Instagramadas da semana, opiniões
>> segunda-feira, 24 de junho de 2013
Bisous. Read more...

Se há coisa linda e, no meu parco entendimento em relação ao que é esta loucura chamada internet, quase sacro santa, é esta permissão ao que não era permitido, aproximar da gente todo o mundo de informações e possibilidades, que podem ser muito felizes e intensas, tudo a partir de um clique.
Para os blogs que se ocupam a pensar e mostrar alguma coisa que seja sobre moda é um bálsamo, levando em conta que os desfiles em si, mesmo os tupiniquins, se fazem tão culto e seita oculta - vale ressaltar que muito mais os da terra brasilis - que beira o aborrecido.
Deixando de lado este pormenor que pode descambar para uma discussão super chata, quero lhes dizer, leitores queridos, que passei por uma experiência que para mim é tão somente explicada pelo o que chamo, de forma boba até, de uma experiência Chanel: algo deveras transformador e arrebatador, mediante algo que seria lugar comum.
Já havia conferido mais cedo algumas imagens feitas pelo próprio Lagerfeld dos ecos bizantinos da Chanel Métiers d'Art Pre Fall 2011. Agora a noitinha começaram a aparecer mais imagens do desfile em si, que aconteceu no icônico atelier da Rue Cambon - mais Chanel do que isso impossível.
O desfile é uma homenagem, segundo contam, ao 'savoir faire' (saber fazer: uma locução muito francesa na questão semântica e filosófica aliás), dos ateliers arrematados pela maison, coisa de quase vinte anos já, dentre estes Guillet.
É um desfile paralelo aos da Couture e Prêt-à-porter e que faz algum tempo se debruça e abraça o distante, o exótico e até o estranho. Mas é óbvio que tudo filtradinho pelas características da Chanel.
Mas olha só, Lagerfeld foi além, graças a tudo que é bom e que alumia em ouro e luxo que remete a Bizâncio.

Ainda falaremos sobre uma paleta inspirada no espírito e luminosidade bizantina e ainda, em uma coleção de jóias barrocas da Maison Goosens para Mlle Chanel nos idos de 1950. Parafraseando uma certa personagem de folhetim globístico: é muito ouro.
Bisous.
Imagens: Karl Lagerfeld o próprio, via Vogue Paris.


Do ano todo. Pérolas.
Bisous.
Imagem: We heart it.

Uma das coisas mais legais das novelas do Manoel Carlos é poder ouvir Bossa Nova, um pouquinho que seja, na Globo no horário nobre. É tão bacana! Fora que voltarei lindamente a assistir a novela das nove, porque Caminho das Índias era u-ó , e permaneceu assim até o último capítulo. Sempre que eu me aventurava em assistir achava uma tranqueira, mas o último capítulo superou tudo. Cocó de vaca.
E a novelinha de o Maneco-dos-outros (pra mim Maneco só o Machado) tá causando já. É o cabelón de Helena (falaremos sobre já já!) e sua eventual chatice, porque quase todos as Helenas de Manoel Carlos foram chatíssimas.
Mas uma coisa que nunca sequer imaginei é que receberia uma enxurrada de e-mails da mulherada looouca pra saber o que a nova Helena (Taís Araujo) estava usando no casamento que foi ao ar na terça-feira (22-09).
Na verdade queriam a ficha completinha: unha, make, vestidón hehehe. Minha gente se aquiete!
Sobre o vestido de noiva, a Globo tem um atelier próprio e costuma reproduzir modelos grifados, Couture, quando não compra mesmo. Não sei qual das hipóteses deu vida ao vestido. Só sei do que acho e achei bem simples e por isso lindinho.
Sobre a make... é interessante observar como a mulherada se movimenta pra saber as coisas, mas atiram pra todos os lados e agora todo mundo (quase) quer saber do batom e da sombra e do blush. Vale ainda ressaltar que isso tudo é fortemente ajudado pela makeup addict que se alastrou pela internê no último ano. É só uma observação, tá chéries? Merci.
O que tá mais legal na make da moça, na minha singela opinião, é o batom. A cor, o acabamento e a textura super causam um contraste bacana, dá um pulo, né? Acende a cousa. Muita gente detesta este efeito, batom tipo Snob em chéries morenas. Eu amo. Ate porque sou uma morena que uso Snob e batons com a mesmo "caráter" ça fait long temp. Mas eu não sei ao certo se é o Snob que ela está usando.
Adendo: uns onze anos atrás tive um batom da Avon que a cor era bem irmã deste rosinha com fundo lilás, só que com brilhinhos, bem ao gosto dos batons daquela época (nem mudou tanto assim...) e algumas "pessoinhas" diziam que ficava estranho, por causa do meu bocão (não é tão bocão assim) e da minha cor. Nem ligava porque, além d'eu nem-nem, só véia mocoronga é que tecia tal comentário, donc...
Unha eu nem vi, na verdade só reparei mesmo no batom que ficou lindo, como já disse. Mas o que reparei e reparei muuuito foi nisso daqui ó...
