quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Roteirinho RQ de Brechós


Estas dicas roteirais que se seguirão têm como única pretensão ajudar um pouquinho que seja quem pretende se aventurar feliz da vida em brechós. Fora isso, é bem despretensioso. É mais para ser aquela dica de amiga.

É bacana reservar um horário, algumas tardes (em cidades com muitos brechós como o Rio e Sampa, uma tarde só não dá liga) que podem ser alternadas ao seu bel prazer, para conhecer e poder desbravar o brechó da vez, com calma, paciência e vontade de se divertir, senão o programa xoxa bonito e não dá rock n' roll.

A maioria dos brechós é uma baguncinha bacana, viu, mas tem aqueles que são super arrumadinhos e têm mais pinta de loja nos moldes tradicionais.

Qual deve ser sua orientação? Eu diria que o bom senso. Geralmente quando a gente se deixa guiar pela intuição, pelo senso, as coisas só dão certo. Mas para quem está perdido ou tem a convicção de que vai se perder bacana num brechó, em termos de compra, vamos lá:

1. a primeira dica e a mais importante é pensar no seu estilo pessoal. não vá comprar por impulso uma peça tipo, um casaco pink década de 80 se você não segura e não terá coragem de usar.

2. verifique a qualidade e estado da roupa. se o tecido está bom, se tiver renda se ela está muito sensibilizada pelo uso, etcetera. têm brechós que são super cuidadosos quanto a isso, não têm roupa manchada, com aparência surrada, com bolinhas, nada de roupa de múmia no sentido de parecer trapinho. a má notícia em relação a estes brechós é que são os mais caros, mas é tipo, caro mesmo.

Adendo: aqui no Rio rola muito brechó de Madame, sabe como? as chéries se desfazem dos guarda-roupas da casa em Angra, do Ap em NY, enchem dez malas e colocam em consignação nos brechós elite. Chamam isso de "reciclar o guarda-roupa". Fofas, né?

3. tente escolher peças chaves, mas ao mesmo tempo diferentes das que se encontra fácil em lojas comuns, tipo fast fashion. do que adianta mesmo gastar uma graninha boa numa peça de brechó igual a que você conseguiria na Zara?

4. nunca, nunquinha (isso vale para qualquer compra de roupa!) compre sem provar antes. os brechós, em sua avassaladora maioria, não trocam nem aceitam devoluções.

5. e se gostar de verdade, a peça for ótima, cheia de personalidade, coube como uma luva, tá num preço bom, leve, porque em brechó nada pára. falo por conhecimento de causa.

Endereços bacanas.

Tem dicas ótimas na OFICINA DE ESTILO, como sempre, mas vou aqui fazer a nossa, através de experiência minha e experiência compartilhada entre amigos e/ou leitores.

Fortaleza, como falei na postagem passada, comprei muito num brechó que agora não mais, ficava bem próximo ao Shopping Aldeota, acho que hoje funciona uma lojinha de artigos religiosos no lugar. Engraçado que a dona do brechó era gótica. E tem gótico em Fortaleza? Tem de tudo em tudo que é lugar.

Brechós Fortaleza

Reinvenção
Rua João Cordeiro, 1675 - Aldeota (Funcionando de segunda à sexta, das 8h às 18h30 e aos sábados até as 14h).

Brechó bem bom mesmo, com peças ótimas, não funciona com consignação e quando adquire alguma peça com probleminhas, tem um atelier para customizar o pormenor. Os preços são ótimos e a casa onde funciona, uma gracinha. As peças são garimpadas aqui no eixo Rio-SP e são todas lavadas e engomadas antes de irem à baila. O Reinvenção vem funcionando, faz um tempinho, como o celeiro criativo do pessoal de Estlismo e Moda da UFC (Universidade Federal do Ceará) e também como campo fértil para as produções editoriais da cidade do Sol.

Brechó Bela Chic
Rua Padre Valdevino, 2475, lj C - Aldeota. Fone: 3264 1679 (Funcionamento de 8h às 17h30 dias úteis).

É do tipo de brechó que a gente gosta desgostando. Porque tem a vibe brechó, da peça antiga, do tempo da vovó-chic (não é qualquer exemplo d e vovó que dá liga), como dizem, mas como recebe estoque por consignação de lojas que fecharam, as vezes fica muito a cara de ponta de estoque, o que não é ruim por um lado, mas por outro, descaracteriza o sentido do brechó em si. , sou chata, assumo.

Brechós Rio

Anexo Vintage
Rua Marquês de São Vicente 52 (Shopping da Gávea, estacionamento térreo Box 170) - Gávea. (Funcionamento: segunda à sexta das 10 às 19h e sábado das 10 às 18h)

Não tem como começar a falar de brechós do Rio e não pensar de cara no mais famoso. Mas assim, é um luxo e um convite a viajar pelo bom gosto, pele seleção e por alguns preços nada brechó (rs). É quase aquilo do brechó de Madame. É o que chamam de "trash chic”, amo o termo. Como o nome orienta, é um anexo do Shopping da Gávea (um charme) que fica próximo à saída dos carros do estacionamento. O acervo é super selecionado e de grifes amadas famosas, tem Chanel, Dior e dá para encontrar verdadeiros achados como uma jaqueta estilo londrino '60 '50.

Eu Amo
Rua Monte Alegre 374, Santa Teresa. (Funcionamento: de segunda à sábado das 12 h às 20h.)

Olha, deve ser o brechó mais amado da cidade, juro! Todos os chéris afeitos por moda da cidade da Bossa super amam e recomendam o Brechó Eu Amo e com motivos, porque é muito tudo de bom mesmo. Tem peças muito boas em geral e um mega destaque às bolsas retrô.
E sempre dá para conferir uma parte de seu acervo na feira de antiquários da Praça Santos Dummont na Gávea.

O Passado Me Condena
Rua Sebastião Lacerda, 12, Laranjeiras.

Este é bem famoso também, foi indicado até no Peça Única da GNT e uma leitora me disse que é ótimo.

Mercado das Pulgas
Avenida Rainha Elizabeth, 85, loja C, Copacabana.

Tem um amplo acervo de cachecóis (pelo menos tinha, né) e casacos incríveis, fora outras peças. Dá para encontrar de tudo, inclusive bijoux escândalo e que ninguém tem.


Brechós São Paulo

Trash Chic

Rua Capitão Prudente, 223 – Jardim Paulistano.

Sabe o brechó de Madame? Pois então, este é "O Brechó de Madame". É maravilhoso, super organizado, um luxo e de doer no bolso.

Não tem roupa de precinho bom. É caro mesmo. Não tão caríssimo quanto comprado novinho seu jeans D&G, sua bolsa Chanel, sua saia Dior, mas ainda assim é para poucos. Contudo, sinceramente, acho que vale a visita e até um esforço para conseguir a peça sonho.


Minha Avó Tinha
Rua Dr. Franco da Rocha, 74, Perdizes, São Paulo.

Este ainda não tive o big prazer, mas conheço de tanto minhas amigas paulistanas falarem. É eleito simplesmente como o melhor, o mais bacana brechó da cidade da garoa e é o chéri do povo da moda. Todo mundo afirma que é aquele passeio pela história da moda. Já virou lenda super famosa a sua vitrine de óculos de sol de várias épocas. Tem até roupa do Denner no último andar! Pela fama e entusiasmo que todos os frequentadores têm, inclusive estilistas importantes de nosso Brasil sil sil, é possivelmente o brechó mais importante da Terra Brasillis. É forte o babado.


Spazio 1717
Rua Teodoro Sampaio, 1717 (sobreloja), Pinheiros, São Paulo.

Outro brechó super badalado de Sampa e super querido também, inclusive pelas produtoras de moda. Corre à boca pequena que o lugar é uma loucura, tanto pelo acervo, precioso, como pela loucura do amontoado de cousas.

Dolly Brechó
Praça General Rufino Galvão, 102, Vila Madalena, São Paulo.

É um dos queridinhos da Vila Madalena, que tem outras queridices fofurescas. Diz que é perfeito para conseguir aquele acessório, mas há de se ter paciência, porque o espaço é pirroto (minúsculo) e o acervo é farto.

Óbvio que existem muitos outros brechós, esta é apenas uma seleta petit. valendo mais, como afirmado antes, como orientação inicial, um convite ao velho-novo, mundo dos brechós.

Confira:

Guia de brechós NY no Chic, no Petiscos e de Paris no Conexão Paris.

Quem tiver adendos, adentros, outras dicas: reverberaquerida@gmail.com

Bisous.

Sobre Brechós


Há tempos penso em falar sobre brechós aqui, pois é algo que aprecio bastante e que sempre habitou meu imaginário, antes mesmo d'eu colocar meu pé num brechó decente ainda em Fortaleza. Por sinal este tal brechó nem existe mais, assim como a simpática livraria vizinha, que aliás, fechou antes do brechó, ali, encrustadinho no coração da Aldeota, próximo ao Shopping mais bacana da cidade, Shopping de nome homólogo ao bairro.

Tais fatos já indicam como aqui no Brasil a gente não cultiva muito a cultura do vintage, do brechó, bem diferente da Europa, US, Japão.

Há quem ache nefasto o fato de se usar roupa que foi sei lá de quem, por nojinho ou superstição. Quanto ao nojinho, nada pode ser feito, é melhor evitar mesmo, mas em relação à superstição, lavar a roupa com um punhadinho de sal grosso já ajuda, ? Aliás, tem brechó que já faz isso.

Tem uma outra leva de pessoas que simplesmente não gostam de brechós pela ideia que têm das pessoas que frequentam e/ou que trabalham nestes lugares, os temidos "fashionistas de brechó" (rs). Seria aquele tipinho metido a descolado, afetadinho, chatinho, senhor de todo o conhecimento fashion e que te "scanneia" com o olhar. Pois é minha gente, existe mesmo este tipinho, mas me diga se este mesmo tipo não habita as lojas trop cher dos shoppings, das grifes, a Daslu com sua muamba-chic novinha novinha? Pois é, preconceito é um negócio que nos deixa cegos.

Mas voltando, a ideia acentuou-se mais ainda ao prestar atenção numa espécie de vulgarização do termo brechó, que acontece em alguns lugares. Aqui, "por trás dos montes", é vasta esta safra de bazares ruins que tascam uma placa brechó pra vender roupa velha, surrada das últimas coleções de lojas populares, daquelas bem ruinzinhas mesmo. Fora utensílios de decoração medonhos e até chinelinhos customizados com um monte de miçangas e demais balangandãs que sinceramente, me dão aflição, tanto o chinelo quanto o tal tipo de bazar por completo.

Isso não é brechó.




Pode ser que tenha uma visão romantizada deste tipo de comercio vintage, muito ajudado pelos filmes '80 americanos e suas delícias de feiras de garagem, que ganham de goleada, como se diz, deste tipo de bazar/brechó tosco.

Vale ressaltar que um bom bazar é uma ótima ideia, assim como um bom brechó, um brechó de verdade é melhor ainda. Trata-se de uma questão super bacana, pelo menos no ponto de vista de quem gosta de agregar história e informação de moda à roupa. Óbvio que isso também pode ser feito com roupas novinhas de coleção mais novinhas ainda, mas trata-se de outras informações e histórias.

E bom abrir os horizontes e perder certos preconceitos, porque muito além do que lojas que vendem roupas usadas, bons brechós são verdadeiros achados e que podem vir a te proporcionar verdadeiras aulas de história da moda.

E mais, grandes revistas, figurinistas de teatros, da televisão e da sua santa novelinha, meu bem, garimpam em brechós brasileiros, franceses, ingleses, americanos, especialmente os famosos brechós de NY. De repente aquela bijoux que te deixa louca-de-inveja que a protagonista da novela usa é peça de brechó.

O mais legal dos brechós, no meu ponto de vista, é conseguir aquela peça exclusiva, linda, única e que todo mundo te pergunta de onde é. E assim sigo feliz com meus camafeus, todos adquiridos em brechós.

E também a possibilidade (quase sempre certeira) de conseguir peças antigas para o guarda-roupa atual, que te possibilita uma certa individualização, um caráter de diferenciação que super enriquece a indumentária nossa de cada dia.

Óbvio, não é tão fácil assim, é chegar ao brechó e se apaixonar e sair de lá com o guarda-roupa renovado e cheio de personalidade. Até porque a maioria dos brechós são meio bagunçadinhos, amontoados sim de algumas tranqueirinhas, inclusive os muito bons padecem deste mal. Mas garimpar é preciso.

Super encorajo para que procurem os brechós de sua cidades, façam uma visita, mesmo que não gostem de nada, não custa tentar. Mas vá de boa vontade, ok?


Imagens: 1. 1966 Magazine Advertisement; 2. 1969 Magazine Advertisement
"The Can Bag" Campbell's Soup. (iria morrer feliz da vida se encontrasse esta bolsinha!)

Brechós e Vintage

Já já entra no ar o mega post sobre brechós, onde ficam, como são, o que o RQ pensa sobre e cousas afins.

Bisous.

Imagem: Vestido que Cristobal Balenciaga deu de mimo à Vreeland.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pratos típicos

E já falamos muito de comidinhas aqui, tanto nestes últimos dias com fast food, petiscos, mas também na minha teima pela qualidade das coisas, que não é, necessariamente, sinônimo de alta gastronomia, como alguns podem vir a entender.

Comer bem associa uma porção de "ingredientes subjetivos", desde a boa procedência das cousas até a perícia de quem cozinha, isso do chef a sua tia que vai preparar os bem casados para o seu casamento ou então aquele doce especial da família, que é tradição das suas raízes, como por exemplo, doce de mamão verde com coco, pra comer com queijo Minas.




Ou então um Romeu e Julieta que pode vir em copinhos, em tortas.



'Tá
muito mineiro este papo? Gente, não posso fazer nada se aprendi a cozinhar com mineiros e à mineira, desculpa'ê.


Estes escritos são mais para falar que, comida típica em casamento é o que há de adorável. Falar de suas raízes, suas origens, trazer o gosto da sua infância, da casa da avó, das tias, da mãe, daquela vizinha que fazia aquele bolo de fubá, é algo inestimável.

E por que não acarajé numa festa de baianos ou a quem tenha memória afetiva com este quitute?


Estes são os famosos acarajés do Siri Mole & Cia ( é o templo da gastronomia baiana no Rio), com caruru, vatapá e saladinha.


E que tal culinária do cerrado?

Panelinha de frango com pequi, é muito Goiás, minha gente!


E voltando com as mineirices...

Que tal um leitão à pururuca? Eu sugeri a minha leitora que vai casar numa virada de ano, à mineira, com petiscos de bar e prato típico, leitão à pupuruca, porque é mui mineiro, uia.

E este na imagem, preparando um leitão à pururuca com farofa de milho e macadâmia é Claude Troisgos, eleito o melhor chef da cidade do Rio, de novo e com mérito, e que faz um dos programas mais legais da GNT, Menu Confiança. É uma cozinha francesa brucutu, com toques cearenses; seu chef de confiança, Batista, é cearense e se ufana, tá meu beim?

E fica a dica, de se deixar ser, como sempre.



Bisous.




Imagens: 1 e 2 acervo pessoal; 3, 4, 5 Veja Rio; 6 GNT.

Petiscos para festa!

Não, não estamos nos referindo à Julia Petit, super duper chérie da internê e de nós todos, que compartilhamos o mesmo gosto virtual.

Estamos falando daquela harmonização ideal do chope gelado, da caipirinha nossa de todo fim de semana, daqueles drinks que acentuam a dislexia mundial happy hour; no final das contas é todo mundo dislexo quando tá bem doida, né?

Pois então, é destas delícias, que são tipo assim, a perdição e um dos maiores paraísos gastronômicos de todo mundo que tem afeição por botecos, bares, pubs, a manguaça place em geral.

E se a pessoa decidir casar e tipo, quer servir comida de boteco no casório, é válido? Claro que é! E vou mais longe, acho até bacana levar a temática de boteco para décor, que pode ir duma estilização até a cousa em si.

Aqui no Rio e em Minas, é mais do que comum o povo danado de bão servir petiscos de boteco no serviço de buffet, ou casar em restaurantes, que têm esta marca de boteco estilizado ou melhor, terminar a festa num barzinho hé! Há quem ache um absurdo total. Não vejo problema algum e afinal de contas, não existem regras para isso. Na verdade existe sim, se permitir e deixar ser feliz, afinal é o dia do seu casamento.

E como afirmado no post sobre fast food, a elegância pode estar em qualquer lugar, sem dúvida, até num ambiente botecal.

E que petiscos servir, como-fas?

Tem que ser delícia, minha gente. Se será mais requintado, mais boteco mesmo, mais original, ousado, adaptada, tudo vai depender a que tipo de festa estamos nos referindo; pra ornar, sabe como? É a velha tecla do RQ. Pode-se fazer tudo, tudo é permitido, mas para ficar bonito, tem que ornar. Dum serviço à inglesa, à francesa a uma churrascada, tudo depende do serviço e apresentação pra ficar lindo, te deixar feliz da vida e fazer seus convidados nunca mais esquecerem da festa. Não é tamanho e dinheiro investido, é mais uma questão de esmero.

E só para deixar as sugestões e a água na boca, falta pouquinho pro almoço, feriadão chegando, vamos lá,, s'inspirar!



Lembrete importante: todas as sugestões a seguir são de casas aqui do Rio, que saíram na lista de melhores da Veja Rio, portanto têm donos e patentes a serem respeitados! Este post apenas sugestiona, dá pequenas amostras de como comida de bar pode ser deveras interessante, bacana, sofisticada e não só delícia. Se bem que só por ser delícia já 'tava valendo, né?


Vamos começar pelas bebidinhas, adouro! E quem é a campeã da preferência nacional? A cerveja geladinha, o chope estupidamente geladão!


O lindo chope com colarinho do Adonis!


Seguido de pertinho, dentre estes o mais pedido, a caipirinha canônica, a básica com cachaça, limão galego, mel e gelo.


Mas já que despontamos com um clássico mor, que tal algo diferente, como esta beleza aqui?

Este drink é um causo a parte, criação da Academia da Cachaça, na verdade é uma bela dose gigante de cachaça purinha mais quatro pedras de gelo, cada uma de um sabor: limão, jabuticaba, lima da pérsia e maracujá. Ai minha boca salivando...



Caipiroskas com flores comestíveis, do Quiosque do Português, no Leblon. Lindo, né?


E vamos às comidinhas!


Este é um petisco ímpar, pra quem gosta de frutos do mar, Tativendo de camarão, que leva o próprio mais purê de abóbora e catupiry, do Chico & Adelaide, uma cozinha que mistura cearensidade e mineirice que super deu certo!



Estes sanduíches de filet com porção da batatas mais molhos dão ótimos petiscos. Só perdi a referência, mas é do Rio!



Estes filezinhos na marinada de capim-limão também servem de pestiscos, uma cousa mais sofis, né? Receita da Chef Roberta Ciaspa para o Oui Oui.


E a gente sabe que os croquetes são clássicos no que se refere à comida de bar e ao desdém absoluto do muso Caco Antibes (rs), mas estes...

Croquetes de cordeiro acompanhados de pesto de hortelã, do Meza Bar. Dá nervoso de tão inusitado, adouro!



Croquetes são um clássico. Crocantes por fora, macios por dentro e sequinhos. Estes da imagem são receita especial do imigrante Stefano Kern, fundador da famosa e carioquíssima Casa do Alemão.


Que tal um combo de petiscos de bar? Bolinhos de aipim, de bacalhau e croquetes de carne? Estes são do Botequim Joaquina.


Este é bem clássico e bem barzão, porção de linguiça caipira fatiada com cebola e torradas. É da Rede Informal.




Que tal pataniscas de bacalhau, acompanhadas por cerveja bem gelada? O clássico dos clássicos dos petiscos de boteco, que é o maravilhoso bolinho de bacalhau. Estes das imagens, sem batata, do Pavão Azul.


Particularmente, amei pesquisar, selecionar esta idée para postagem. Super obrigada à leitora Gabriella.

Creio que tenha ficado bem claro que o RQ super apoia a ideia, então vamos ser felizes e botecar por ai, inclusive no casamento, óbvio, para quem gosta.

Bisous.


Imagens: reprodução da Veja Rio (várias edições).

Ai que delícia!

Já já entra no ar postagens delícia sobre petiscos e pratos típicos (regionais) para casamento; é válido? Qual será a posição do RQ, hein? Até parece que é segredo !

Bisous.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Imagem do dia

Mobile de fotinhas polaroid, adouro!

Bisous.

A gente ama margaridas!

A gente super ama margaridas, porque são delicadas, mas muito presentes e vivas, alegres, festivas, sem perder a graça. Florzinha danada, né?

Martha Stewart sabe disso e nos dá um mundo de inspirações. Confiram!


Que tal este tule bordado com tema floral lembrando margaridas, por Vera Wang?



E o singelo detalhe destas luvas?



Quando a gente fala de décor, vem logo os arranjos, mas e se a gente modificar um pouco o dogma das cousas e pensarmos em lanternas orientais em formato de margaridas?

{no site da Martha tem o passo a passo}

E que tal uma guirlanda para receber os convidados, assim, de margaridas aussi?



Aí a gente pode pensar tranquilamente nos benditos arranjos. Olha só que lindas as margaridas compondo a mesa.



E podem aparecer nas lapelas.



Nos bouquets.



Até nos petiscos da festa.



E por fim nos bolos. Aliás, é o tema mais fácil de encontrar em relação à margaridas, bolos e doces.




Fica tão lindinho tudo, né?

Para conferir mais margaridas aqui, aqui e aqui.

Bisous.

Margarida

E já já entra no ar a postagem com sugestões sobre esta florzinha linda, meiga e delicada, a margarida.

Lembram deste episódio de Girlmore Girls? O pedido de casamento do Max e mil margaridas! Adouro!

Bisous.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Bom final de semana para todo mundo!

Próxima semana volto para cumprir metas: margaridas e décor, comidinha de boteco, comida típica, lista de brechós e como comprar em brechós. O que vier a mais é lucro.

A imagem é inspirada na postagem sobre fast food, né? Adouuro.

Bisous.

Luv Fast food (wedding?)

{Moda é a motivação mais saudável para perder peso - haha, adouro!}


E recebi uma sugestão fofa, mas que entra na vibe "sinuca de bico".

Uma leitorinha chérie me perguntou, segundo ela inspirada nisto aqui, se fast food em casamento é válido?

Claro que é, tudo é válido, tudo pode. Mas como sempre gosto de lembrar, se vai ficar bonito, se vai ornar, dai dependem questões factuais, escolhas, perspectivas. A questão mais importante é, que bom gosto pode estar em todos os lugares, acompanhado da elegância invariavelmente.

Alguém pode pensar que não dá pra ser fina comendo um Big Mac e eu vou ter que discordar Depende da chérie. É uma questão de postura, minha gente, de prato francês não. Tem gente que sempre vai parecer uma jumenta aleijada comendo qualquer coisa, seja uma porção de batatas fritas ou alguma coisa linda da nouvele cuisine. Prontofalei.

Já tem muito buffet que conta com um cardápio interessante com mini sanduiches, vamos dizer, mais sofisticados (muita mostarda de dijon e brotinhos afins), mas que tem lá sua identidade de fast food, que é ser delícia, informal e que mata a fome rapidinho.

Geralmente estas cousinhas são servidas em momentos chave, fim de festa ou intervalos de bate cabelo exaustivo.

E para quem cogitar a possibilidade de ficar a cara de festa de adô, tipo festa de 15 anos, ai geeente, desencana! Se fosse por isso, toda festa com décor rosa, lilás seria a cara de baile de debutante, né? Não é assim.

Quem tiver sugestões e mais "sinucas de bico", envi'aê: reverberaquerida@gmail.com.


Bisous.

Carl Bengtsson para Brides UK


Faz tempo que não vejo um editorial de noiva tão "adouro" desta feita.


Imagens: Brides, UK September/October 2009 by Carl Bengtsson via {this is glamorous}.

Diário Esmaltístico

Diferentemente do que prometi, registrar a cor da semana, vou mostrar o que comprei de setembro pra cá, época em que pipocaram as coleções das nossas queridas marcas nacionais de esmalte.

E é super legal reparar na inteligência de mercado de algumas marcas, que desprezam por completo os consumidores de algumas localidades. Sinceramente, acho esta pesquisa equivocada dum certo ponto de vista. Por outro lado, o lado racional, até que entendo, porque num lugar em que falta, em que o básico é luxo, o frívolo é que falta mesmo.

Mas vamos ser felizes!

Comentei pelo Twitter do mito (pra mim) da coleção Arábica da Risqué, assim como o tal Jade da Big Universo.

E falei também da minha felicidade com estas belezinhas aqui:

A coleção de verão da Colorama é simplesmente linda! Nenhuma destas cores é novidade, mas são lindas, não só para o verão. Particularmente adouro colorir o inverno, fora que são ótimos esmaltes, ótima fixação, textura, cor bacana que não fica opaca. Tudo bem que tem lá a "modinha" do esmalte opaco, mas não é opaco de esmalte ruim e vagaba, né? É um opaco estilizado que, cá entre nós, também não me agrada.


E este, pra mim, pelo menos, é o grande up de todas as coleção lançadas, o gelo, da única camada da Colorama. Sabe aquela coisa elegante, chic? É esta cor de esmalte. Noivas invistam! Super realça tanto para as morenas, como para as de pele clara. Todo mundo repara e pergunta que cor você está usando. É muito especial mesmo. Uma ressalva apenas: pede mais de uma camada sim.


E a Impala super atacou com cores maravilhosas! Mas, a textura dos esmaltes... Dá pra ver que usei bastante o Marina, né? A textura é triste. O espelho tem uma textura melhor. Os demais ainda testarei.


E, a queda do mito, taránnn!

Eeeeeeee, finalmente, consegui encontrar (no Rio - Maridón, amo você!) a bónita coleção Arábica. E eu só queria estas duas cores mesmo, porque cinzinha (arábia) sempre é necessário e o verde (menta) dialoga ao longe com o Jade-desejo da Chanel, então vai né?


E todo mundo junto.



Bisous.

Imagens: acervo pessoal.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Wishilist em L




Quase monocromática e em L : jeans de alfaiataria escuro e t-shirt podrinha(rs) Lagerfeld; Clutch escândalo Louboutin e esta bijoux fofura Lanvin adouuuro!

Com o exceto da clutch, usaria tudo juntinho.

Bisous.

Hoje sinto-me


Muito a fim de fast-food!

p.s.: esta imagem é o máximo, né?

Imagem: Phil Poynter.

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