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Loja (conceito) da Phebo no Jardim Botânico

>> terça-feira, 13 de março de 2012


Todo mundo sabe o tanto que o povo do Rio ama todos os símbolos, desde os pequenos aos grandes, da identidade carioca. Comer biscoito Globo, tomar Matte Leão (olha o Maaatte, Matte Leããão) e limonada (as três coisas na praia, obviamente), as pedrinhas portuguesas, a comida de boteco, a Travessa, a Colombo, a Granado, ah a Granado.

Esta última passou por uma renovação e, da aura da botica do imperador, se tornou um dos orgulhos cariocas em termos de loja linda e produtos com a cara e essa tal de bossa do Rio. Dá pra encontrar Granado em todo o país (creio), desde a cultuada linha pink de cuidados manicurísticos, até os sabonetes. Mas minha gente, desculpa, o lindo na vida de comprar produtos da Granado é ir até uma loja da Granado: chão de ladrilho hidráulico, poltrona de couro daquelas da gente se perder ao se sentar, madeiramadeiramadeira para todos os lados e o colorido das linhas mais diversas. Fora o cheiro que é danado de bom.

E a felicidade ao saber que a perfumaria Phebo, que é da Granado, ganhou loja-conceito, inaugurada dia 06/03 na badaladinha (e outra queridinha carioca) Dona Coisa (no Jardim Botânico, outro bem querer da cariocada)? O amor ♥.

É bom que já serve como (mais) uma desculpa para ir até o lindo bairro do Jardim Botânico, que bastaria por si só pelo próprio Jardim Botânico (e seu orquidário, borboletário, vitorias-régias, palmeiras imperiais...) ou pelo bairro mais fresquinho da cidade, uma explosão em verde e casarões antigos no sobe e desce das ladeiras, tão a cara do Rio. E tem a Vila dos Artistas, os vários ateliers, o Bar da Graça, o antiquário Venda em Garagem, a padaria La Bicyclette. 

Bisous.

Imagem: meus produtos favoritos da Granado-Phebo, o amarelinho é Água de Citrus (a cara do verão), o roxinho Água de Íris e a bonequinha é o perfume vermelho Isabela Capeto, uma cousa.

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Descomplicar a vida

>> quinta-feira, 6 de agosto de 2009


Na postagem anterior mostrei uma realidade completamente diferente deste casamento que aparece nestas imagens lindas, que ilustram estes escritos d'agora.


Saiu na NG deste mês, Amor e caviar. Não encontrei na página virtual da revista, mas a gente dá um jeito de reproduzir pra mostrar pr'ocês como a vida pode ser descomplicada.

Esta moça que aparece aqui acima, grávida de sete meses, resolveu oficializar sua união. Até aí tudo normal. Mas casamentos são raros em sua pequena, isolada e desconhecida cidade, Khailino (Rússia). Tempos difíceis esvaziaram o lugar, cerca de metade da população se foi. Assim, quando Miroslava (a noiva - não me venham fazer graça com o nome da moça, que pra ela um José, um João é tão estranho quanto pra nós pode parecer estranho Miroslova) anunciou o casamento, a comunidade toda se organizou para fazer uma festança coletiva de três dias, muito alegre e cercada de tradições daquele vilarejo, como o caviar(este avermelhado, típico daquela região banhada pelo Pacífico) fornecido pelo pai da noiva...


... no ginásio de esportes da cidade, decorado para a festa e numa espécie de triângulo de velas o noivo tenta "pescar" a liga da noiva, enquanto todos vibram. É tradição deles, mas aqui pra estas bandas tem muuuito noivo que faz a mesma coisa e não é assim, bien, uma tradição, mas tudo bem.



Mas o que achei o mais lindo de tudo, os noivos conduzem os amigos e convidados levando comida e bebida aos idosos e aos doentes do vilarejo, que não poderim portanto, participar da celebração. Tipo, levar a festa até as pessoas :)



Miroslava, pra nós um nome complicado, para si, uma descomplicadora da vida.

Bisous.

Imagens: reprodução.

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Sobre Igrejas, informações para a Fortaleza do Sol, que valem para outros lugares aussi


Vez por outra alguém me ressuscita uma postagem do arco da velha, uma dica de sapato, uma revista tal, a cor do meu esmalte, etcetera. Mas desta vez foi muito interessante, porque foi algo bem do comecinho do Reverbera, quando ainda era um diário de noiva. Dá pra acreditar que começou assim? Pois é, vejam só como o tempo passa e as coisas mudam.

A postagem é esta aqui, que fala da minha angustura (misto de angustia e gastura) acerca das benditas igrejas dos homens.

A chérie que me escreveu o comentário aqui no blog deixou o epíteto de "Noivinha feliz", mas não creio que ela esteja, em relação as posturas de certas igrejas, muito feliz não, assim como eu não estava cerca de um ano e meio atrás.

Aliás, um comentário pessoal: gente estes diminutivos que se pretendem carinhosos me soam estranhos, sabe? Tipo mãezinha, noivinha, *leitorinha (que usei n'última postagem, porque a moça assim o quis), coisinha, sabe?

*só acho lindo o leitorinha quando é a Ivi que usa. Acho mesmo de coração.

Voltando...

Faz muuuito tempo que escrevi sobre isso e revivi tudo de novo, toda aflição, gastura e raiva que passei naquela época. Mas sabe o que é pior?

Naquela época descobri que fazia tempo era daquele jeito e que existiam igrejas ainda mais "cartel". Se lerem a postagem entenderão.

A igreja que se fala aqui é na verdade o Santuário de Nossa Senhora do Líbano, na cidade de Fortaleza. A Líbano é católica do Oriente, Melquita e é cheia de parangolês, mais que as católicas do Ocidente. Começando da senhoura que atende na secretaria, que é uma pessoa quase intratável, mas ai eu aprendi que é praxe, donc... e termina na doçuuuura do Monsenhor Filipe (ainda é ele?) que tem cara de congestão e parece também com o Jamanta. Dá muito medo. Mas o bão é que se pode levar outro padre, pagando, óbvio, por fora. Em relação a cerimônia religiosa, para a grande maioria infelizmente, tudo se resume a ficar bonito nas fotos e a pagar caríssimo por tal. Não é crítica, é uma constatação a que me incluo, pois não tenho mais nenhuma ligação afetiva com igreja, coisa que lamento.

Adendo: eu queria era ser uma portuguesinha duma cidade picurrucha e casar numa procissão, numa capelinha branca com o padre que me batizou, mas, , o padre morreu e o pior de tudo, eu não sou portuguesinha duma cidade picurrucha que cheira a doces com coco, ovos e amêndoas e que ressoam fados pelas ruas.

E é bão também vossa mercê rezar, rezar para o pároco lembrar do seu nome e de seu noivo, para que ele não atrase mais que você, dileta noiva, que ele não termine tudo em vinte minutos (é, acontece) e faça você, que pagou, aproximadamente R$ 2.000,00 (valores de Fortaleza), não chorar ao altar não de emoção, mas sim de ódio. Já vi acontecer e te garanto que é triste, pra resumir a ópera.

Noivas, temei!

Isso acontece em outro lugar ou só em Fortaleza?

Mas por falar nesses pormenores máximos, aqui no Rio há um fenômeno estranhíssimo, o fenômeno dos diáconos que casam as pessoas.

Falo isso, pois como já mencionei esta semana uma pá de vezes, sou de formação católica, estudei em colégio de freiras e tipo, convivi com um monte de "carolas", "ratinhas de sacristia" e minha vida toda convivi com um padre muito querido da família e tipo que se entranhou em mim o seguinte: igreja + altar = padre.

E acerca das funções dos padres, se não me falha a memória... de guiar seu rebanho, vulgo paróquia, celebrar as missas, ministrar os sacramentos, dentre estes batismos e olha só, celebrar casamentos!

Aqui no Rio o que está em voga são os diáconos. Até agora não vi um padre celebrar um casamento. Ao que me consta os diáconos podem celebrar, sob orientação de um padre, certas cerimônias como batismos, pregações e "abençoar" os casamentos. Por isso minha estranheza, mas deve ser bestagem minha, era só pra sei lá, socializar meu estranhamento.

Mas voltando à Fortaleza, no que concerne à casamentos católicos, existe toda uma postura das igrejas mais procuradas, óbvio das partes mais abastadas da Cidade, com exceção da Pequeno Grande, que fica no comecinho da Santos Dummont, quando ainda é Centro, em frente ao Justiniano de Serpa (dei aula lá). Olha aquilo ali é quase a visão do inferno, é uma das piores partes daquela região, onde ficam os armazéns de atacados com ruas mal frequentadas e fedidas.

Mas a Igreja é sim, linda, mas tem este póbrema que relatei, da vizinhança, fora o singelo fato de que é a mais cara de todas, fora que tem que se ter uma paciência de para lidar com as responsáveis, as irmãs do Convento, que são uma mistura de jiló com quiabo, sabe? Amargas e escorregadias. Nunca se encontra, quando se encontra, te dão patada. Ajudei uma conhecida a marcar o encontro com esta freira e foi uma coisa dantesca e olha lá que esta minha conhecida fora aluna do Imaculada Conceição (é o conjunto, a igreja, o convento e a escola).

Então, o grande problema da Pequeno Grande, além dos valores e da má localização, é esta coisa antipática, sabe? Mas pelo menos, ao que me consta, não possui a tal lista proibitiva.

Já citei por aqui alguma coisa destas listas, mas é tipo assim: existem listas em algumas igrejas, listas de restrições tanto em relação à músicas, a maioria se limita à música Sacra e Erudita, o que acho coeso, mas existem ainda as listas tipo "cartel", em que só podem ser contratados para o SEU casamento o que A IGREJA permite. Não é legal?


No final, as coisas se resolvem, fé, amor e Salmo 23 pra todos!

Bisous.


Imagem: A Pietà de Michelangelo.

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Let it be

>> quinta-feira, 30 de julho de 2009

Esta rolando lá no blog da Constance umas dicas muito boas sobre a música para cerimônia religiosa.

Coincidentemente esta semana que passou, houve o casamento de uma conhecida e conversava com uns amigos sobre o que acho adequado ou não para se tocar numa igreja. Decididamente, forró, axé não é adequado, meu povo. Acreditem, isso já aconteceu, acontece e acontecerá. Fico me perguntando cadê aquelas senhoras e senhores super de mal com a vida, sisudos, chatos, insuportáveis que trabalham nas secretarias/sacristias dessas "igrejas".

Minha opinião de ex-aluna de colégio de freiras de congregassão italiana é: igreja pede música Clássica, Barroca (Bach e cia) e Sacra.

Muitas igrejas têm uma lista fixa do que se pode ou não tocar, há ainda quem tenha uma lista de profissionais, desde os músicos, aos cerimonialistas, floristas, etcetera.

Adendo: É prática comum. Às vezes estes "profissioanis autorizados" prestam serviços à igreja, tipo cantar na missa de domingo, fornecem as flores de todos os dias. Daí que uma mão lava a outra. Isso é certo? Não quero entrar no mérito da questão. Lembrem-se, a fé é de Deus, mas a igreja é dos homens.

Em termos de festa as pessoas tendem a se animar demais, daí rola Xuxa, e aqui no Rio a maioria acaba em baile funk e/ou escola de samba, com passistas, mestre sala e porta bandeira, vocês acreditam? Os cerimonias inclusive tem uma lista de profissionais com este serviço que é bem caro, no caso da escola de samba.

Eu acho no mínimo exótico, mas há quem ache, por exemplo, que uma banda de Jazz animar uma festa de casamento também seja algo exótico. Prefiro o exotismo jazzístico.

Mas então voltando, em termos de música para cerimônia religiosa, já dei minha opinião, que inclusive deixei nos comentários dos escritos da Constance. Invariavelmente não muda, mas existem exceções, ainda bem que existem, né? Tudo com história tem um ar, um sabor diferente, toma outra configuração e por vezes supera o convencional.

Uma das igrejas da província da qual procedo é destas igrejas sisudas, quem tem as tais listas, de músicas, de profissionais. A lista de músicas é super rígida, música Clássica, Sacra, mas, tem Beatles. Acho lovely.

Uma noiva de que ouvi falar entrou ao som de Let it Be, que era, ao que soube, a sua música e de seu pai. Aí se cria aquela cena de reconhecimento, de amor vivido e sentido, do pai entregando a filha ao seu futuro, como já disse lá. É outra cousa, né? E por mais que eu adoure Mendelsohn e tenha medo do sósia mal do Paul, eu fico com Let it Be.


Bisous.

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Avez-vous quelquefois, calme et silencieux,...

>> quarta-feira, 22 de julho de 2009

...Monté sur lá montagne, en présence des cieux?

Tradução
(Estais alguma vez, calma e silenciosa, encosta sobre a montanha, em presença dos céus?)


E com este versos de Victor Hugo abro esta postagem deste outro mariage, en français, porque os versos e as imagens exuberam mais do que eu conseguiria!


Regardez!







Tons em branco, verde e e marrom ao sabor francês, magnifique!

Bisous bisous.

Iamgens: Veranda.

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Hochzeit

>> sexta-feira, 17 de abril de 2009

Cenas lindas, Hochzeit, vindas da Deutschland, do Reverbera para Georgia! Imagens que parecem saídas dos contos de Grimm (até são mesmo), Rhine próximo, Schwarzwald, moinhos, campos verdejantes e paisagens assim...


...ou assim...


Que podem culminar em algo que muito me agrada, como a imagem a seguir, um luxo de noiva e que balõezinhos cute!!!


Luv balloons!

und Hochzeit!

Kuss!

P.S.: Em prol da campanha Deutsch na blogosfera/blogsfera ou como preferirem!

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Inspiração - branco e preto dentre outras muitas coisas

>> segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Dos casamentos mais uau que vi, um dos fotógrafos igualmente uau numa terra que não existe tanto uau assim, como Fortaleza.

Cheio de referências, o vestido com um leve detalhe que muda a cara do sem graça tomara que caia (como é mesmo o nome, Carol?), pérolas, make, um bolo incrivelmente simples e perfeito! Lírios, e décor no moderno dueto preto e branco, valendo ressaltar que à época era super moderno, especialmente em termos provincianos.

Às imagens!

O vestido e bolo perfeito. Um dia mostro esse bolo em detalhes.


A igreja : Cristo Rei.

Décor com lanternas: gorgeous!

Preto e branco.

Wannabe Hitchcock e um pouquinho mais do bolo.

Lindos!

Lindas!

Bailando.

E quanta pérola, Chanel minha!


Bisous.


Imagens: Carlos Fotografias.

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Sami e Lipe

Lembram que falei deles por várias vezes, aqui, aqui e aqui?

A Sami me pediu pra comentar e ver as fotos oficiais.

Vamos visualizar agora?










Para fugir um pouco da regra de só msotar casamentos que acho espetaculares, perfeitos, mas que não conheço os noivos, não conheço a história, mostrar um casamento de quem se conhece dá novo fôlego.

Foi muito emocionante, muito verdadeiro, sabem? Sem falsos sorrisos, sem aparências medidas. A paróquia da infância, o diácono que conhecia Sami desde pequenina. Os convidados todos de rostos familiares, até o amigo-sumido (meu maridón) e a noiva fantasma (eu hahaha); aparecemos, muito discretamente nas fotos.

O all star lilás, as crianças pela calçada, o encontro com os avós vestida de noiva, o terço da bisa, os balões (amo balões!), ou seja, tudo muito, como disse e repito, emocionante e verdadeiro.

E não é assim que deve ser um casamento?

Bisous.

Imagens: Andrea Paes.

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Capela Mayrinck

>> quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Ela é cor de rosa, parece de brinquedo, é antiga, 1860, tem jardim de Burle Marx, um altar cercado de Portinari e fica na Floresta da Tijuca. Cenário de conto de fadas.


Elis Regina casou ai, sabiam?

Bisous.

Imagem 1: Júlio César Ramos.
Imagem 2: André Mendonça.

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Imagem do dia


Fica no subúrbio do Rio, em Marechal Hermes.

Linda, não é?

Fonte: Florpiz.

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Bougainvilles...

>> segunda-feira, 5 de janeiro de 2009








Reconheceram as bougainvilles? Viram que booooloooo?


Bisous.


Fonte: The Bride's Cafe.

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Bodas lusitanas

>> quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Quando me vi noiva e comecei minha santa procura diária por informações, pormenores, imagens e afins sobre casamento, um primeiro endereço virtual me veio em todas as procuras. E Era este um endereço português, O Nosso Casamento.

Já havia até me esquecido dele, pois encontrei outros lugares, estes brasileiros, o Bem-Casadas, o {casando idéias} e o Bride to be (infelizmente) bloqueado.

Mas faz uns dias que deu-me cá uma saudade das imagens portuguesas, sabem? Sua fé, o fervor religioso, o amor às tradições são muito bonitos de se ver, de se sentir e também de aprender com.

Deixo vocês com elas!
















*





Bisous.



* Este bouquet de orquídeas foi por muito tempo o meu favorito! Ainda é um dos favoritos e sem dúvida, a mais bela braçada de orquídeas que já vi.

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