que até aprecio mais o desbunde beatnik do que a poesia dos campos de algodão, que é outro ponto alto da literatura norte americana. Mas não me entendam mal, gosto do tio Walt Whitman, mas né, já não tenho muita paciência com a geração condoreira tupiniquim, avalie aí o desmantelo? Pois então.

Não gosto de literatura de panfletagem, termo que uso para me referir à literatura descaradamente de protesto por alguma coisa: contra escravatura, contra a burguesia, contra ao nada fazer american way of life. Literatura não tem que protestar nada como projeto, não tem que ser um intento. Óbvio que um livro nasce do trabalho do pensamento, da lida e da peleja com a palavra e o intelecto, mas forçar a barra, mesmo que em prosa delícia não me agrada. E o beat-nik é isso, uma forçada de barra. Mike Stipe, Kim Gordon, ainda bem que vocês não entendem português e que não me leem.

Isso tudo para dizer que, se já não sou ardorosa leitora da galera beat (na verdade só gosto mesmo do Capote), menos ainda de Jack Kerouak, menos ainda de On the Road. E, se já não gosto tanto assim do movimento literário, do autor e do livro, não haveria de gostar do filme, independente de Walter Salles (e da fotografia, e da linguagem abordada e de que, no final das contas, em matéria artística isolada, o filme é bom) e da insossa Kristen Stewart. Não dá. 

Não me odeiem. Não muito.

Inté.

Imagem: Kim Gordon, Mike Stipe e um escritor beat.

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Domingo em movimento: GoT

>> domingo, 3 de junho de 2012


Já estou triste e contando os dias para a terceira temporada: 2013 is coming.

Inté.

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Keep Calm and Winter is Coming

>> sexta-feira, 1 de junho de 2012



Todos preparados para o último episódio da segunda temporada de GoT (Game of Thrones), agora dia 03/06? Que bom.

Confesso que estou viciada nas crônicas de gelo e fogo, que já li as quatros edições disponíveis em português, contando os dias para o laçamento do livro cinco, Dança dos Dragões, só para ter a edição em português, porque eu já li também, assim como li o nadinha de nada da sexta edição que o fofo do George R. R. Martin liberou. Queremos o livro seis para ontem, Martin, seu lindo. Aliás estou em um estado mórbido de abstinência de notícias do John Snow, do Tyrion Lanister e óbvio, The Mother of the Dragons, a Danizinha, digo, Daennarys Targaryen.

Desde o advento de J.R.R.Tolkien em minha vida, estamos falando de 2001, que não me enamoro de uma estorinha boa de realidade fantástica, com dragões, cavaleiros, toda essa loucura. E por falar nisso, nós aqui em casa estamos passando por um surto de dragonices. Meu filho pediu de presente de aniversário antecipado a coleção do Spantosicus Strondus III ou Soluço. São oito livros e já estamos lendo Pois é, o pequeno (pequeno mesmo) viking de Como Treinar Seu Dragão. O filminho fofo é baseado nos livros de que falei, de Cressida Cowell, escritora inglesa, inspirado mais ou menos em contos e lendas de dragões e vikings. Se você gosta do gênero, não se acanhe e leia. Adendo: vocês sabiam que tem uma cidade na Suécia chamada Trollhättan por causa dos trolls? Tem pontes e estradas especias para eles e tudo. Como que ninguém pensou nisso, tipo, a gente podia faturar com o turismo Curupira, né não?

Voltando, pretendo voltar depois e comentar sobre as duas temporadas de GoT, traçar um paralelo entre a série e os livros, daquele nosso jeito bem doida. É que prefiro assistir tudo para enfim poder comentar a contento. E juro de antemão não contar nadica de nada sobre A Tormenta de Espadas (livro três), apesar de que se fosse eu no lugar de vocês quereria saber. Tanto que já li, né? Olha a marmota.

Inté.



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O rebuliço do batom vinho

>> sexta-feira, 25 de maio de 2012


No final de 2011, nas últimas semanas de moda internacional, tipo Gucci, Yves Saint-Laurent, a gente já observava a presença do batom vinho, ou seja, uma das possíveis "tendências" de beleza para 2012. Então veio o Baile do MET 2012 para confirmar as cousas. Os quilômetros beiços (de preenchimento, mas tudo bem) da Lana del Rey apareceram vinho escuro vampiresco. O desmantelo havia começado.

Todos os batons nesse tom, vinho, sumiram ou ficaram super difíceis de encontrar, especialmente cousas adoráveis como o Rouge Noir da Chanel e o Rouge Dior. Mas por quê, hein? Porque o povo é doido, minha gente. Apareceu no desfile, na revista, vira mania entre a audiência. Sim, a audiência, porque você acha que fora do circuito leitores de revistinhas e bloguinhos o povo liga? Claro que não. Aquela mulher reservada e discreta continuará usando seu batom desta feita, assim como a sofisticada à vanguard (de vanguarda) que ama film-noir continuará usando batom vinho, seja qual for a "tendência" vigente.

Mas se o Rouge Noir, Rouge Dior e até o Diva da MAC estão um pouco distantes de sua realidade, em valores, proximidade e possibilidade, não se entristeça (até porque é uma besteira), pois existem outras opções, mais próximas e possíveis. Olha ai, que bom, né?

Então segue uma listinha dessas possibilidades, dai vocês julgam qual é a mais possível para vossas mercês e vão ser felizes com os beiços arroxeados.

1. Batom Amora da Yes Cosmetics - R$ 19,00;
2. Batom Ultra Color Rich Mega Impact cor Vinho Impact - Avon - R$19,00;
3. Batom Passion Payot - R$ 21,90;
4. Batom Regal Red Mary Kay - R$34,00;
5. Natura UNA Batom Pérola - R$ 34,50 (edição limitada);
6. Cuba do Duda Molinos - R$ 35,00;
7. Batom Color Effect Moscou Intenso Cremoso da Contém 1g - R$ 39,00;
8. Batom Color Effect Cassis Intenso da Contém 1g - R$ 40,00;
9. Batom Diva da MAC - R$ 71,00;
10. Chubby da Clinique - R$ 79;
11. High Impact da Clinique - R$ 75;
12. Rouge Interdit Vintage Carmine da Givenchy - R$ 86 (edição limitada);

13. Rouge Dior 874 - R$ 116,00;
14. Fantastic Plum Rouge Dior 743 Zunnia Red - R$ 116,00;

15. Rouge Noir da Chanel - R$ 120,00.

Bisous.


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