Audrey Hepburn

>> quarta-feira, 18 de junho de 2008



I'm a good girl, I am!


Para quem assistiu My Fair Lady, esta fala deve causar risos e boas lembranças, como a mim.
Para cinéfalos é sempre uma boa referência, Audrey Hepburn, um luxo, eterna bonequinha de luxo!
Para quem tem a Martha Stewart Wedding Winter 2008, viu as referências a Audrey, boas idéias!

xxx

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Paris

>> terça-feira, 17 de junho de 2008



em homenagem a outra postagem^^!


Foto: Olivier Lalin.

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Uma Paris diferente para se amar

UPDATE: este é um texto cheio de expressões em francês. Quem não curtir, não leia, se ler, não reclama, né?

UPDATE 2: escrevi este texto para ir ao ar numa destas comunidades de site de relacionamentos (Orkut), num momento em que eu estava de saco cheio dos conselhos, no meu ponto de vista, furados em relação à viagens de lua de mel e correlato. Se você gosta de uma coisa mais livre e cultural, talvez este texto lhe seja útil, caso contrário, não leia.



Vou dividir com você  uma coisa super afetiva e particular, o meu roteiro de passeios por Paris.

Detalhe que comentei com meu amor que escreveria sobre meu roteirinho de Paris, ele me perguntou se eu iria fazer rafting, chato. Não riam.

O que pretendo e aconselho a quem aprecia, acima do mito, a cultura francesa, que encarem desta feita, como uma viagem rumo à cultura deste povo que todos julgamos conhecer em teoria, dos livros, filmes e do tempo todo que se estuda língua/cultura francesa.

Conselho: se vocês têm intenções de fazer um passeio cultural, mesmo, evitem os pacotes turísticos. Eles são bem arrumadinhos, organizados, mas os passeios guiados são, 'quelque chose d'étrange, alors' (tipo, alguma coisa de estranha)... quem conhece sabe do que falo. Isso não vale só para Paris não. Tolhem a coisa, os sentimento de estar na Cidade Luz, na terra da Revolução que mudou toda a história da civilização contemporânea, a terra de Fleubert, dos dândis, do Champagne e da Chanel.

Por exemplo, nem todo guia, ao passar pela estrutura da Sorbonne, vai te dizer que não existem mais pedras soltas desde a revolta da cinemacoteca, porque os estudantes as usavam como armas, né?

E Paris é um encanto só, desde os lugares óbvios que seria absurdo estar lá e não ir, como o Musée du Louvre, o d'Orsay até o mercado de pulgas.

Mas resistam e não fiquem só no óbvio! Permaneçam na cidade alguns dias, por conta própria, para conhecê-la mais intimamente, com calma.

Paris é dividida em arrondisements (é como se fossem bairros, grandes bairros, porém é mais complicado do que isso). Uma boa forma de conhecer a cidade, é dedicar uma manhã ou tarde a cada uma destas regiões. Caminhem e se deixem levar pelo que vier pela frente. Basta um carnet do metrô, um mapa da cidade, um mapa do metrô e pronto, vocês estão aptos para iniciar a conquista da Cidade Luz. Se você falar francês é mais bacana, se não falar preparem-se para esnobadas básicas, principalmente se tentarem se comunicar em inglês; mas nem todo francês se alimenta da Guerra dos Cem anos, viu? É que eles são muito antipáticos, é uma antipatia cultural, que para uns é frescura, para outros um charme e para mim é divertido, adoro o 'ne me touche pas modus operandi' (não me toque operandi) deles rs.

Minha meta seria, começar por Montmartre de l'Église du Sacre Coeur e de l'Amelie Poulin (Monmartre da Igreja do sagrado Coração e de Amelie Poulin). É um roteiro clássico para os mais românticos. Suba pela estreita e movimentada Rue de Steinkerque até o largo situado na base da colina. Lá você encontrará um imenso carrousel, uma paixão nacional francesa.

Mas, eu não podia deixar de sugerir o lado sul do Sena, a conhecida Rive Gauche (Lado Esquerdo).

Esta é uma região muito frequentada por estudantes e intelectuais, ou seja, o lado des pensées (dos pensadores). No início do Boulevard Saint Michel encontra-se a conhecida Fontaine Saint Michel, lugar de reunião dos turistas cansados e estudantes da faculdade Sorbonne, que eu já citei. Por lá estão dezenas de bares e cafés de rua, quase sempre lotados. Também se encontra muitas livrarias e sebos oferecendo desde obras conhecidas até curiosidades e raridades, e quem gosta de garimpar nestes estabelecimentos, como eu, tracinha se sebo, com certeza não vai se arrepender.

Ah, visitem o Jardin de Louxembourg. Particularmente acho que a maior atração não é o Senado, mas são mesmo as pessoas, que em dias de sol vão se sentar nos gramados ou em cadeirinhas metálicas, e passam horas lendo; que é um hábito típico da França, ler, em qualquer lugar.


Também é um encanto só, aos fins de semana, acompanhar uma peça do teatro de marionetes, montado ao ar livre, e que faz as crianças pularem de emoção, parece conto de fadas.

Outra curiosidade são os barquinhos de aluguel (de brinquedo) que a criançada solta no lago central do Jardin de Luxembourg, enquanto correm de um lado para outro ao longo das margens, empurrando seus barquinhos com a ajuda de longas varas de madeira.

Quando chegar a hora do almoço, vale a pena, apesar de um tanto trop cher, caro para cacete, ir até a Rue Mouffetard, com vários restaurantes, bares e mesas na calçada. Lá, no Chez Alexandre, experimente uma Soupe d´Oignon (Sopa de cebola), que é quase uma entidade da França, acompanhada de um rouge de Beaujolais (vinho). Há quem prefira um blanc, mas pela acidez do prato, o outro casa melhor.

Adendo: se você preferir as mesas das calçadas, será mais caro!


Costumo dizer que fui um pouco à Paris pelos olhos da minha amiga Isabel, que foi em turnê pelo coral da universidade à França, Alemanha e Polônia, acho que teve outro país, mas não lembro agora. Ela me trouxe uma lembrancinha de cada lugar, mal tirou fotos, e nem precisou. Ela me trouxe do sebo Shakespeare, que fica na St. Germain, na margem esquerda do Sena, uma edição francesa de contos da Kath Maisnfield (capa rosa) um tesouro, porque lá vende mais edições em inglês.

Eu realmente não acho que tenho algo a acrescentar em relação a apreciação turística de Paris, pois a vejo com olhos de estudante de lingua/cultura francesa, estudante de Arte que passaria uma semana indo às galerias do Louvre, d'Orsay, observando a feiura da Pyramide (eu a acho linda, mas os parisienses via de regra a detestam rs).


Uma lua de mel, a priori, pede romantisco medio-burguês, idealização de comédia romântica, super gostoso, mãos dadas, paisagens históricas, apenas olhar, tirar fotos em frente aos monumentos, as belas praças e fazer de conta que se está ouvindo algo que o guia fala, para quem compra pacote turístico.


A francophonie veio em minha vida madura, pela vontade de ler Victor Hugo na íntegra, daí a conhecer o espírito francês através de seus textos, seus costumes, cultura e não só Ile de France, mas l'Hexagone(apelido que os franceses dão a França, por causa do formato de hexágono), eu iria "à França", ao que mais me atrai, dos campos de lavanda da Provence à Rivière Française. Cannes, se possível na época do festival e em Paris, além dos museus, e das bibliotecas da Sorbonne, de Monmarttre de Amelie, a culinária! Provar os molhos, soupes, os pães, os queijos, as patisseries, Ladurée com tudo de mais colorido que eu pudesse provar e, porque sou ambiciosa rs,  fazer algum curso da Cordon Bleu, desses de dois dias, um dia, do chocolates e coberturas de bolos, macarons rs.

Óbvio que a gente não pode esquecer das  Galerias Lafayette, ver haute couture nas vitrines. Ver moda, afinal, é de lá que todo vem e começa. Comprar coisinhas para casa na Bouchara também é ótima pedida, fica próximo.

Comprar maquiagem em Paris é furada, muito caro, mas quem resiste em passar na Sephora de Champs-Élysées?

Outra dica, Marché aux puces (mercado de pulgas). Ir à França e não ir aos mercados de pulgas (marches aux pucces) é um sacrilégio. Dá para encontrar preciosidades de decoração, arte.

E voltando à gastronomia, os franceses gastam em média mais um absurdo (em euros) por ano para se alimentarem. Eles gastam mais, porque a qualidade dos produtos é um item essencial. Comer neste país não é uma necessidade fisiológica, é um imenso prazer. E é uma questão de cultura, e de gosto, porque é diferente da nossa, em muitos aspectos. Acho a gastronomia deles até meio selvagem e agressiva (a típica, não a de chefes, entendem? comer tutano de boi como se fosse geléia e direto no osso é meio selvagem demais pra mim), mas é magnífica, para quem aprecia boa mesa. Para quem gosta de cozinhar como eu, ver algo assim, saborear, descobrir os ingredientes, o que tem aqui, ali é todo um mundo novo e a parte.

Sonho: comer no A la Petite Chaise, perto do Musée d’Orsay, fundado em 1680 e que foi frequentado por Voltaire, Lautrec, André Gide, etc. Dá para imaginar? Depois, relaxar tomando um café no mais famoso bistrot do mundo, o Café de la Paix, em frente à Ópera ... ai de mim.

Dicas:
quer comer crepe? Rue de La Harpe, Quartier Latin.

Quer experimentar frescura, não pagar muito e se embasbacar com a magnitude da legítima Belle Époque? - Brasseries.  É que nem os botecos para os cariocas, as tapioqueiras para os cearenses, acarajé para os baianos, é folclore e cultura puro e simples. Brasseries são como instituições para os francesa, onde você pode conseguir uma refeição de boa qualidade em horários impróprios, tipo 3 da tarde ou 11 da noite, sem se preocupar em fazer reserva. A mais elegante é Boffinger - quem assiste SATC, já viu o Balthazar de NY, eles copiaram de lá! E a mais qualquer coisa: Au Pied de Cochon, em Les Halles. A decoração é super divertida. Vale pelo horário, pois funciona 24 horas e pela oportunidade de tomar soupe d´oignon na madrugada e no exato lugar onde inventaram a soupe d'oignon. Detalhe que lá era como o nosso Ceasa aqui. Peça como os franceses, ouça a Piaf para imitar o tom: Une gratinée, s’il vous plâit!

Rêve.

Un jour... só lembro das lições do Libre Echange: Un Jour à Paris. Si vous alliez à Paris, où est-ce que vous iriez et qu'est-ce que vous feriez? (Um dia em Paris, onde você iria e o que faria?)

Ah, e vinhos! Paris é uma cidade etílica, não de exageros, mas para se apreciar, que se pode encontrar vinhos bons e baratos. Há um bistrot-à-vin em cada esquina, e as caves, como a do seu restaurante mais famoso Tur d’Argent, que acumulam milhares de garrafas.

Espero que tenha valido de alguma coisa para quem me leu.


Bisous.

Imagem: Chanel chegando à sua loja.

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Reem Acra

>> segunda-feira, 16 de junho de 2008

E procurando por wedding gowns, something ‘a little bit different’ deparei-me com a NY Bridal Week deste ano, que se passou em abril, very nice, e ainda mais nice a ousadia dos acessórios vermelhos de Reem Acra.
Ainda prefiro white, ivory para wedding gowns, mas ficou muito bonito e sooo different!

Look...






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Dita Von Teese's Purple Vivienne Westwood Wedding Dress



O casamento acabou, mas este wedding gown by Vivienne Westwood, de tafetá roxo que Dita Von Teese usou para casar com Marilyn Manson fica.

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Something blue...

>> sexta-feira, 13 de junho de 2008






...not only in wedding!

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Através do muro...



...céu azul de Santo Antônio.

Inté.

Imagem: acervo.

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Santo Antônio!



Meu compadre!
O que eu posso fazer? É verdade.
É a melhor estirpe de compadre que se pode ter, pois é boa influência, tem status, não vai mimar seu filho e se meter na educação dele, não vai dar presente sem noção, fica muito bem nas fotos e é santo!
Quer coisa melhor?
Inté.

PS: Feliz dia de Santo Antônio!

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Amor em Klimt

>> quinta-feira, 12 de junho de 2008



O Beijo (1907-1908)
Óleo sobre tela
Galeria de Österreichische, Viena.

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Amor em prosa...



Wuthering Heights, a story of unrestrained passion...

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Amor em versos...

Wild Nights — Wild Nights!
Were I with thee
Wild Nights should be
Our luxury!

Futile — the Winds —
To a Heart in port —
Done with the Compass —
Done with the Chart!

Rowing in Eden —
Ah, the Sea!
Might I but moor — Tonight —
In Thee!

Emily Dickinson

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Love tokens


Presente que vale para os dois, não é ótimo?!?
Dica da Janice, o de chocolate esquenta e o de morango esfria. Confira aqui!

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E sobre este dia, solteiro(a)s que procuram...

... procurem no lugar certo, como o Livro rosa de Clarice...

"Quando fazemos tudo para que nos amem... e não conseguimos, resta-nos um último recurso, não fazer nada.
Por isso digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado... melhor será desistirmos e procurarmos mais adiante os sentimentos que nos negaram.
Não façamos esforços inúteis, pois o amor nasce ou não espontaneamente, mas nunca por força de imposição.
Às vezes é inútil esforçar-se demais... nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende a nossos pés.
Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer.
Assim, repito, quando tivernos feito tudo para conseguirmos um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... o de nada mais fazer."


Tomem nota mental.

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Uns dias azuis

Este dia tem um significado todo especial para mim, que tenho eternos motivos para comemorá-lo, levando em conta que é o aniversário do meu Yan.

Há treze anos atrás ele era um novelinho de lã branquinha, com dois botõezinhos jabuticaba no rostinho de bochechas rosadas. Chorão, que só dormia com o Leãozinho do Caê - na verdade ele não dormia, mas ficava só silêncio a me ouvir cantar.

Hoje ele parece um rapaz crescido com um projeto de bigode a nascer, mas não é não. É o mesmo novelinho de lã, só mais alto e que lê meus livros.

E hoje, para ele, para nós que amamos balões,  place cards com nanquin e aquerela; sou boa dicípula da Tia Martha Stewart rs.




Inté.

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Vinicius Matos

>> quarta-feira, 11 de junho de 2008








Esditado: Houve um equívoco nesta postagem que antes estava com atribuição ao trabalho de Walter Firmo sendo que na verdade é de Vinicius Matos.

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Macarons


Havia prometido há muitas postagens atrás que traria alguns escritos sobre essa iguaria da pâtisserie francesa, o macaron. Demorou, mas voilà.

Algumas revistas nacionais trouxeram matérias nos últimos meses falando sobre o macaron e que ele estaria chegando como um dos prováveis substitutos do bem casado, a mesma história com o brownie, e não é bem assim.

Como o casamento aqui pelo Brasil tornou-se o que há muito já é nos EUA, um grande evento, um grande acontecimento, que como tal merece toda a pompa, contando com profissionais de decoração, designers, acompanhando tendências, o mesmo acontece com os quitutes da festa, e o macaron tornou-se "moda" aqui no Brasil, ou seja, acompanhando as tais tendências.

Por que eu sou uma entusiasta do macaron? Por que é um doce francês? Por que é frescura? Por que é uma frescura francesa?

Algumas pessoas podem pensar em respostas positivas para essas perguntas, e até é mesmo. Eu adouro a pâtisserie francesa e adouro uma (como muitos podem entender) "frescura francesa". Por exemplo, Versailles é uma imensa frescura, e nem por isso é menos patrimônio da humanidade, ou não?

O vinho espumante que todas nós usamos em celebrações e para marcar datas importantes, é um hábito francês, e é sim uma frescura. Muitas das frases feitas que tantos usam por ai vêm da filosofia francesa, especialmente os engajados iluministas, e eram todos frescos, em vários sentidos. O salto acima de 10cm, super frescura ativar, é de origem francesa e o scarpin, mais fresco ainda, é francês. Então, queridas, por que simplesmente rejeitar a ideia de um delicado suspiro de amêndoas porquê é frescura francesa, se todos, no fim das contas, usam "frescuras francesas"?

Dica: eu acho muito fina a ideia do macaron, mas se ele tiver algo a ver com você e com o tipo de festa que você está oferecendo. D'outra feita, vai ficar artificial e forçado. Então pense se vale a pena para você, mas não vá sair por ai desdenhando. Isso é feio.

Se você for contratar o macaron de fora do seu estado, você vai precisar act by yourself, da melhor maneira Martha Stewart, ou então, você entrega ao seu cerimonial, e que este seja competente, para saber arranjá-los da forma delicada que merecem.

Particularmente, eu não acho bonito "mesas para macarons", como se fossem chocolates. Para ser bem franca, eu olho para as mesas de chocolates, em sua grande maioria, e acho tudo bregas.

Pra mim, pouco importa se vêm em peças de cristal, porcelana. Não gosto daquela parafernalha para exibir chocolateria. É questão de gosto. Uma bela mesa de chocolates conta com trufas, e tão somente trufas, todas juntinhas em uma grande bomboniére, ou os bombons em caixetas em formato de rosas, camélias, peônias, é mais fino. E outra coisa, acho que a mesa de chocolate desvia o foco do bolo. Eu gosto muito dos arranjos de mesas dos buffets de SP e RJ, em que doces, chocolates e o bolo estão juntos. Nada impede a beleza simbólica do corte da primeira fatia por parte dos noivos com uma mesa combinada como essas. Quer coisa mais simbólica do que os noivos entre os doces? Acho que foi por isso que colocaram o pobre do bolo sozinho em uma mesa, coitado, para que ele se destacasse dos outros quitutes. Certo que existem "mesas" e ""mesas"" de bolo, mas isso é conversa para outra postagem.

Voltando aos macarons, não pensem em uma mesa para eles, pensem neles junto com os demais doces, ou na cafeteria. Procurem as revistas em que saíram as matérias sobre os macarons e se inspirem.

Exemplo: na Confeitaria Colombo(RJ), que apresenta os macarons na mesa de licores e cafés, ao lado das trufas, em bomboniéres, acho lindo!

Aqui no Brasil, contamos com alguns serviços de macaron que entregam para todo o país. Sai caro? Eu acho que vale o investimento. Até porque o macaron gerbet, o menorzinho, sai mais barato que os bem casados básicos de Dona Conceição. São menores, mas são uma delícia, completamente diferente de tudo que você já provou, e é fino, très chic!

Contamos, dentre outros, com Carla Daudt e Lamponi, que entregam para todo o país, referência em macarons do país, Família Aquim. Em Fortaleza, contamos com Lia Quinderé, da Sucré, e com o buffet Lulla's. Sabendo de outros nomes, por favor informem!

Pena que não contamos com a Ladurée.






Quer saber mais sobre macaron, e exercitar seu inglês, leia aqui.

Bisous.

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Pela relva...

>> terça-feira, 10 de junho de 2008

... uma bela maneira de se trilhar o caminho rumo ao altar...






Por aqui existem certas restrições, como por exemplo em igrejas, não pode, pois estragaria o tapete. Mas para quem vai apenas ser abençoado na recepção ou ainda fara um casamento campestre e sem proibições chatinhas, faça algo desta feita, pois fica lovely!

p.s.: pode-se pensar em algo assim pelo chão do buffet ao invés das benditas folhagens para todos os lados... detesto ramagens para todos os lados em décor, fica parecendo uma selva. Contudo, se for casamento temático, Jane & Tarzan, parfait!

Fontes: artfool.com e theknot.com

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Heaven Have Mercy



La Môme...

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Casamento em neblina na Terra do Sol

>> segunda-feira, 9 de junho de 2008

Procurando por cousas relacionadas ao - o que mesmo?, casamento, claro! - encontrei a coluna de Jeritza Gurgel, conhecida figura local, Ceará, que apresenta um Programa de TV, também local, e que tem esta coluna virtual sobre noivas! Eu já havia ouvido algo sobre a coluna, mas confesso que não me interessei em procurar - o programa não me apetece e a coluna não era boa o suficiente ao ponto de me fazer parar para ler. Mas hoje parei justamente para isso, lê-la. E estava lá, este belo casamento, que teve lugar aqui na Serra de Guaramiranga, onde acontece o Festival de Jazz & Blues e onde temos uma sede do mais conhecido Restaurent Français de Fortaleza, Lautrec e, foi lá mesmo que se fez a recepção, no Lautrec da Serra, com fotos de Daniel Nobre, que eu não me canso de recomendar e recomendar - é o diferencial que temos em fotografia aqui, não deixa a desejar em nada a uma Elizabeth Messina, a uma Anna Kupeberg, really!
Confiram a galeria com mais de 200 fotos, valem todas a pena!

Casamento de Raquel Jucá e Flávio Quinderé


Eu tomei por empréstimo algumas imagens da galeria, deste lindo casamento, com este registro lindíssimo! Um casamento no clima da serrra, em nosso maio que foi tão frio, tão outono, como nunca vimos antes, em clima de restaurante francês. De longe, o casamento mais bonito que tive notícia por cá.










Recepção: Lautrec Guaramiranga
Décor: Willfrid Mendonça
Bolo: Lia Quinderé
Fotos: Daniel Nobre



Bisous.

p.s.1: agora sempre acompanharei a coluna de Jeritza^^!
p.s.2: ai de mim!

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Imagem do dia


Verei se consigo postar aqui no nosso cantinho virtual alguma imagem impactante como esta, para nos saudar o dia, em começo ou fim.

Linda cena, não é? Noivos chegando ao local de sua recepção, e que local, em NY. Achei a imagem no Flickr, em que o fotógrafo disse que flagrou a cena sem querer. Pois eu coloco aqui querendo por querer^^!
Bisous.

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L'art du Papier

>> domingo, 8 de junho de 2008


Fonte:Santa Festa



Fonte: Gráfica Jóia


Fonte: Piccolo Press


Fonte: Manuscrito


Itens de papelaria para convites que, desta feita, são um luxo só, os envelopes forrados, cartões de agradecimento em relevo seco e lacre de cera e sinete com monograma, o que há de lindo!

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Vestidos dos sonhos

>> sábado, 7 de junho de 2008





Sonho em organza qu'esvoaça.

Pronovias 2009

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Fatias de sonhos


Uma fatia de um Pink champagne cake, com recheio de vanilla buttercream, maravilhoso!

Fonte: Sweet Pea Bakery



Uma fatia do mais perfeito White cake!
Fonte: Martha Stewart Wedding


Caem bem do Chá ao casório, amen!

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