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Sobre doces e bebidinhas, quantidades, pataquada...

>> terça-feira, 4 de junho de 2013


Acho que fiz uma festa muito doce, tanto pela fofurice-diabética-vômito-arco-íris-do-unicórnio, tanto pelo excesso de doces mesmo. Por isso vim aqui para explicar alguns pormenores sobre.

Existe aquela lenda urbana de que homem prefere salgado, tudo regado a cerveja ou algo mais forte, tipo whisky (boteco), já mulher é que fica com os doces e bebidinha de mulherzinha, tipo espumante. Bem, quando pensei minha festa em Fortaleza, como já conhecia os convidados, meus amigos, colegas de universidade e professores, pensei em cerveja, muita cerveja e da boa (não estou falando da Antarctica), mais ainda para as mulheres, todas manguaceiras, amigas de tudo, inclusive de copo. E muitos doces sim, porque éramos todas formiguinhas. Formiguinhas frescas, mas tudo bem. Hoje avaliando, acho que os homens da festa até bebiam menos do que a gente.

Já aqui, com os convidados daqui, continuei agarrada na cousa da cerveja em quantidade e boa (boa para mim em termos de Pilsen com preço legalzinho, Heineken, Stella Artois) e muitos doces. E espumante, porque nada é mais festivo - ao menos para mim - do que uma linda taça de vinho branco espumante e sua perlage. E sempre calculo para mais. Uma garrafa de espumante que se avalia que serve 4 taças, eu calculo 3, 2. E doces o dobro ( cálculo padrão seria de 4 a 5 doces por convidado).

Pois é, se a festa fosse para meus queridos de Fortaleza não haveria sobrado um macaron para contar a história, tampouco uma garrafa intacta de Stella e de espumante. Já aqui (não estou me referindo ao Rio de Janeiro, ok? Obrigada), que as pessoas acham que macaron é cocô de passarinho e chuva de prata é que é bom, sobrou, sobrou muito. O que não é ruim, porque né, eu bebo sim e estou vivendo ♫.

Então, eu lhes sugiro que avaliem as pessoas que compõem a lista de convidados e não avaliem por vossas mercês, porque corre o risco de gente xingar cerveja cara, reclamar que não tem cajuzinho e torcer a cara para o seu brigadeiro gourmet.

Bisous.

Imagem: festinha do ano passado.

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A Festa das Meninas - quase um desabafo

>> segunda-feira, 3 de junho de 2013



Neste momento em que escrevo já se passou mais de uma semana da festa, contudo ainda muito vivas todas as impressões, memórias e desmantelos, porque sim, em se tratando de minha família alvo de Murphy, o desmantelo é quase uma constante matemática. Posso afirmar que foi completamente diferente do ano passado, em tudo por tudo. Para o bem e para o mal. Para recordar a festinha do ano passado aqui.

Primeiro que, diferente do ano passado, em que me organizei quase que um ano antes, com datas, metas rigorosamente cumpridas, este ano me embananei toda, deixei tudo para a última hora. Tudo bem, havia um plano geral das cousas, tenho alguma experiência em organização de festas e, afinal, era uma coisa para família e amigos de escola das erês, ou seja, simples né? Ledo engano. O pior é que eu sabia disso, nunca é simples quando se trata de organizar uma recepção minimamente digna.

Alguns serviços que foram super tranquilos ano passado, simplesmente ou deram completamente errado ou quase deram muito errado, o que me ocasionou uma tensão muscular e uma somatização de mazelas que, só Deus mesmo.

Como eu me atrasei para começar a ver fornecedores e criar décor, acabou que a festa aconteceu com um mês de atraso. Até aí tudo bem, se não fossem as chuvas de outono, com ventania e temperatura caindo. Para uma festa pensada em área externa com piscina é osso. Resultado, estávamos nós desesperados na véspera da festa (de verdade, na véspera) em busca de um salãozinho disponível, em plena sexta-feira, dia preferido de todos os eventos. A gente conseguiu, só que um salãozinho bem chocho, daqueles de bairro, bem simples, com churrasqueira. Mais parecia o sobrado de festa da casa do tio pançudo. Ao menos contava com dois banheiros arrumadinhos e uma cozinha com fogão industrial (e a maldita churrasqueira) e freezer. Decorado ficou fofo. Não ficou lindo como ficou ano passado aqui em casa, mas tudo bem. 

Como o salão já contava com cadeiras e mesas (de plastico amarelo. ficou até interessante, porque era uma das cores da festa) tive que cancelar a reserva das cadeiras (o mesmo serviço do ano passado, que me deixara satisfeita), contudo, tinha como intenção pagar mesmo assim. Gente, a criatura simplesmente ficou enfurecida, mesmo com o meu compromisso em pagar. Xingou, ameaçou macumba. É sério! Uma pessoa louca, completamente surtada.

Os doces que encomendei estavam melhores que os do ano passado, porém o atendimento... Começou pela degustação, a pessoa que me atendeu não sabia do meu agendamento, daí recebeu a minha filha Kelly e a mim bem mal; para ter uma ideia, só nos convidou a sentar alguns minutos depois que entramos. Insistiu em perguntar quem eu era e se havia mesmo marcado algo, nos deixou sozinhas por várias vezes e estava com aquela cara de eu te mato with lasers. Gente, isso não se faz. E no dia em que marquei para retirar a encomenda, chovendo à cântaros, peguei um engarrafamento do mal, daí me atrasei e temi não conseguir pegar os doces. Ou seja, já foi um nervoso. Fora que a operadora de celular filha de quenga com sinal oscilando, aumentou o meu nervosismo. Daí consegui ligar para minha casa, pedi para Kelly entrar em contato com o fornecedor, pois havíamos combinado que eu retiraria a encomenda em outro endereço, porque não haveria ninguém para me receber. Bem, a pessoa, que por sinal é a dona da cousa, meio que destratou minha Kelly: " não fiz negócio com você", ou algo assim. Oi? Pois é, também não havia feito negócio algum com a persona que me destratou daquela outra vez. Isso não se faz ². Mas os doces estavam maravilhosos.

O serviço de buffet é de uma conhecida da família do Thiago. Sinceramente, não é grande coisa, mas este ano estava péor: garçons mal treinados, atendendo com má vontade, o jantar foi servido frio, desperdiçaram várias Stellinhas (cerveja Stella Artois. me ajude) e serviram o espumante fora da hora que recomendei. Na verdade parecia mais era preguiça. Olha. E começaram a arrumar as coisas para ir embora antes da festa acabar. Não é legal?

Ah, o bolo atrasou. Quase coloco um ovo. Mas chegou, lindolindolindo, intacto e delícia.

Super recomendo a leitura dos post Organizar é preciso e Guia de boas maneiras para contratantes e contratados. Subscrevo com mais ênfase tudo.

Apesar de tudo o que relatei, a festa foi linda, fez muito sucesso, talvez porque bebida boa e gelada faz todo mundo ficar mais feliz ou, porque luzinhas, balloons de hélio e lanternas japonesas aquecem o coração das pessoas. Só sei que ninguém queria ir embora e recebo elogios até hoje. Ou seja, valeu a pena todo o desmantelo e disparates cometidos por mim e pelos outros.










Bisous.



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Decoração de papel e a letargia

>> quinta-feira, 11 de abril de 2013


Minha gente, eu estou cansada. A minha vontade agora é de me jogar no meu edredom de relva e borboletas, fechar as cortinas e ligar o ar-condicionado no último. Hibernar, como a ursinha ruim do documentário do Herzog. Adendo: gente, vocês já assistiram? filme de terror é pinto. 

Mas voltando. 

Nunca deixo nada para a última hora, mas dessa vez deixei e já estou chorando lágrimas de fel, porque sangue é pouco. Aquele momento da sua vida em que tudo se complica, tudo fica mais longe, todos os lugares estão lotados e você, que sempre foi meio insone, vive caindo pelas tabelas de sono e, péor, sem efeito de álcool, o que é mais triste. Estou precisada de umas biritas. Pois então.

E eis que o décor da festa é quase que toda de papel: papel de seda, de crepom, dupla face, de papel craft (acho legal dizer isso toda hora, papel craft), tudo coloridinho de rosa e azul clarinho, nhoinn. Só que né, tudo feito a mão, por mim, que estou assim no modo letárgico (Maicon, meu filho, eu estou pagando a minha língua rs). 

Não está sendo fácil, total Kátia, a cega.


As lanternas tipo japonesas/chinesas são lindas, baratinhas e deixam a decoração charmosa. Essas da imagem são do tipo plateux. Não é bem papel, é algum tipo de tecido sintético, como o dos guarda-chuvas. O último grito são as lanternas que já vêm que luzinhas.


Essas lanternas são incríveis aussi.


E dá pra fazer tanta coisa bacana com papel, tipo esses recortes que lembram flocos de neve. O amor *_*.


E esses corações, que lindo e fácil?


Cataventos por si só já agregam uma certa dose de fofurice quase diabética, né? Eu adouro.


Bandeirinhas da mesma feita.


Esses eu acho muito lindos, começa como um leque, daí vai colando um no outro até fechar como uma flor. Muito fácil e muito chic.




E os pompons preciso nem dizer, né? Vai rolar diy no bloguito. Em algum momento.


 E essa cortina linda. Alguém sabe como faz, onde tem feito, porque né, nessa altura do campeonato eu não quero arranjar mais nada pra fazer, quero saber onde já tem feito. 

E a imagem mais linda de todas, o décor de papel daquele desfile incrívelincrívelincrível da Chanel, acho que de 2008.


Bisous.

Imagens: a maioria Martha Stweart.

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Festinha - o que não é tão legal assim

>> quinta-feira, 4 de abril de 2013



A postagem de ontem com dicas sobre lembrancinha de festa de menina rendeu muito e estou muito feliz. Merci merci merci! Rendeu comentários bacanas, risadas, e-mails fofos de gente querida desejando sangue dicas do que não é tão legal assim, do meu ponto de vista - que fique claro - em termos de décor de festa e afins.

Então, como eu sou muito legal e adouro ver o desmantelo, vamos lá.

1. Como citei no post famigerado, acho lembrancinha com foto, tipo a caixa com a foto na tampa, ou um desdobramento mais narcisista, como a caixa toda com a carinha da persona, uma breguicezinha. E quando a lembrancinha é uma foto? Me ajude. Quando a fotinha é para sua vovó, para sua titia, já acho uma coisa assim pois é né, imagine a foto ser o presente da festa, aquela coisa eu sou o motivo, a causa, a razão o tudo. Se ajude. Então, fotinha em lembrancinhas ou foto de presente é uma coisa tosca.

2. Banner com foto do aniversariante ou noivos em todos os lugares da festa. Nossa Senhora do Nó Cego. As vezes tenho a impressão que o excesso de banner é para esconder algum buraco na parede. E são sempre as fotos mais aterradoras. 

Adendo: mas acho lindo um cantinho (ênfase no cantinho) com fotos fofinhas vintage ou de momentos especiais em porta retratos lindos. Um varal também é simpático. Algo assim.

3. Ensaios fotográficos escrotos exibidos como slide em telões com música u-ó.

4. Aliás, cuidado com a fotografia da festa, com o profissional que vocês contratam, porque além do resultado final tipo pesadelo, a criatura humana pode proporcionar uma série de incidentes nefastos durante a festa, tipo, convidado constrangido e esbarrão na mesa do bolo.

5. Decoração com estampa de bicho (para quem é analfabeto, é a tal da animal print) o terror da cachorra louca. Cafona c.a.f.o.n.a, chega a me causar dores. Uma existência que organiza uma festa com décor de bicho deveria dar de lembrancinha uma cartela de analgésicos e anti-ácidos. Um rim novo, talvez.

6. Decoração vermelha é osso. Decoração dourada aussi. Se você não pode contar com um decorador maravilhoso, como os da Martha Stewart, escolha uma paleta clássica, tipo branco, verde e creme, que não tem erro. Quer dizer, tem, mas né, é mais difícil.

7. Quando a roupa da persona combina com a decoração acho meio escroto. Existem nuanças, sabe?

8. Chinelo tipo alpargatas não preciso nem aprofundar o tema, né? Chinelo personalizado? Lindo, o povo pisando na tua cara, nhoin.

9. Bolo artificial (decorativo) é o erro. Já falei disso em algum momento por aqui. É deselegante, é feio, é, como nome já indica, artificial. 

10. Economizar com serviços básicos, tipo comida, bebida, servir qualquer coisa e de qualquer jeito. economize e faça uma viagem que é melhor.

Adendo: odeio cajuzinho.

Inté.

Imagem: Guy Bourdin in 1983.

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Dica: lembrancinha de menina moça, toda uma saga

>> quarta-feira, 3 de abril de 2013


Estou devendo esta postagem desde o ano passado, para ser mais específica, desde a festa das minhas erês aqui. Demorei, né? Pois é. Fui adiando, daí esqueci mesmo. Confesso ainda que só lembrei, porque estou enrolada de novo com os preparativos para festa deste ano (que está atrasada) e, ainda decidindo o que será das lembrancinhas. Na verdade, na verdade, na verdade (Oi, Maicon!), até já decidi. Só que falta comprar, chegar aqui em casa e montar. E, este ano estou com minha brasilidade em voga, ou seja, deixando tudo para a última hora.

Mas vamos lá.

A lembrancinha do ano passado foi um sucesso total, graças, fruto de uma ideia fixa de não fazer igualzinho a todo mundo. E o que esse igualzinho a todo mundo, Eliza minha filha? Simples. É dar caixinhas pintadinhas ou com fotinhas (acho tudo com fotinha um horror, desculpa a sinceridade) com chocolatinhos ou miniaturas de sapatinhos de acrílico - osso - ou garrafinhas com M&M. Nada contra os chocolatinhos e M&M, eu os amo, mas não.

Fui em busca de referências em todos os sites e blogs em toda esta internê casamentícia e/ou festeira e não encontrei porcaria nenhuma que eu gostasse. As ideias das geleinhas e dos vasinhos de mudinhas são fuefas até dizer chega, mas não era a idée (ideia) para uma festa de adolescente.

Como os blogs lindos e cheios de inspiração não me ajudaram em nada, fui buscar referências em todos os lugares, revistas sobre o tema (uma decepção total, são todas péssimas p.é.s.s.i.m.a.s), em lojas de artigos para festa, especial 15 anos: nada nada nada. Muito humildemente pedi uma dica, alguma coisa para algumas "chéries" (ênfase nas aspas) que trabalham com essa cousa de décor; entendam, eu não estava pedindo o projeto de decoração da festa, porque eu não sou retardada e sem noção, estava pedindo uma diquinha, uma coisa amiga, porque afinal eu divulgava o trabalho de um monte de fofinhas, né? Nada versus nada. E, aproveitando para responder a uma pergunta que não quer calar: sim, é por isso que parei de divulgar e falar sobre casamento e festas coisa e tal. Sabe abuso? É isso aí.

Quando eu já não esperava mais nada, tive um insight foleando uma revista teen, a Capricho. Básica, não era edição especial, nada assim. Um editorial de beleza com duas páginas com cosméticos e maquiagens em formato de sorvete, brigadeiro, cupcake, chocolate, tudo lindinho. Daí que me ocorreu, seria muito legal ganhar numa festa teen alguma coisa assim, um gloss fofo, coisa e tal. Nascia aí a primeira ideia. Nesse mesmo ano, minha filha Kelly me pediu uma mochila jeans, porque ela queria encher de bottons, uma referência às estórias que contei da minha famigerada mochila jeans com bolso de camurça da Pakalolo, que usei a minha adolescência toda, cheia de desenhos e? Bottons. Aí surgiu a segunda ideia. E a lembrancinha nasceu: uma caixa pintadinha com as cores da festa - ideia comum e batida - com gloss divertido e bottom - ideia nova e diferente, apesar de estupidamente simples. Pode ser que mais alguém tenha pensado na mesma coisa, só não divulgou. Ninguém inventa mais a roda, de praticamente nada, especialmente de uma besteira como uma lembrancinha de festa de erê. Mas decidi deixar a ideia aqui para quem quiser se inspirar, repetir, reproduzir, copiar, tanto faz. 



Aqui os bonitinhos que escolhi para a lembrancinha, brilhos labiais da marca Pierre Pardon, que aliás estavam no editorial da revista que citei. Confesso que deu um pouco de trabalho. Primeiro procurei nas lojas de quinquilharias da China, que sempre têm alguma coisa assim. Achei produtos da marca, tipo aqueles brilhinhos em formato de maçã, abacaxi, todo mundo conhece, super baratinho. Mas os sorvetinhos e os brigadeiros nem sinal. Então decidi ir direto à fonte, fui ao site da marca, entrei com contato com o atendimento ao cliente, pedi orçamento. Foi tudo ótimo e rápido, chegou aqui em casa via Sedex em 48 horas. Recomendo de olhos fechados. É fofo, bom e super baratinho.


Os bottons me deram muita, mas muita dor de cabeça. Inventei de fazer em uma loja online, modelos pré-fixos. Até pedi orçamento em outros lugares para fazer a partir de desenhos meus, mas o povo perdeu completamente a noção, tipo, querem comprar a próxima máquina de sublimação às suas custas. É dose. Então escolhi estes três modelos, na dita cuja da loja: o Cheshire para representar a Carol (que adoura Alice), o cupcake a Kelly e a moça enjoada a Vivi. Fiz a encomenda duas semanas antes do natal. A festa era em abril. A encomenda só chegou em março. Março. Não, a loja não era da China, era de São Paulo mesmo. Eu quase morro. Não divulgarei o nome da bosta loja, porque eu sou uma pessoa correta. Aliás, se eu divulgasse toda a sacanagem que já me aprontaram, fora os causos cabeludos que sei, blogueira shame era fichinha perto do furdunço que se instalaria. Mas deixe para lá. Voltemos.


Comprei as caixinhas em uma loja que vende produtos em mdf. Tem em tudo que é lugar, procurem. Pintei com tinta pva fosca, rosa blubluvtiz (palavra que uso quando não sei o que dizer ou esqueci. sim, eu sou loka), esqueci o nome do rosa. A fita foi colada com cola Cascorez, acho melhor que cola quente, porque eu sou burra e me queimo. Dentro da caixinha, além dos presentinhos, forrei com palha de festa (são uns fitilhos de plástico bling bling, que nêgo usa para amarrar balloons. encontra fácil em loja de artigo de festa), e uma tag 'obrigado por vir ', porque somos educados e bacanas.





Estes brilhos lindos em formato de cupcakes são da NIX US. Não a NIX Brasil não tem, o que é um erro, porque venderia assaz, mas né. Galera tem preguiça de existir. Estou mostrando, porque é um opção um pouco mais elaborada e sim, mais cara, dos brilhinhos fuefos da Pierre Pardon. Vende o kit com quatro, que vem numa cestinha rosa xadrez com letrinhas em fonte morri do coração vomitando arco-íris. Talvez algum vendedor do eBay tenha em quantidade no estoque. Uma gracinha para dar de presente, né?



Um do lado do outro.

Bisous.

Imagens: T2i.

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Eliza Fotografa: detalhes de um dia de festa

>> sexta-feira, 20 de abril de 2012








Bisous.

Imagens: feitas por mim com uma Rebel EOS T2i.

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A Festa

>> terça-feira, 17 de abril de 2012


Vocês que têm me acompanhado nesses últimos meses relatando um pouquinho dos preparativos da festa das minhas erês, no crônicas da festinha, sabem o tanto que o dia foi esperado, o tanto que fiquei ansiosa, o tanto que perturbei, né mesmo?

Mas recebi ajuda, dicas e venho aqui hoje para dizer que foi um sucesso! Óbvio que foi um esforço, que no princípio foi um caos, que aos poucos, se materializou no que eu havia planejado, em uma festa fofa e simples com cara de coisa feita de mãe para filhas. O amor ♥.

A gente super estava com medo das chuvas, como contei aqui, mas eis que o sábado do dia 14-04 foi desabrochando em um céu azul-azul, limpinho que só ele, ensolarado e sem chuvas, o que foi bom para a festa planejada em ambientes externos com luzinhas e extensões elétricas para todos os lados, porém péssimo por conta do sofrimento de arrumar tudo no solzão do 'Ridijanêro', mas né? Pessoa já falou, tudo vale a pena se a alma não é pequena.

E tudo deu certo, as cadeiras e mesas chegaram cedinho. Alugamos cadeiras de plástico branco, daquelas bem simplinhas mesmo, pois se Alix, vulgo Cherry Blossom Girl casou e fez festa com cadeiras de plástico e ficou lindo de chorar, a licença poética ficou liberada, minha gente.

O bolo chegou duas horas antes do previsto, intacto, lindo e gigantesco. Era de uma perfeição tamanha que todos pensaram que fosse cenográfico, por conta da falta de ranhuras e elevações que são atestados de acabamento mal feito. Não foi o caso, amen. E a delícia? O mais importante, porque bolo tem que ser gostoso.

Aliás, cadeiras e bolo ganharão postagens especiais esta semana, aguardem ;) .

E a parte que fiquei mais felizinha foi dos olhinhos encantados e cheios de alegria sincera de todos por conta da decoração, que já disse, foi simples e fofa, feito com o ♥. Apesar da trabalheira louca, foi um prazer danado de bom ver o resultado.

Usamos peças de família que coleciono faz tempo (espelhinhos, porcelanas, taças, miniaturas), algumas coisinhas compradas para a festa, como os pratos duplos, o carrossel e potinhos de porcelana branca para macarons (QVizuland), o gazebo lindolindo (Tok&Stok), as lanterninhas japonesas e luzinhas (Saara), suqueiras (Palácio das Louças), o baleiro retrô (feirinha de antiguidades da Gávea), vidraçarias (Vivian Festas). Outras coisinhas feitas para a festa como as toalhas, os arranjinhos de mesa (vasinhos de cerâmica e botões de rosa de feltro).

Uma das coisas que mais fizeram sucesso foram os quadrinhos 'eat me', 'drink me' e 'fica vai ter bolo', fizeram tando sucesso que quase fiquei sem, porque teve nego querendo levar. Olha.

Foi o de menos, fora um fofo reclamando da cerveja da festa, que foi Heineken, dai né, a gente ri, porque a criatura achou tão ruim que saiu 'trêbeda' rs. É osso, Brasil. Ah, e teve o momento brinde, eu sei que é a maneira errada, mas achei foi lindo os garçons estourando as garrafas de espumante, felizes da vida.

Foi muito bom e, próximo ano tem mais!

Fiquem com algumas imagens.























Esta última foto é o símbolo da derrota, porque desisti bonito do salto 15 lá pela metade da festa.

Bisous.

Imagens: feitas por mim com uma Rebel EOS T2i.

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