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Instagramadas da semana, opiniões

>> segunda-feira, 24 de junho de 2013


Acho que vou passar umas duas semanas sem postar o Instagramas da semana para acumular o que mostrar, porque tá brabo.


Chá verde, salvou e ainda salva a minha vida, meio que apegada ao junkie food. Ok, vou revelar um segredo: apesar de viver postando fotos e mais fotos de doces e saídas a hamburguerias, minha vida não é uma Sodoma & Gomorra alimentícia. Meu filho até implica comigo, que tiro foto e depois desmonto tudo e dou para ele e as irmãs comerem :P.


Unha fofa, borboleta azul e um rosinha bonitinho da Impala. Não lembro o nome e estou com preguiça de ir  até o cantinho dos esmaltes para conferir qual o nome. 


Minha luminária de cachorro, (Dug) que saiu na Casa Cláudia e sim, eu estou me sentindo, porque não só esta luminária, mas vários itens da minha casa saem em revistas de decoração. Sempre nas seções geeks/fofas. Só que a minha luminária me custou 26 moças da república e não 60. Conselho: procurem em lojas de 1,99 e similares, sempre tem alguma coisa. Quando eu for a Europa sei que voltarei com algumas quinquilharias queridas dos antiques de lá. Mais do que maquiagem e cosméticos, certeza.


Em homenagem à energia das semanas de protestos que já encheram o saco reli Raízes do Brasil. O chá vermelho é também em homenagem aos partidos de esquerda, todos hostilizados nas manifestações, algumas vezes com excessos realmente preocupantes. Porque uma coisa é apartidarismo e outra é anti-partidarismo ou anti-partidarismo dirigido, por exemplo, gente que odeia o PT, porque é reaça pró-PSDB, o terceiro partido mais corrupto do país. Daí né. 



Bolinhas para todos os lados.


Estava arrumadinho assim, daí resolvi tirar a foto.


Canjica branca que minha sogra fez. Estava bem boazinha. Mas eu não gosto de canjica branca, prefiro a tradicional de milho amarelo e bastante coco, que a gente faz lá do Nordeste. Em alguns lugares aqui do Sudeste se chama curau. Aliás, aquele coleção cozinha regional brasileira da Cláudia, no livro dedicado à cozinha cearense, está lá uma receita de curau. Oi? Cearense não faz curau, faz canjica. Fora outras aberrações. Não comprem. Agora serve para enfeitar minha cozinha. 


Fofurices que comprei na China, demorou cerca de uns 15, 20 dias e chegou! É para a nova fase do La Coloriste, estou muito feliz e animada.

Bisous.

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Leituras de outubro ^v^

>> quinta-feira, 18 de outubro de 2012


Esse ano retomei meu hábito de leitura que era, digamos, voraz, porque eu lia de tudo e muito: leituras acadêmicas (basicamente crítica literatura, história da arte, teoria lingüística), leitura de fruição (contos de fadas, contos celtas, mitologia, esoterismo, livros de gatinhos, nhoinn) até as bestagens destruidoras de neurônios, como o terrível quem mexeu no meu queijo. Quase que não me recupero, mas tudo bem.

Contudo, apesar de todas essas leituras, algumas, confesso, um desserviço ao meu constructo intelectual, li pouco de literatura em si durante a universidade, porque simplesmente não vivia, eu me arrastava até o campus.

Por sorte é que li muitomuitomuito antes da academia. Li os clássicos da nossa literatura, os clássicos universais mais conhecidos, todo um cânone e eu nem sabia quem diabos era Harold Bloom. Mesmo assim, consegui entrar para o curso de Letras sem ler James Joyce. Conhecia nem de nome. Repare que eu conhecia e havia lido algo do beatnik e nada de Joyce. Inclusive fui motivo de chacota por conta disso. Adendo do abuso: curioso era que o povo não possuía metade das minhas leituras de literatura brasileira, mas euzinha não conhecer Joyce era um absurdo. 

Mas tudo bem, eu li Joyce, alguns contos do caolho irlandês e o famoso Ulisses, tido durante o curso. E ao contrário do que pensava, eu me apaixonei. Só que ler algo do porte de Ulisses durante a universidade foi a mais perfeita exceção, porque via de regra é a dona academia que dita as suas leituras. Após dar uma banana concluir minha vida acadêmica, fui retomando meu velho e bom hábito de ler feito doida. Por agora estou numa fase de releituras, compras felizes para leituras vindouras. Tudo lindo. 

Outro hábito de gente perturbada é dividir as leituras por  épocas peculiares. Explico. No verão acho bonito ler Macunaíma, na primavera Cecília Meirelles. Não faz o menor sentido, eu sei.

E essa época do ano, as leituras de outubro, invariavelmente retomo meu apego ao Bram Stoker (imaginando Maicon e Jacintinha pronunciando Stoker com aquela lindo acento britânico ♥).



Minha edição do Drácula é daquela coleção de banca de jornal, Nova Cultural, capa dura, letras douradas, traduções célebres e preço besta. À época foi coisa de R$ 11,00 e por um livro lindo. A coisa mais próxima disso é a coleção Penguin Classics que a gente encontra na Cultura por R$ 70,00 ou a Wordsworth da Saraiva, por volta de R$ 50,00.



Esse livrinho preto de folhas azuis (lindolindolindo) é uma sacanagem com vossas mercês. Achei num sebo (Arte & Ciência em Fortaleza) e me custou 5 moças da república. É da Editorial Estampa de Lisboa e tem 24 anos a minha edição ou seja, mais velho que a maioria d'ocês, né? Pois então.

Os camefeus que aparecem nas fotos são outro vício meu, que coleciono camafeus, por enquanto uma coleção pequena, com cinco exemplares.

O fofinho de caveira de lacinho é de uma loja de bijuterias aqui do Rio, que eu esqueci completamente o nome. Os outros foram comprados num antique do Ebay. O de prata é bem antigo.

Inté.

Imagens: T2i.

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Paris Spring 2013 - da Chanel que se reinventa

>> quarta-feira, 3 de outubro de 2012


E lá se vem mais um desfile da Chanel, com todo o burburinho possível, na sangria desatada de mostrar tudo, contar tudo, etcetera coisa e tal.

Acho curioso botar reparo que muitas vezes os verdadeiros envolvidos, ou seja, as pessoas dos bastidores, desde quem trabalha no atelier da marca até maquiadores, cabeleireiros, ou seja, todo esse grupo de criadores, pouco demostram ânsia de mostrar, com imagens pipocando no Instagram por exemplo, todo o seu trabalho, no derrame de detalhes em megapixeis vãos.

Pseudo Filosofias à parte, achei o desfile da Chanel, como um todo, uma gracinha. O que é algo novo, porque gracinha geralmente não é algo que se associe a Chanel. Talvez só a Hebe pensasse assim. O que não é bom. Nem mal. 

Muita pérola. Ah as pérolas. E o mais do mesmo revisitado a cada temporada por Herr Lagerfeld: as texturas, as cores e a simplicidade conteudística da marca que mais deu certo na Alta Costura. Talvez devamos crer que o siricutico da temporada ficará por conta dos acessórios, como o sapato bicolor reinventado, trocando o bege por transparência, que achei divertido e me fez lembrar um pouco, um sabor, um aroma de fim de nota de perfume, da Prada dos acrílicos. Um pouco. Et bien (e bem), aquela bolsa esquisita, exagerada, praticamente uma instalação, que decerto fez Dello Russo suspirar.

Uma Chanel de sempre, talvez um pouco meiga (gracinha), quem sabe ensolarada, eólica como postulou o Kaiser. Achei as velas uma coisa tão divertida e pessoal, porque né "as velas do Mucuripe, vão sair para pescar, vão levar as minhas mágoas, pras águas fundas do mar". Licença poética, por favor, eu tenho.








Bisous.

Imagens: Style.com

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Chanel nem te liga

>> quarta-feira, 8 de agosto de 2012


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O Vestido Preto

>> quinta-feira, 21 de junho de 2012


É porque a maioria de nós sempre tem um interesse, decerto uns mais, outros menos, por essa coisa de roupa e como se vestir, o que comprar, o que guardar e até como descombinar, para ficar moderna, supostamente elegante, né mesmo? Mas todo mundo lembra, ou deveria lembrar, que antigamente, no tempo de Audrey, combinar é que era a norma, digamos, a tendência, palavra que uma parcela considerável de pessoas aprendeu a odiar, por constructos intelectuais próprios ou por mero 'mariavaicomaoutrismo'. E mais, ainda tem muita fofa por ai combinando sapato com balsa com cinto e, sinceramente, me parecem as vezes bem mais honestas consigo mesmas, ao menos no vestir, tipo a senhorinha simpática com quem encontro vez por outra aqui pelo bairro. Acho bonito que ela combina até a cor do guarda-chuva.

É que sábado agora tem festa, então começa todo o ritual da escolha da roupa, dos acessórios, do penteado, da maquiagem. Óbvio que sempre dá vontade de comprar mais um vestido, mesmo que tenha vestidos que usei uma única vez ou que ainda nem usei. Mulherzices. E dai lembro que o espaço está cada vez menor. Pensando sinceramente em passar pra frente algumas roupinhas. Mas sabe apego? Pois é.

Tenho um vestido preto. Na verdade eu tenho alguns vestidos pretos, mas esse vestido preto é especial.  Ele não é nada demais, nada de grife, comprei em uma lojinha de roupas de festa, bem simples, porém sincera, do Centro de Fortaleza. Acho que o nome era Gorgeous. Se não me engano, tem uma loja da mesma feita e homônima aqui no Rio. Não sei se é a mesma, mas vá lá. O vestido é de crepe de seda, levemente acinturado, sem mangas, com decote em v na frente, mas sem nenhuma ousadia e, abaixo do joelho. Ou seja, um poço de simplicidade e para mim, perfeito. Tanto que ele é provavelmente o vestido de festa que mais usei. Eu sei, isso é muito Piaf. E Chanel. Amo as duas, então me deixa.

Está como novo, as vezes nem parece que usei tantas vezes. É simples, sóbrio, elegante e me faz olhar no espelho e me achar bonita. Completou 12 anos e ainda me cabe super bem. Pra quê mais, né?

Bisous.

Imagem: Instagram.

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Valentine's Day - Heart

>> terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


Imagem: YSL Vogue US.

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Feira da Providência

>> segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Já estou aqui no Rio fazem quatro anos e sempre ouvi falar da Feira da Providência, que era o máximo, que era isso que era aquilo e naquela vontade de ir. Este ano deu certo e fomos. 

Nunca havia ido ao Riocentro. Pois é, desde que cheguei ainda não fui a uma Bienal - os erês foram e amaram, trouxeram livros de arte para mim e voltaram felizes e cansados.

Mas voltando.

A ideia de uma feira que reúne cultura e artesanato do mundo todo deixa o ser vivente doinhodoidinho, especialmente se o vivente em si ama coisinhas lindas de décor, quinquilharias internacionais, nacionais e regionais etcetera coisa e tal. Dai que a gente fica naquela ansiedade de ver tudo e encontrar coisas novas cujas informações são apenas a lembrança num livro de narrativas históricas, de viagem de autores, de amigos que viajam por ai. Reencontrar com o que fala a nossa identidade: artesanato, rendas e palhas do Nordeste. A Feira da Providência é tudo isso, para o bem e para o mal.

Começando que o Riocentro é longe de tudo, de todos, do mundo. Ao longo do caminho, longolongolongo, fiquei esperando a hora em que chegaríamos a Nerveland, "a segunda estrela à direita e então direto, até amanhecer" (Peter Pan). Tudo bem que existe todo um mundo complexo - e lindo, diga-se de passagem - na Região Oeste do Rio de Janeiro, inclusive um condomínio de casas brancas, de telhados brancos, encrustado na montanha verdejante em algum lugar da Ilha de Guaratiba e o sítio do Burle Marx (a gente passou por lá na volta, quando nos perdemos, vale ressaltar que tomei a decisão de morar ali, sei lá quando), mas o Riocentro é o máximo do longe, ao menos de todos com quem falo. Mas uma hora se chega ao Riocentro e a sua imensidão. Então foi adentrar e desvendar a Feira da Providência.

O Primeiro pavilhão é meio que caça-níquéis, nada de verdadeiramente interessante, diferente e exótico ou seja, que valha o esforço. O Segundo pavilhão, onde se organizam os stands de (quase) todo o Brasil e de vários países é o que interessa.

A gente ficou um pouco decepcionado com os stands desse Brasil varonil, pelo o que se conhece mais intimamente, tipo o artesanato e culinária do Nordeste. Desculpa, mas espeto de salsichão na farofa é coisa de carioca ou de nordestino que mora no Rio e perdeu as raízes. Os preços abusivos, começando na castanha de caju e terminando na toalha de fibra de coco, a gente já espera. Só não esperava o desencontro com a identidade de cada lugar. Muito pouco de cultura de verdade. Uma pena. A coisa que mais mexeu com meu coração foi uma toalha de renda de filé, colorida que só ela, que custava uma pequena fortuna a se comparar com os lençóis de seda da Índia.

Dai  a gente se desilude.

O que amei foi o acarajé, uma delícia, feito por baianas de verdade, com aquela delícia de sotaque, numa barraca enfeitada com chita colorida, Iemanjá e fitinhas de Nosso Senhor do Bonfim.

Então vem à baila os stands internacionais. Os países daquela África das zebras, dos leões, bem representada com as escultura em madeira de ébano (as mais lindas) e outras madeiras, tapeçarias, vestimentas folclóricas. 

Dai vem os países da África que a gente não conhece tão bem, tipo a Tunísia e é aquele susto lindo. Pra começar, os perfumes, a maneira mais antiga de fazer perfume, que é a essência, o extrato do aroma, sem álcool, vendido em vidrinhos de vidro soprado e detalhes em ouro. Parecem jóias, e podem chegar ao valor duma jóia mesmo. Gaiolas de décor (as mais lindas que já vi), os azulejos, as cerâmicas pintadas à mão, as flores do deserto, tudo do mais lindo da arte islâmica. E já é o delírio, porque vêm os cristais e pratarias da Turquia, os lenços, as sedas da Índia, os doces, jóias e maquiagem da Palestina, da Síria, do Irã. Fora os mimos e curiosidades da Ucrânia, tipo moedas da antiga União Soviética, as matrioskas fofinhas.

Algumas imagens para ilustrar e finalizar, porque né.

{pratos pintados a mão da Palestina}

{moeda da antiga União Soviética}

{caixinhas blingbling coloridas da Índia}

{o legítimo kajal das Arábias}

{O kajal aplicado na mão pr'ocês verem como fica - fora é claro a exibição do anel lindolindolindo de prata e rubi - uma raspa de rubi, mas juro que não ligo - do Irã, desculpa}

{perfumes da Tunísia - comprei Opium, Sândalo e Mirra, uma delicadeza - em frascos de vidro soprado e detalhes em ouro}

{doces da Síria - o mais legal é que assisti um episódio do Comidas Exóticas da Travel&Living que mostrava como estas frutas cristalizas e os outros doces da Síria são feitos, pra uma semana depois dar de cara com eles}


Bisous.

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Portrait

>> quinta-feira, 30 de junho de 2011



Imagem: Cathleen Naundorf.

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Coroa

>> terça-feira, 14 de junho de 2011



Imagem: The sea has neither meaning nor pity.

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ABC do RQ: J (Jóias)

>> quinta-feira, 5 de maio de 2011

Jóias

Esta semana li de uma dessas meninas lindas jornalistas de moda que eu sigo e que me seguem no tweet-tweet (@hello_sunshine, @aline_botelho, @FernandaTaube, @fernandajaques, @all_lice), o que me dá muito orgulho e prazer em ler, que sim, jóia pode ser arte. 

Na hora me lembrei desta peça incrível de Yves Saint Laurent (Vogue US), que encontrei no blog (s) do Paulo Babboni, que agora está fora do ar, uma pena para quem perdeu.


Bisou.

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Imagem do dia: uma noiva melancólica

>> segunda-feira, 25 de abril de 2011


Direto de Melancolia, a próxima película angustiante de Von Trier. Uma linda imagem de Melancholia.

Bisou.

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Bom dia com delicadeza e brilho

>> segunda-feira, 28 de março de 2011


Porque poucas coisas são tão lindas de se apreciar quanto um lindo, rico e delicado vestido de noiva.

Bisou.

Imagem: {this is glamorous}

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O amor e a Chanel

>> terça-feira, 22 de março de 2011


Porque hoje, aqui no blog, o dia super está muito ai para quem ama Chanel ;)

Bisou.

Imagem: Chanel Spring-Summer 2010 (RTW).

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Chanel: Paris-Byzance

>> terça-feira, 7 de dezembro de 2010





Se há coisa linda e, no meu parco entendimento em relação ao que é esta loucura chamada internet, quase sacro santa, é esta permissão ao que não era permitido, aproximar da gente todo o mundo de informações e possibilidades, que podem ser muito felizes e intensas, tudo a partir de um clique.

Para os blogs que se ocupam a pensar e mostrar alguma coisa que seja sobre moda é um bálsamo, levando em conta que os desfiles em si, mesmo os tupiniquins, se fazem tão culto e seita oculta - vale ressaltar que muito mais os da terra brasilis - que beira o aborrecido.

Deixando de lado este pormenor que pode descambar para uma discussão super chata, quero lhes dizer, leitores queridos, que passei por uma experiência que para mim é tão somente explicada pelo o que chamo, de forma boba até, de uma experiência Chanel: algo deveras transformador e arrebatador, mediante algo que seria lugar comum.


Já havia conferido mais cedo algumas imagens feitas pelo próprio Lagerfeld dos ecos bizantinos da Chanel Métiers d'Art Pre Fall 2011. Agora a noitinha começaram a aparecer mais imagens do desfile em si, que aconteceu no icônico atelier da Rue Cambon - mais Chanel do que isso impossível.

O desfile é uma homenagem, segundo contam, ao 'savoir faire' (saber fazer: uma locução muito francesa na questão semântica e filosófica aliás), dos ateliers arrematados pela maison, coisa de quase vinte anos já, dentre estes Guillet.

É um desfile paralelo aos da Couture e Prêt-à-porter e que faz algum tempo se debruça e abraça o distante, o exótico e até o estranho. Mas é óbvio que tudo filtradinho pelas características da Chanel.

Mas olha só, Lagerfeld foi além, graças a tudo que é bom e que alumia em ouro e luxo que remete a Bizâncio.



 Ainda falaremos sobre uma paleta inspirada no espírito e luminosidade bizantina e ainda, em uma coleção de jóias barrocas da  Maison Goosens para Mlle Chanel nos idos de 1950. Parafraseando uma certa personagem de folhetim globístico: é muito ouro.

Bisous.

 Imagens: Karl Lagerfeld o próprio, via Vogue Paris.

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Um editorial de natal escândalo

>> sexta-feira, 3 de dezembro de 2010







É antiguinho, mas é lindo, né? ♥

Bisous.

Imagens: Vogue Paris, ed. 41.

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Imagem do dia: tudo o que brilha

>> quarta-feira, 27 de outubro de 2010



Bisous.

Imagem: Swarovski Aalberto Rodriguez.

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Desejo

>> quarta-feira, 16 de dezembro de 2009





Do ano todo. Pérolas.


Bisous.


Imagem: We heart it.

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"Sei lá... a vida tem sempre razão"

>> quinta-feira, 24 de setembro de 2009


Uma das coisas mais legais das novelas do Manoel Carlos é poder ouvir Bossa Nova, um pouquinho que seja, na Globo no horário nobre. É tão bacana! Fora que voltarei lindamente a assistir a novela das nove, porque Caminho das Índias era u-ó , e permaneceu assim até o último capítulo. Sempre que eu me aventurava em assistir achava uma tranqueira, mas o último capítulo superou tudo. Cocó de vaca.

E a novelinha de o Maneco-dos-outros (pra mim Maneco só o Machado) tá causando já. É o cabelón de Helena (falaremos sobre já já!) e sua eventual chatice, porque quase todos as Helenas de Manoel Carlos foram chatíssimas.

Mas uma coisa que nunca sequer imaginei é que receberia uma enxurrada de e-mails da mulherada looouca pra saber o que a nova Helena (Taís Araujo) estava usando no casamento que foi ao ar na terça-feira (22-09).

Na verdade queriam a ficha completinha: unha, make, vestidón hehehe. Minha gente se aquiete!

Sobre o vestido de noiva, a Globo tem um atelier próprio e costuma reproduzir modelos grifados, Couture, quando não compra mesmo. Não sei qual das hipóteses deu vida ao vestido. Só sei do que acho e achei bem simples e por isso lindinho.




Sobre a make... é interessante observar como a mulherada se movimenta pra saber as coisas, mas atiram pra todos os lados e agora todo mundo (quase) quer saber do batom e da sombra e do blush. Vale ainda ressaltar que isso tudo é fortemente ajudado pela makeup addict que se alastrou pela internê no último ano. É só uma observação, tá chéries? Merci.

O que tá mais legal na make da moça, na minha singela opinião, é o batom. A cor, o acabamento e a textura super causam um contraste bacana, dá um pulo, ? Acende a cousa. Muita gente detesta este efeito, batom tipo Snob em chéries morenas. Eu amo. Ate porque sou uma morena que uso Snob e batons com a mesmo "caráter" ça fait long temp. Mas eu não sei ao certo se é o Snob que ela está usando.


Adendo: uns onze anos atrás tive um batom da Avon que a cor era bem irmã deste rosinha com fundo lilás, só que com brilhinhos, bem ao gosto dos batons daquela época (nem mudou tanto assim...) e algumas "pessoinhas" diziam que ficava estranho, por causa do meu bocão (não é tão bocão assim) e da minha cor. Nem ligava porque, além d'eu nem-nem, só véia mocoronga é que tecia tal comentário, donc...


Unha eu nem vi, na verdade só reparei mesmo no batom que ficou lindo, como já disse. Mas o que reparei e reparei muuuito foi nisso daqui ó...

Broche de ouro branco e diamantes Amsterdam Sauer, adaptado para usar no cabelón.


Ai de mim, isso sim foi o escândalo! Ponto pro Fernando Torquatto que cuidou da caracterização e mais pontos para figurinista e sua equipe, porque foi uma peça chave!


p.s.: algum leitor fiel pode estanhar uma postagem pra comentar
look de personagem de novelinha. Pois é, este é o primeiro, porque esta foi a primeira vez, nestes quase dois anos de blog, que me deu vontade de comentar algo desta feita.


Bisous.


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