Mostrando postagens com marcador Sétima Arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sétima Arte. Mostrar todas as postagens

Wishlist

>> quarta-feira, 7 de agosto de 2013


Faz tempo que não faço uma wishlist (lista de desejos) e não é por falta de quereres, mas sim por falta total, completa e absoluta de talento com editores de imagem, tipo photoshop. Sou péssima. A maioria das montagens que tem por aqui são bem tosquinhos, feitos no paint. 

E dessa vez o que mudou? O que mudou é que estou "explorando" minha erê Vivi, que ao contrário de sua mamãe aqui, é cheia dos talentos com estes benditos editores de imagens. Mas ela jurou que vai me ensinar, vamos ver se aprendo, né mesmo?

Então, explorando Vivi ou não, o certo é que devem aparecer mais listinhas de desejos por aqui, porque eu sou uma pessoa muito que afeita a listas ;).





1. Case para iPhone Pantone rosinha pó: faz tempo que não dou uma roupinha nova para meu iPhone e decididamente esta case Pantone é muito lindinha e a cara da gente que ama cores, e é ligada em design, coisa e tal;

2. Diana com Flash para chamar de minha: tudo bem que ainda estou tentando me entender com a Holga (uma tentativa com filme colorido, que foi uma bomba, e uma tentativa mais ou menos bem sucedida com filme preto e branco), mas eu quero muito uma Dianinha, que é 35 mm, que é uma forma analógica que estou mais familiarizada, afinal, foi a vida toda tirando foto com câmeras de 35 mm.

3. Os Diários de Virginia Woolf: faz tempo que eu quero, mas como são cinco volumes, por volta de 25, 30 dólares cada, não é assim, uma pechincha. Mas acredito que começarei a coleção logologo.

4. Stephen King On Wrinting, auto-biografia do Stephen: sim, eu amo Stephen King ao ponto de querer uma biografia dele. Nunca afirmei que não gosto de best-seller ou sei lá o quê. Acontece que eu não limito a minha vida enquanto leitora a livros famosinhos e modinha e, desculpa, Stephen King está sim acima da média, eu o acho sensacional.

5. Daisy do Marc Jacobs: eu sou meio que doidinha por perfumes. Teve época de ter uns 10 perfumes diferentes coisa e tal. Confesso que não melhorei muito não rs. Uma das minhas fixações do momento é pelo Daisy do Marc Jacobs, cujo frasco é lindo! Eu quero.

6. O DVD de Amélie Poulain que descobri que perdi, ou os duendes que moram no jardim carregaram, como uma espécie de vingança por Amélie ter sequestrado o duende de jardim do pai. Vocês que têm o DVD de Amélie Poulain eu só aviso, tomem cuidado com os duendes de jardim, viu?

Inté.

Read more...

Coisas que me inspiram em imagens

>> terça-feira, 6 de agosto de 2013


Ontem me deram um ideia sobre o post das coisas que inspiram, que eu poderia repetir o post com imagens feitas por mim. E eu não adorei a ideia? ♥

Sei que todo owner de blog diz isso com muita certeza, mas o certo é que, os leitores do RQ são uns queridos.

Separando as coisinhas para fazer as fotos, fui revivendo um monte de experiências, de sensações, de lugares, pessoas queridas, fases da minha vida. Sim, eu sou uma pessoa saudosista e não entendo porque isso virou um tabu. Ou vai ver sempre foi e eu nunca me toquei. O certo é que sou muito apegada com as estórias da minha vida, porque tudo isso vem me formando na pessoa que sou, na vida que vivo e ensino os meus filhos a viver.

Como mencionei ontem, cores são muito importantes para a minha vida e sempre foi assim. Uma das primeiras coisas que pedi de presente, segundo o meu pai, foi uma caixa de lápis de cor. E a verdade é que sempre amei cores. Tudo bem que houve uma fase em minha vida que basicamente fui monocromática no meu vestir, basicamente preto. E foram alguns anos. Mas nunca estive em guerra com as cores, elas estavam comigo nas minhas unhas, nos meus desenhos, nos meus filhos.



Amo lápis de cor. Os de cima são Prismacolor que não vende mais no Brasil. O lápis Faber Castell é daquela linha dupla de lápis, bem conhecida. A variedade de cores é maior do que a caixa padrão básica e enquanto desenhista, acho esta linha, que é da linha básica, bem boa mesmo.



Livros pastel da Puffin que é um selo da Penguin Books. Estas edições já apareceram algumas vezes por aqui e eu dificilmente vou parar de exibí-las na Medina, porque são lindaslindaslindas de morrer. E são edições simples, a beleza é a capa dura, as cores e a delicadeza dos detalhes. A edições de Anne of Green Gables com a cestinha e os coisinhas de picnic, The Secret Garden com as plantinhas e a chave, Peter Pan com a fadinha The Wizard of Oz com os sapatinhos de Dorothy ♥. São edições baratinhas, sem nenhum luxo, mas com muita beleza. Fora que são estórias universais.



Mais uma fofura em tons pastel, cofrinho de cupcake que comprei em alguma loja de 1,99, mas não custou 1,99 e sim umas 3 moças da república. tem alguns pela casa.


Fora as cores, falei que Alice, Dorothy e a Little Princess me inspiram para vida, né? Pois é verdade. Estas são as duas edições de cada que tenho de Wizard of Oz e Little Princess (minhas edições de Alice são um caso a parte que quero mostrar depois ;)). Respectivamente, em inglês e em português. As edições em inglês são da Puffin, como já falei na outra imagem, e as outras, Oz da L&PM e a princesinha da Editora 34. 

Tenho uma lista de livros para comprar enooooorme e nesta lista está uma edições d'O Mágico de Oz comentada, muuuito linda.


Os DVDs de algumas das estórias que citei. De baixo para cima: A Alice versão Tim Burton, que eu gosto e o povo odeia; O Mágico de Oz clássico com Judy Garland; Bonequeinha de Luxo e o meu favorito, My Fair Lady e a Princesinha, versão fofinha da estória de Burnett, que é menos "fofinho" que no livro, mas tudo bem.




Meu CD da trilha da Amélie. Pois é, amo este CDzinho. Mas acontece que descobri ontem procurando as coisas para as fotografias que meu DVD da Amélie Poulain foi sequestrado por algum duende malígno. Simplesmente sumiu! Faltam alguns lugares improváveis para procurar, tipo, a caixa de enfeites de natal, brinquedos antigos, mas eu duvido muito. E o pior é que o DVD está esgotado em todo os lugares, fora o ML.



Natal! Este enfeitinho comprei ano passado no Walmart. Fofinho, né? Amo natal, amo comprar coisinhas de natal, amo! Apesar de que prometi que este ano não vou comprar mais nada, mas né, sei lá se vou cumprir rs.




Tim Walker nas minhas paredes. A dada é de um editorial da Vogue Itália e a casa com balloons é de um dos livros do Tim Burton.

Bisous.

Imagens: Feitas por mim com minha T2i. essa aparência meio pastosa é da configuração que usei, sem edições de imagens. Gostei do resultado.

Read more...

Meme - Coisas que te inspiram pra vida

>> segunda-feira, 5 de agosto de 2013


Eu sinto meio que saudades daquele tempo em que toda a semana tinha um meme rodando de blog em blog, sendo reproduzido ad infinitum. Sinto falta porque era um tempo de mais ingenuidade bloguística, o povo queria mais era fazer amizade, ao invés de ficar rico com blog.

Vi este meme das coisas que inspiram a vida em algum blog gringo, que não vou lembrar, porque faz um tempo. Resolvi deixar aqui nesta segunda-feira de agosto, para deixar o RQ assim, cheio das minhas inspirações; não que já não seja assim, mas né, deixa ;).



Cores são muito importantes para a minha vida, não é a toa que o nome do meu "atelier de desenhos e afins" é La Coloriste ou A Colorista (aquela que colore). E eu tenho uma queda por tons pastel. Acho lindo, acho querido, acho delicado. Tons vibrantes são bacanas, mas o meu coração sempre será em tons pastel ♥.



Um filme em cores vibrantes, de um contéudo pastel fofíssimo, seria uma boa definição para Amélie Poulain. Desde que assisti pela primeira vez virou inspiração para a minha vida. Não tanto o que acontece no enredo do filme, mas a atmosfera e algumas lembranças ao que o filme me remete: tardes cozinhando em casa para as crianças, na casa das amigas, com pães e vinhos, manhãs com borboletas e La Valse d'Amélie. Posts sobre aqui e aqui.



Já que falamos de Amélie, não há como não falar de Montmartre, que é uma coisa em minha vida do tipo, nunca te vi e sempre te amei.



Outra coisa que inspira a minha vida, casas, prédios e fachadas coloridas. Este prédio lindo fica em Paris, talvez não esteja mais nesta cor, mas o registro foi feito. Um dos motivos que me levava ao Centro Cultural Dragão do Mar era os arredores, de casarões antigos coloridos, tão alegres e cheios de vida.




Alice e Dorothy são inspirações muito antigas em minha vida, que atravessaram todas as fases da minha existência e que ainda fazem muito sentido. O que seria a vida sem os sonhos?



A Little Princess, uma estória bem antiga, de Burnett, que descobri faz uns anos com o filme, e que virou inspiração para a vida, porque somos todas princesas ♥.



Quem me conhece sabe que dona Audrey Hepburn é uma criaturinha especial, pela beleza, pela diferença que causou e sim, pelos filmes. Acho que nunca disse, mas o filme com Audrey que é o meu favorito não é o preferido de todos, Breakfast at Tiffany's do Capote, mas sim My Fair Lady.



O natal é a época do ano que mais amo, que mais me alegra e que mais me inspira. Muita vontade de ser feliz. Chegou agosto, e já estou pensando no natal rs. Sério.



Flores! Amo flores, sempre que posso compro flores frescas para decorar a casa. Tenho pavor de flor de plástico. No máximo, sempre vivas desidratadas, é tão baratinho o ramo.




A moda inspira minha vida, sempre inspirou, tanto pela existência de gente incrível como a Chanel, tanto pela coisa do luxo artesanal, como os trabalhos de Elie Saab e Galliano, em sua áurea época da Dior. Sim, eu continuo adorando Galliano.



E por fim, a fotografia de moda me inspira. A fotografia em si me inspira, mas a fotografia de moda como a de Tim Walker me enche de inspiração e de vida.

Bisous.


Read more...

Domingo em movimento - Batman x Superman e o mimimi

>> domingo, 4 de agosto de 2013


OBS: Apesar de curtinho, contém spoiler, então né, cuidado.

Em homenagem ao próximo filme de Man of Steel, esperado para 2015, que terá o tão esperado encontro de Batman e Superman. 

A gente só não sabe ainda se os dois vão se estranhar antes de formarem a Liga da Justiça (como acontece naquele HQ), nem qual dos "dois Batmans de Nolan" aparecerá. Eu acho que é o Waine, por conta da dica que aparece em Man of Steel 1 (o satélite Waine!),  mas veremos. E sim, eu gostei do filme do Snyder, mais do que qualquer outra coisa que ele já tenha feito. 

Os fãs de HQ de super heróis - digo fãs mais do que eu, que acham que sabem de tudo, tudinho, eu apenas li algumas edições e gosto de HQs da DC e da Marvel, via de regra. Todo mundo que gosta de literatura fantástica/maravilhosa gosta de HQ, mangá, não tem jeito - deve entender que linguagem cinematográfica é uma coisa, linguagem de HQ é outra e as adaptações para a tradução de uma linguagem para a outra devem ser feitas. O Superman do filme Man of Steel é um outro Superman, releitura, que mata Zod (daquele jeito!). E, sinceramente, até agora não entendi do que esse povo tanto reclama, afinal o Superman de John Byrne mata Doomsday (HQ), e nos filmes clássicos Superman com Christopher Reeve, Superman esmaga a mão de Zod e o joga em um abismo sem poderes, ou seja. E olha que era um filme para criança, aquele Superman escoteiro, coisa e tal, quer dizer, melhorem. 

 Quadrinhos são mais filhos da literatura do que qualquer coisa. Sim, eu afirmei isso e entendam que não coloquei aqui qualquer loucura ou novidade, pois HQ já está sendo estudado como literatura ou um outro passo da expressão artística escrita (e desenhada) faz tempo ;).

Admitam que vocês não gostam é do Snyder, que para vocês os únicos filmes de super heróis "sérios" são os Batman de Nolan e que em geral, filme de super herói tem que ser é tosco e divertido, como The Avengers. Pois eu admito, eu acho isso tudo: não gosto dos trabalhos do Snyder, amei os Batmans de Nolan (especialmente o 2) e me divirto horrores com Iron Man, mas, eu gostei e muito de Man of Steel.

Inté.

Read more...

Keep Calm...

>> terça-feira, 23 de julho de 2013


Read more...

Domingo em movimento - Trust

>> domingo, 21 de julho de 2013


Read more...

Dica de filme - Trust de Hal Hartley

>> sexta-feira, 19 de julho de 2013



Outro filme surpreendente que descobri zapeando até cair no Cine Conhecimento do Canal Futura. É sério, viu? Comecei a assistir, consegui pegar quase do começo e a coisa toda foi me envolvendo até que entendi que havia gostado muito do que acabara de ver.

Trust (Uma questão de Confiança) é de 1990, e é o segunda longa de Hal Hartley, à época, uma promessa do cinema independente americano. Há quem julgue que Trust é o melhor trabalho do diretor. Só assisti outros dois filmes de Hal Hartley, The Unbelievable Truth, The Book of Life e posso afirmar que eu gostei mais de Trust. 

O certo é que a coisa dos personagens jovens em crise, a ridicularização do american way of life, metáforas que permeiam tanto a construção dos personagens quanto o roteiro e os maravilhosos diálogos desconexos e amorfos são bons motivos para prestar atenção.

Para terem uma exata noção do que se trata Trust, a filha adolescente, uma das protagonistas (Maria, vivida pela linda Adrienne Shelly, que morreu em 2006) abre o filme dando um tapa no pai pulha que morre. E o resto não se trata de silêncio. O outro protagonista, (Matthew), o personagem técnico de computadores, cínico e nietzscheano que odeia tv, é culto, intelectual, porém violento e perigoso. 

E o filme é, a priori, uma comédia romântica. Ou seja, assistam e tenham fé ~ piada infame define.






Bisous.


Read more...

Domingo em movimento - Vai Kal-El!

>> domingo, 14 de julho de 2013



Read more...

Keep Calm, Superman is here!

>> sexta-feira, 12 de julho de 2013


E hoje estreia no Brasil Man of Steel, para os íntimos, o novo Superman, que a gente há tanto tempo esperava.

A gente que cresceu assistindo aos filmes fofos do Superman vivido por Christopher Reeve, inspirado no Superman primevo, da revista da DC Comics, ídolo americano, bom moço e bobinho, cresceu com um dos maiores ícones do Século XX, mesmo que este ícone usasse a cueca por cima das calças. 

Mas a gente cresceu, a DC também, e o Super Man, faz muito tempo, também mudou. Hoje em dia, por exemplo, a explicação para que ninguém reconheça Clarke Kant pelo singelo fato de usar óculos, é porque estes óculos são tecnologia de Krypton, que engana os nossos olhos terráquios. Né rs? Amo HQ!

Por isto e por tantos outros motivos, este Superman, Man of Steel, foi tão esperado, como o foi Batman do Nolan (Nolan que por sinal é o produtor do novo Superman).

E aquela outro filme do Superman, de uns anos atrás, com o Kevin Spacey como Lex Luthor? Esquece, isso foi um erro. Na verdade, o erro. Fiquem com as primeiras temporadas de Smallville ( na verdade, a primeira, a segunda e a terceira, o resto foi o samba do crioulo doido) que você ganha mais em memória afetiva.


Adendo: confesso que apesar da tosqueira das temporadas finais, eu amei muito Smallville, não tem como, gente. Eu e meus erês assistíamos juntos comendo quentinha delícia do Restaurante Caravelle ♥.

Read more...

Aleatórios da semana - vi, provei, ganhei, perdi..

>> quinta-feira, 11 de julho de 2013



Vi

Tem uma canal nova que eu estou assim, encantadinha, o nome é Arte 1, muito legal. Julieta dos Espíritos do Fellini passando assim, às 10:30 da manhã. 

Dia desses assisti aquele documentário Edifício Master (que era tipo, um inferninho em plena Zona Sul carioca, hoje é um prédio mais familiar; deveria ser mais interessante antes, mas tudo bem), e eu achei assim, surpreendente. Conta a história do prédio, que fica em Copacabana, meio que através das estórias individuais dos moradores. É muito melancólico. O documentário tem uns 10 anos e eu fiquei me perguntando sobre aquelas pessoas, o que foi feito delas hoje.

E por falar em documentário, o meu documentarista favorito, Herzog, dia desses, assisti finalmente a versão dele para Nosferatu. Acho que foi no Cine Conhecimento do Futura. Os puristas vão me odiar, mas preferi a versão do Herzog. Mas eu gosto do Nosferatu velhão e mudo, coisa e tal aussi. Contudo, a versão trintona do Herzog é bem boa, porque brinca com a coisa do surrealismo com mais recursos (nem tantos assim), só que ainda com aparência teatralesca. Eu gostei.

Provei

Frapê de coco da Ades, é de longe o melhor produto da marca, é uma delícia, muito bom, gente, sérião. Super recomendo até puro. Por que até puro? Porque usam para bater com berries e banana congelada. Que fica uma loucura de bom, mas puro é delícia também. Aliás eu virei a louca dos sucos, vitaminas e smoothies. Mas sempre fui conhecida por 'coelha comedora de matinhos', inclusive minha filha Vivi sempre comenta "minha mãe e seus matos", se referindo ao meu hábito de comer vegetais, que por sinal foi ensinado a ele, que não curte, mas é forçada a comer ao menos um pouco. Eu como 'mato' e troco refri por suco numa boa, porque eu gosto mesmo. Quando a gente vai num japa, eu sou a única a comer todos os verdinhos e legumes cortadinhos daquele jeito lindo, enquanto o povo come os makimonos fritos coisa e tal. Eu gosto, mesmo e não é modinha fitness.

Ganhei

Meu filho, projeto de engenheiro, achou um sebo no Grogoatá (Niterói) que por 20 moças da república você leva sete livros. O erê precisa de mais traquejo para escolher livros, mas no comboio ele me trouxe duas edições do Ruy Barbosa e achei foi lindo.

Perdi

E por falar em livros: pqp, eu perdi muitos livros. Contabilizando, passou de vinte e eu parei de contar e comecei a chorar de desgosto. Sério, eu chorei mesmo. O último que me dei conta que não mora mais comigo é uma edição fofinha da Editora UFC (eu acho que era...), Lucíola do José de Alencar (estou devendo o post dele, autor injustiçado, aguardem ;)). Era tão bonitinha a edição :(.

Foto

A foto que ilustra este post acho que é de 2006, quando minha amiga e irmã Bel foi para a Alemanha pela primeira vez. Hoje ela mora lá, na terra do querido Goethe. À época ela levou minha câmera analógica e fez um monte de imagens cheias de lirismo e poesia, como esta do moinho. Pois esta minha amiga vai já já começar um segundo mestrado, em tradução! E o orgulho? ♥

Bisous.


Read more...

Domingo em movimento - Hello

>> domingo, 7 de julho de 2013


Read more...

Coraline

>> sexta-feira, 5 de julho de 2013


A primeira vez que vi Coraline foi o livro, na Siciliano do Shopping Iguatemi em Fortaleza (hoje Saraiva Mega Store... e me sinto repetindo algo em looping...) e foi a primeira vez que soube que Neil Gaiman, o muso de Sandman, escrevia livros infanto juvenis. Tudo bem, que não são lá aqueles livrinhos chatos e, em sua maioria, idiotas, que se dirigem ao público infanto-juvenil, o que já é muito bom, né? Mas eis que em Coraline, Neil Gaiman vai além do ir muito bem.

A estória de Coraline é, a priori, uma história de terror para criança, um conto de fadas com todos os elementos, os amiguinhos coadjuvantes, os animalzinhos encantados e a criatura má ou a bruxa de provocar calafrios. Entre a curiosidade e mau humor de Coraline e toda a sua curiosidade e aventuras em descobrir um mundo novo e desejado, existe nas entrelinhas da trama uma mensagem, como sempre existe em todos os contos de fadas: cuidado com o que deseja. 








Videozinho que postei no IG uns das atrás, que causou muitos ataques de fofurice coisa e tal. A ideia de esboçar a Coraline do filme foi minha, e de fazer o filminho foi da minha Kelly. E a musiquinha? Amo a trilha de Coraline, não sei explicar, mas me remete a casa antiga, cercada de flores, de gatos. mas não precisa da Bella Dona, né? Pois é.

Leiam o livro, assistam o filme ;).

Bisous.

Read more...

Domingo em movimento - Blue

>> domingo, 30 de junho de 2013


Read more...

The Blue Umbrella

>> sexta-feira, 28 de junho de 2013




Uma amiga querida me enviou o link do vídeo do novo curta da Pixar, The Blue Umbrella, que está passando antes da Universidade Monstro (em cartaz nos cinemas) e quase tenho um siricutico de felicidade e fofurice, porque, além de ser Pixar, são guarda-chuvas fofinhos *_*. Amo guarda-chuva, gente!

 Já fiz uma coleção de ilustrações com guarda-chuvas,  a logo da La Coloriste é uma moça de guarda-chuva, quer dizer, muito amor ♥.



Bisous ♥.

Read more...

Aleatórias da semana - comprei, li, ouvi, vi

>> quinta-feira, 27 de junho de 2013


Bolei de última hora esta coisa de aleatórios da semana para o bloguito. O intuito primevo era escrever algo sobre as semanas de moda, mas enquanto Paris não chega, não me animo, então é falar sobre (outras) futilidades.

Pois bem, toda semana mostrarei algumas coisas da minha vida de forma aleatória. Creio que nem sempre será nesta ordem de comprar, ler, ouvir e ver, para não ficar previsível, chato, enfadonho, modorrento. Ou não, sei lá, né?

Comprei:

sou viciada em batom e por mais que a imagem fale contra, não, eu não tenho um monte de batons. mas tenho alguns; muitos para quem tem medo (porque tem gente que tem medo de batom) e pouco para quem como eu, é doente pelo o tema e já usa há anos.


O Lápis da Nars é o Dragon, vermelhão vivo. O lápis da Quem disse Berenice é o Vermelhô. Os batons, da direita para esquerda: Russian Red da MAC (para substituir o que eu deixei num banheiro de shopping); Jungle Red da Nars; Cereja e Vermelhaço da Quem Disse Berenice; 02 da linha Aquarela da Natura (que me deixa confusa, porque tenho outro 02 da mesma linha, que é vermelho opaco e esse da foto era pra ser um rosa lindo) e o Mega Red da Eudora. Os dois últimos batons juntos resultam numa cor incrível, já separados são horríveis.

Li:

terminei de (re)ler A Revolução dos Bichos, edição que comprei faz pouquíssimo tempo. eu havia lido faz uns 10 anos, na Biblioteca do Imparh (onde cursei francês e passei longas tardes prazerosas, lendo um livro e tomando todynho com pão de queijo sob a sombra das mangueiras centenárias).  muito forte a leitura à época. muito forte a leitura agora. 



(re)li este livrinho da Clarice, rapidinho, numas horinhas da tarde, em companhia de uma xícara de chá. edição fofinha que comprei na Estante Virtual. amo a capa de ladrilho e cabeça de boneca quebrada assustadora ♥.



Ouvi:

sim, eu ainda escuto cd, compro cd, coleciono cd (e dvd). o povo tem fetiche por download (eu também, vai), contudo vez ou outra é bom "pagar" os artistas. para algumas pessoas a questão é discutível e para mim, como artista plástica, é questão de direito autoral. que é dose. Godard, por exemplo, não me entende.




Fila de cima: Tidal da Fiona Apple; You could have it much better (edição especial) do Franz Ferdinand.
Fila de baixo: Hopes and Fears do Keane; a day without rain da Enya. Amo Enya.





Encartes fuefos, o de cima da Enya (os encartes dos cds de Enya são tipo, lindos). E do Franz Ferdinand, acho que cópia do caderno de letras.

Vi.

assisti dia desses um filme chamado Vampire, muito bizarro. passou na (Max) Prime. é sobre um professor de química perturbado, que convence meninas suicidas a lhe doarem o sangue antes de morrerem. ele as engana dizendo que vai cometer suicídio, em seguida e depois nada. e ele não se dá muito bem com sangue. apesar de parecer tosco, não é. é transgressor, delicado e com cenas bem bonitas, como a mãe do "vampiro", que vive amarrada a balões brancos, para que possa se locomover. ela tem Alzheimer. gostei do filme, que é americano, mas o diretor é japonês, Shunji Iwai.



E um extra: voltei.


Voltei a estudar Tarot, já havia mencionado até. Esse meu bichinho é bem velhinho, tem uns 13 anos. Por coincidência (sério), a carta onde separei é justamente a carta XIII, A Morte. Ui. Ao contrário do que possa parecer, não é uma carta de aspectos negativos. Na verdade, todas as cartas têm aspectos negativos, depende do contexto coisa e tal. Uma hora dessas meus stalkers funtamentalistas dos evangelhos devem estar assim, me achando o próprio capeta. E nem estão enganados rs.

Bisous.

Read more...
Related Posts with Thumbnails
Creative Commons License
Reverbera, querida! por Eliza Leopoldo está licenciada sob Licença Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil.